"Parece que nenhuma profissão exija, como esta exige, que o indivíduo se adapte simultaneamente a tão grande número de necessidades, por vezes contraditórias, sem receber ajuda, apoio e reconhecimento. Podemos constactar isso, citando algumas dessas necessidades:- programar muitos conteúdos obrigatórios e conciliar a criatividade do professor com os interesses dos alunos;- aplicar as técnicas idóneas para ensinar, despertando o interesse e não dispondo dos recursos necessários;- ter de adaptar-se continuamente à idade e à personalidade dos alunos e não ter as oportunidades necessárias para poder assumir com normalidade as modificações da nossa própria pessoa;- propormo-nos como modelo e estarmos pouco reconhecidos socialmente;- intervir activamente na disciplina e não obter o apoio social e familiar necessário;- promover a cooperação dos pais e obter uma resposta minoritária;- ser "cabeça d eturco" no actual momento histórico pleno de modificações e de incertezas e constactar que não se vislumbram soluções a médio prazo.Todas estas situações são factores determinantes para que o organismo se encontre sob uma tensão execessiva e permanente que se prolonga para além das próprias forças e provoca um mal-estar dos docentes, com consequências sobre a personalidade do professor, que geram:- sentimentos de desconcerto e de insatisfação face aos problemas reais da prática do ensino, em aberta contradição com a imagem ideal que muitos professores desejam;- um desenvolvimento de esquemas de inibição como forma de desligar a implicação pessoal do trabalho que se realiza;- absentismo laboral como mecanismo de cortar a tensão acumulada;- ansiedade, subapreciação do Eu, autoculpabilidade face à sensação de não ter êxito no trabalho;- esgotamento, frustação, ansiedade, apatia, insónias, manifestações psicossomáticas e de tipo muscular, digestivo e cardíaco, etc.;- desejo manifesto de abandonar a docência;- mudança de escola como forma de iludir situações conflitivas;- perda de ilusões e de estímulos.(…)Porque a nossa tarefa é pedra angular da civilização futura, e porque nada podemos esperar dos que não têm vontade de cooperação neste tema, é preciso que evitemos chegar ao verdadeiro stress."In Gomez, Mir e Serrats, (1992), Como criar uma boa relação pedagógica, Porto: Ed.ASA
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Da (impossível) profissão docente
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January 8 2011, 9:34am | Comments »
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Os professores não têm futuro. Eles são o futuro.
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“Os professores não têm futuro. Eles são o futuro. E, sobretudo, você...” “Volte para dentro de si”. “Você encontrará na própria essência de seu projeto de ensinar as razões para não perder as esperanças nem no seu ofício, nem no mundo” Philippe MeirieuSer professor atualmente é uma luta constante, pois é uma aposta no futuro, que significa estar sempre em um processo de renovação de aprendizagens. O desenvolvimento do ser humano versa em alcançar a qualidade e a excelência em suas ações motoras, verbais ou mentais. Piaget afirma que a inteligência e a afetividade são indissociáveis. Em seu desenvolvimento pleno, a criança reinventa o mundo e aumenta a inteligência e a afetividade através da construção do próprio conhecimento. Em relação à afetividade, pode-se dizer que é fonte geradora de interferência nas construções da inteligência, podendo com essa intervenção comprometer o desenvolvimento intelectual. Portanto, os desenhos cognitivos conduzem à concepção da inteligência, os traçados afetivos conduzem à construção do caráter.Philippe Meirieu considera o “triângulo pedagógico”: educando-saber-educador, e a conexão pedagógica no procedimento de ensinar e de aprender, sobre o que é aprender, como aprender, quem é o sujeito que aprende e quem é o individuo que ensina. Pondera a importância de abalizar o aluno, no período de desenvolvimento, e suas habilidades no domínio sensório-motor, cognitivo e afetivo. Destaca que, a aprendizagem dá nova estrutura à experiência, caracteriza o erro como ferramenta de análise, apreciando que aprendizagens significativas permitirão ao aluno construir representações próprias de seu saber com base em suas vivências, e oportunizando a reconstrução de novos conhecimentos, baseando-se em experiências e saberes adquiridos. Aprender, nesse sentido significa relacionar-se com o conhecimento e principalmente apropriar-se dele, a partir das plausíveis novas (re) significações de cada sujeito da aprendizagem.Os “princípios” ou “fundamentos”, de acordo com Philippe Meirieu, agregam intensamente pedagogia com democracia. O primeiro “princípio” diz que a escola não é apenas um serviço, mas também uma instituição, tendo em vista que, a educação é um serviço público, comprometendo-se ao bem comum, com garantia de serviços de qualidade aos utilizadores. O segundo “princípio” associa a escola e condições de exercício democrático, que seria: “educar e ensinar os sujeitos de modo que, possam tomar parte na vida democrática”. Assim, a escola não é compatível com a busca da homogeneidade, mas sim, com a dinâmica da pedagogia diferenciada. O que conta são os objetivos e não as tarefas, que são indicadores das competências a usar no futuro.Na pedagogia diferenciada, a avaliação individual é o “quadro de referência” da eficácia das atividades escolares, sendo que, não devemos motivar as rivalidades, mas sim estimularmos em cada estudante os desafios a vencer. Professor é o profissional que faz o ato educativo acontecer. Nesse contexto, na crença na relação indissociável entre teoria e prática, existe a vinculação do acontecimento entre o dizer e o fazer.O ensino é uma orquestração relacional do tempo e do espaço, do eu e dos outros, dos alunos e do conhecimento, do afeto e da cognição. (Anne Edwards)Ref: MEIRIEU, P. Aprender... Sim, mas como?Fonte
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January 6 2011, 4:19pm | Comments »
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O mal-estar na profissão
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A partir dos anos de 1970, a investigação do ensino começou a dar atenção especial à pessoa que o professor é, e ao contexto escolar em que está integrado. Isto para melhor se perceber o seu trabalho.De entre as diversas linhas de estudo que se organizaram, uma das mais produtivas é a que se tem dedicado ao mal/bem-estar na profissão, sendo que a maior parte dos trabalhos publicados incidem no primeiro aspecto.Em Portugal, nesta matéria, têm-se por incontornáveis os trabalhos de José Esteve, professor da Univeridade de Málaga, onde se esclarece que o mal-estar docente é um conjunto de reacções dos professores à mudança social, as quais se traduzem no sentimento de desajustamento em relação à profissão e na impotência para a exercer de modo correcto.As pesquisas de carácter empírico que realizou permitiram-lhe apurar dois grupos de factores que contribuem para a formação de tais reacções:- factores de primeira ordem “que incidem directamente sobre a acção do professor na sala de aula, modificando as condições em que desempenha o seu trabalho” e- factores de segunda ordem que se referem “às condições ambientais, ao contexto em se exerce a docência” e sobre os quais o professor não tem controlo directo.Além disso, identificou várias fontes de mal estar:1) aumento das exigências sobretudo devido ao desempenho de novas tarefas que não são acompanhadas pela formação adequada;2) inibição educativa de outros agentes de socialização. Por exemplo, ensinar certas atitudes, que tradicionalmente eram da competência da família;3) desenvolvimento de fontes de informação alternativas à escola, o que implica uma revisão do papel do professor;4) ruptura do consenso social sobre o que deve ser a educação escolar: de um certo acordo tradicional passou-se para uma pluralidade de opiniões;5) aumento das contradições no exercício da docência: o professor desempenha papéis que não são de fácil conciliação, por exemplo, prestar apoio afectivo e classificar;6) mudanças de expectativas em relação ao sistema educativo: de um ensino de elite, baseado na selecção e competência passou-se para um ensino de massas mais incapaz de assegurar um trabalho adequado dos alunos;7) modificação do apoio da sociedade ao sistema educativo: parece existir a ideia de que os professores são os únicos culpados do funcionamento escolar;8) menor valorização social do professor, sendo o aspecto económico um revelador desta situação;9) mudança dos conteúdos curriculares, devido ao extraordinário avanço das ciências e à transformação das exigências sociais;10) escassez de recursos materiais e deficientes condições de trabalho;11) mudança das relações professor-aluno: o grande número de alunos, as características particulares de alguns, a falta de autoridade do professor são exemplos de aspectos que contribuem para tal;12) fragmentação do trabalho, dado que o professor é chamado a desempenhar múltiplos funções o que além de provocar dispersão é impeditivo de um desempenho adequado.Batem certos, portanto, os resultados da investigação de Esteve com a espontaneidade patente no texto Querem que eu dê aulas!?..Referências:ESTEVE, J. (1991). Mudanças sociais e função docente. A. NÓVOA (dir.) (1991). Profissão professor. Porto:Porto Editora, 93 e seg.ESTEVE, J. (1992). O mal estar docente. Lisboa:Escher.
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January 6 2011, 11:38am | Comments »
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Caro Professor
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"Caro professor, ele terá de aprender que nem todos os homens são justos, nem todos são verdadeiros, mas por favor diga-lhe que, por cada vilão há um herói, que por cada egoísta, há também um líder dedicado, ensine-lhe por favor que por cada inimigo haverá também um amigo, ensine-lhe que mais vale uma moeda ganha que uma moeda encontrada, ensine-o a perder mas também a saber gozar da vitória, afaste-o da inveja e dê-lhe a conhecer a alegria profunda do sorriso silencioso, faça-o maravilhar-se com os livros, mas deixe-o também perder-se com os pássaros do céu, as flores do campo, os montes e os vales.Nas brincadeiras com os amigos, explique-lhe que uma derrota honrosa vale mais que uma vitória vergonhosa, ensine-o a acreditar em si, mesmo se sozinho contra todos. Ensine-o a ser gentil com os gentis e duro com os duros, ensine-o a nunca entrar no comboio simplesmente porque os outros também entraram.Ensine-o a ouvir a todos, mas, na hora da verdade, a decidir sozinho, ensine-o a rir quando está triste e explique-lhe que, por vezes, os homens também choram. Ensine-o a ignorar as multidões que reclamam sangue e a lutar só contra todos, se ele achar que tem razão. Trate-o bem, mas não o mime, pois só o teste do fogo faz o verdadeiro aço, deixe-o ter a coragem de ser impaciente e a paciência de ser corajoso.Transmita-lhe uma fé sublime no Criador e fé também em si, pois só assim poderá ter fé nos homens. Eu sei que estou a pedir muito, mas veja o que pode fazer, caro professor."Carta de Abraham Lincoln ao professor do seu filho, 1830
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December 27 2010, 3:15pm | Comments »
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Ernâni Lopes: um quase último ensaio sobre a lucidez
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Doutorado em Economia pela Universidade Católica Portuguesa, deixou-nos a 2 de Dezembro. Mas deixou-nos o essencial: um pensar vital. (excerto da entrevista concedida à revista Cx - a revista da Caixa (geral de depósitos), Outubro/Dezembro de 2010.
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December 15 2010, 4:53pm | Comments »
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Professores que marcam
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Do prefácio ao livro acabado de editarOs Professores e a procura de uma ética profissionalEm boa hora este livro passa a poder circular pelo largo espaço público. Fruto de um trabalho de mestrado na Universidade Católica Portuguesa, esta obra identifica as pedras que podem alicerçar uma profissão socialmente mais reconhecida e traceja os caminhos para se construir uma imagem profissional simultaneamente mais consistente e eficaz.Rastreando as memórias das marcas que fizeram a diferença, consolidamos um saber que não podemos ignorar. Os bons professores têm expectativas elevadas (e ajustadas) em relação às possibilidades de realização dos seus alunos; centram o ensino que ministram na compreensão das realidades, não se perdendo nas minudências teóricas, geralmente estéreis; dominam a matéria que leccionam porque se actualizam constantemente e não estão à espera que alguém providencie o conhecimento de que necessitam; gostam de ensinar, apreciam o contacto com as pessoas, confiam e acreditam na perfectibilidade do ser humano; têm consciência do seu inacabamento profissional e por isso procuram, e por isso fazem auto-crítica, e por isso aceitam as críticas de boa fé enunciadas; sabem que a sua actividade se centra mais no fazer aprender do que no ensinar, pois reconhecem o seu próprio insucesso se os seus alunos nada aprenderem (ainda que também saibam que não é o único responsável pelas aprendizagens e, no limite, pode até nem ter qualquer responsabilidade); são claros no enunciado das regras do jogo didáctico e avaliativo e fazem-nas cumprir com firmeza e justeza.Os bons professores que fazem a diferença não precisam de ser super-homens ou super-mulheres. Basta-lhes possuir o sentido de humanidade e de compaixão. Basta-lhes recusar o estatuto de menoridade intelectual e agir como co-autores do seu próprio destino profissional. Basta-lhes reconhecerem a vantagem de trabalharem numa lógica de colaboração e serem membros de uma comunidade profissional aprendente. Mas este bastar é de uma grande complexidade e exigência ética.Porque ser hoje professor é um grande desafio que implica não apenas o conhecimento, mas também a proximidade, o cuidado, o alento, a compaixão. O bom professor é, então, esse ser frágil que precisa do suporte de uma comunidade profissional que tem de ajudar a construir, esse ser disponível para construir humanidade nas relações pedagógicas e sociais, esse ser atento às vulnerabilidades do outro, esse ser que não desiste de inventar dias mais claros.O livro que agora tem na mão foi escrito por alguém que ama a vida e o próximo. Por alguém que faz da gratidão um sentimento essencial da convivência. Por alguém que sabe por onde se pode começar a transformar a docência. Que seja fonte de inspiração para políticos e, sobretudo, para professores. Estou certo que o será. Para todos os que vêem na educação uma oportunidade de acender cada vez mais luz nas trevas que nos ameaçam.(JMA)
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December 12 2010, 11:11am | Comments »
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Desde las teorías implícitas a la docencia como práctica reflexiva
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Problema: El trabajo traza una ruta para comprender la relación entre las concepciones pedagógicas de los profesores y su quehacer en las aulas de clase. Estructura de la discusión: Partiendo del enfoque cognitivo, que brinda elementos teóricos para abordar las creencias, los constructos y las teorías docentes, se llega al enfoque alternativo, que se centra en el análisis de las prácticas para mostrar la imposibilidad de separarlas de las intencionalidades del profesor y del contexto socio-cultural en que está inmerso. Luego se delinea un marco de referencia de las prácticas pedagógicas actuales, para lograr la comprensión y el mejoramiento permanente de los procesos de enseñanza y aprendizaje, en el camino hacia la formación del buen profesor que la Sociedad del Conocimiento demanda.Conclusión: El buen profesor de este siglo es quien tiene un conocimiento experto y la competencia para establecer vínculos de confianza con sus estudiantes; soporta su ejercicio docente en la ética del cuidado.Palabras clavePráctica pedagógica, docencia, investigación pedagógica, reflexión práctica, Sociedad de la InformaciónTexto integral
December 11 2010, 3:41pm | Comments »
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Ser Professor
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More than a teacher. Aqui.
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December 8 2010, 2:30pm | Comments »
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Dimensões formativas do ensino superior no século XXI: o sentido democrático na formação inicial e continuada dos profissionais da escola básica
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Todo um número.
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November 30 2010, 1:11am | Comments »
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Para uma formação de professores construída dentro da profissão
http://terrear.blogspot.com/2010/11/para-uma-formacao-de-professores.html
O artigo começa por verificar a existência de um certo consenso discursivo quanto aos princípiosa adoptar na formação de professores. Todavia, segundo o autor, estes princípios raramente se concretizam nos programas de formação de professores. Porquê?A resposta encontra-se no facto de que a formação de professores está muito afastada da profissão docente, das suas rotinas e culturas profissionais. Por isso, o autor parte da identificação de algumas características do «bom professor» para argumentar em favor de Uma formação de professores construída dentro da profissão.No seu artigo, avança cinco propostas de trabalho que devem inspirar os programas de formação de professores:• Assumir uma forte componente práxica, centrada na aprendizagem dos alunos e no estudo decasos concretos, tendo como referência o trabalho escolar;• Passar para «dentro» da profissão, baseando-se na aquisição de uma cultura profissional e concedendo aos professores mais experientes um papel central na formação dos mais jovens;• Dedicar uma atenção especial às dimensões pessoais da profissão docente, trabalhando essacapacidade de relação e de comunicação que define o tacto pedagógico;• Valorizar o trabalho em equipa e o exercício colectivo da profissão, reforçando a importânciados projectos educativos de escola;• Caracterizar-se por um princípio de responsabilidade social, favorecendo a comunicação pública e a participação profissional no espaço público da educação.Baseando a sua reflexão numa formação em três etapas dos professors do ensino secundário –licenciatura numa disciplina, mestrado em ensino, indução profissional – o autor considera que as suas propostas devem orientar o mestrado em ensino e a indução profissional, articulando-se ainda com os processos de formação contínua. Palabras chave: Colectivo docente, Comunidades de prática, Cultura profissional docente, Equipas pedagógicas, Espaço público da educação, Formação de professores, Indução profissional, Mestrado em ensino, Tacto pedagógico.António NóvoaTexto integral
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November 27 2010, 10:24am | Comments »




