"A FNE não concorda com a prova de ingresso porque estes candidatos tiveram habilitação numa instituição de Ensino Superior", afirmou a dirigente sindical, defendendo que a Federação defende que devem ser acompanhados no início da carreira por um professor com experiência, mas não ser feita selecção através da prova em causa."FonteE Mário Nogueira também afirma que a prova de ingresso "é completamente absurda".Pela minha parte, diria que o que é "completamente absurdo" é haver a necessidade objectiva de realização de uma prova para ingressar na profissão. Só não vê quem não quer ver.
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Ingresso na profissão
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April 16 2009, 5:12am | Comments »
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Do insinar minimos e dos çapateiros
http://terrear.blogspot.com/2009/02/do-acesso-as-profissoes.html
Nas minhas incursões por João de Barros (Gramática da Língua Portuguesa, de 1540… sim… no século XVI!!!), encontrei um pensamento tão bem traduzido nas palavras… É um clássico!Com conhecimentos de mundo destes, há gramáticos que fazem a diferença. (nas palavras e com o agradecimento ao Vítor Oliveira)Das condições para o exercíco das profissões.
February 27 2009, 3:38pm | Comments »
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Descritores de Profissionalidade
http://terrear.blogspot.com/2009/02/descritores-de-profissionalidade.html
(...) O cruzamento da investigação de diversos autores relativamente a esta área de estudo - de que destaco Giméno Sacristán, Claude Dubar e António Nóvoa - permite identificar um conjunto não uniforme de elementos que uns e outros consideram como descritores de profissionalidade Na análise que aqui trago, privilegiei apenas quatro caracterizadores ou descritores, escolhidos entre os que são comuns a todas essas análises:- o reconhecimento social da especificidade da função associada à actividade (por oposição à indiferenciação);- o saber específico indispensável ao desenvolvimento da actividade;- o poder de decisão sobre a acção desenvolvida e consequente responsabilização social e pública pela mesma – dito doutro modo, o controlo sobre a actividade;- e a pertença a um corpo colectivo que partilha, regula e defende, intra-muros desse colectivo, quer o exercício da função e o acesso a ela, quer a definição do saber necessário, quer naturalmente o seu poder sobre a mesma que lhe advém essencialmente do reconhecimento de um saber que o legitima.È neste conjunto de pressupostos que nos baseamos quando consideramos, por exemplo, o médico como uma profissão: (1) identifica-se claramente a natureza específica do que faz e a respectiva utilidade social, (2) reconhece-se que para a exercer, tem de dominar um saber próprio que os outros não dominam - aquilo que adiante designarei por saber profissional – (3) e por isso tem o poder de decidir sobre a acção médica propriamente dita, e responde por ela perante os utilizadores dos seus serviços; (4) e, para assegurar tudo isto, o colectivo dos praticantes desta actividade reconhece-se como uma comunidade que se revê numa pertença comum, que defende o prestígio e a exclusividade do seu saber, que é desenvolvido e produzido pelos próprios, saber que lhes garante a credibilidade da sua acção e que define quem pode ou não aceder ao exercício da actividade. Tudo isto se passa quer no caso do exercício liberal da actividade médica, quer no exercício institucional, onde há naturalmente outras hierarquias e regras externas, mas que não interferem no essencial do chamado "acto médico". (...)Maria do Céu RoldãoTexto integral
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February 21 2009, 1:24pm | Comments »
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UMA PROPOSTA PARA O ENSINO PORTUGUÊS
http://terrear.blogspot.com/2009/02/uma-proposta-para-o-ensino-portugues.html
É preciso transformar as escolas em espaços de invenção e criação. Os melhores professores sempre o souberam fazer ao longo dos tempos, muitas vezes subrepticiamente, mas, agora, estão quase impedidos de o fazer dado o peso dos programas. A medida que proponho é , assim, simples e nem sequer custa dinheiro. É a de que o Ministério aceite a regra de preparar programas correspondentes só a dois terços das aulas e aceite serem os professores a definirem localmente as matérias e o modo de darem as aulas restantes, incluindo a sua avaliação. Considero ser o melhor modo de valorizar e dignificar a profissão docente e de transformar as escolas nos espaços criativos de que a sociedade precisa.A crise da Educação é geral em toda a Europa e não sairemos dela sem medidas verdadeiramente inovadoras que sejam compreendidas pelo País e tenham a sua aprovação. Gostaria muito de ver esta e outras medidas discutidas pelos professores e tidas em conta pelo Ministério.António BrotasFonteSó acrescentaria: deveria ser assim para todas as disciplinas.
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February 8 2009, 9:27am | Comments »
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Investida contra as profissões e reestruturação das identidades acadêmicas e profissionais
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Este artigo baseia-se em uma série de idéias e conceitos desenvolvidos pelo sociólogo britânico Basil Bernstein para analisar os desafios e as mudanças enfrentados recentemente por indivíduos com ocupações profissionais, inclusive os das áreas de ensino e pesquisa na educação superior. O artigo discute e procura desenvolver a análise de Bernstein sobre como estruturas particulares do conhecimento podem estar relacionadas com a formação de identidades ocupacionais, centradas naquilo a que o autor se refere como "interioridade" e "dedicação interna". A seguir, examina a gama de desafios para essas identidades, em especial aqueles que surgem da "regionalização" do conhecimento e do "genericismo". Na conclusão, avalia as perspectivas de perpetuação dessas identidades em uma era de crescente mercantilização e gerencialismo.BERNSTEIN, BASIL - EDUCAÇÃO PROFISSIONAL - IDENTIDADE - PROFISSÃOTexto integral
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February 5 2009, 4:03pm | Comments »
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Profissão docente na instituição escolar: a historicidade das práticas e culturas profissionais
http://terrear.blogspot.com/2009/02/profissao-docente-na-instituicao.html
Neste ensaio, apresentamos para debate um tema bastante tratado no campo da pesquisa em educação: a constituição da profissão docente. Muito já se produziu a respeito dessa temática considerando, por exemplo, a relação entre o trabalho e a condição de classe, de gênero e a identidade profissional constituída ao longo da trajetória de vida dos docentes. Nosso intuito é mostrar a relevância de pesquisas que procurem compreender a realização da profissão docente nas instituições escolares a partir da investigação das práticas sociais que nela se realizam e, ao mesmo tempo, reafirmar a importância da perspectiva teórico-metodológica marxista para esta análise, especialmente porque nos remetem à historicidade das práticas profissionais. A reorientação das políticas educacionais parece indicar a valorização do docente - ideologia do profissionalismo - e ao mesmo tempo contém os elementos que permitirão no cotidiano da escola, aprofundar os processos de realização de trabalho alienado. Paralelamente ao processo de reforma educacional, observa-se a produção de análises fundamentadas em conceitos "pós-modernos" a orientar a compreensão do trabalho, da formação e da própria constituição da profissão docente. Sem pretender esgotar a vasta bibliografia já produzida sobre o assunto, apontamos alguns limites desses conceitos para a compreensão da profissão docente, os quais parecem coincidir com os pressupostos neoliberais nas políticas educacionais, o que, no nosso entender, reafirma a relevância das categorias marxistas para a pesquisa em educação.Palavras-chave: culturas profissionais, práticas profissionais, trabalho docente, políticas educacionais, educação e trabalho.Texto Integral
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February 5 2009, 3:53pm | Comments »
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Revisão de ECD - Grave Erro
http://terrear.blogspot.com/2009/01/reviso-de-ecd-grave-erro.html
Inicia-se em breve a negociação da Revisão do ECD. Segundo foi hoje mediatizado, a primeira exigência da plataforma é a anulação da Prova de Ingresso na Profissão com o argumento que o diplomado tem uma credencial para docência e que isso é condição bastante. Já pensei isso e produzi idêntico argumento. E ainda acrescentei outros relacionados com a credibilidade das instituições, os efeitos
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January 20 2009, 2:33pm | Comments »
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Este era um tópico que gostaria de ver profissinais da educação discutir
http://terrear.blogspot.com/2009/01/este-era-um-tpico-que-gostaria-de-ver.html
(...)
Os professores e os alunos são, em conjunto, prisioneiros dos problemas e constrangimentos que decorrem do défice de sentido das situações escolares. A construção de uma outra relação com o saber, por parte dos alunos, e de uma outra forma de viver a profissão, por parte dos professores, têm de ser feitas a par.
A escola erigiu historicamente, como requisito prévio da aprendizagem, a
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January 17 2009, 4:28pm | Comments »
