Joaquim Azevedo ao Público:Os rankings são ou não indicadores da qualidade das escolas?São um contributo para aferirmos a qualidade das escolas, mas temos que enriquecer o indicador dos exames com outros indicadores, porque muitas vezes o que estamos a comparar é escolas com muito poucos alunos em exame com escolas com muitos alunos e aí há diferenças muito grandes. Outra questão ligada a este fenómeno é que há escolas – mesmo públicas – que, entre o 10.º e o 12.º ano, praticam uma selecção de carácter social e económico e, portanto, os que levam a exame são muito poucos. Dos outros alunos, dos que fi caram pelo caminho e muitas vezes abandonaram a escola, ninguém fala. É escandaloso o que se passa nalgumas escolas públicas que, por força da pressão que os rankings introduziram, começaram a enveredar por estratégias de limpeza: levam os alunos até ao secundário sem problemas nenhuns, chegam aos conselhos de turma no 9.º ano e aprovam e fazem transitar alunos com cinco e seis níveis negativos, e, quando chegam ao 10.º ano, reprovam-nos. Nós temos níveis de abandono de vinte e trinta por cento em algumas escolas secundárias, logo no 10.º ano, e isto é gravíssimo. Por isso é que me tenho batido para que se criem indicadores compósitos e para que não se trabalhe só com este indicador dos exames nacionais.Nesse sentido qual devia ser a política a seguir?Em França aconteceu um fenómeno muito semelhante ao de cá, foi por pressão dos media que se começaram a publicar os rankings, – aqui foi o PÚBLICO, em França foi o Le Monde – só que o ministério francês teve a capacidade e a inteligência de reagir e propor um indicador compósito. Actualmente, continuam a fazer-se rankings, continuam a publicar-se como cá, a diferença é que o indicador contém cinco variáveis e não apenas os resultados dos exames. Uma das variáveis fundamentais é, por exemplo, a taxa de efi cácia ou de rentabilidade da escola, isto é, quantos alunos entraram no 10.º ano e quantos foram levados a exame, o que permite saber quantos fi caram pelo caminho. E é fundamental que a taxa de abandono entre ao lado da taxa dos exames do 12.º ano nos rankings.Parece absurdo que não se faça o mesmo cá...Por isso é que acho absurda esta conversa dos rankings, mais ainda porque o ministério tem os indicadores todos. Portanto, o ministério pode ver ‘nesta escola, os alunos são de um nível sócio económico baixo’ e deixar de comparar a Escola do Cerco do Porto com o Garcia da Orta, ou ir a Lisboa e comparar a escola do Sagrado Coração de Maria com uma escola da Damaia, sem atender aos contextos em que as escolas estão posicionadas. Isso é possível e faz-se de um ano para o outro.Mas então por que continuamos a comparar o incomparável?Porque a administração educacional persiste numa lógica de cegueira. Ainda por cima, bastava seguir o percurso que outros países já fi «zeram, não se trata de inventar nada completamente extraordinário, é criar um indicador compósito que nos permita a todos olhar para as escolas secundárias e dizer: esta escola tem um melhor desempenho, aquela não está a conseguir tanto. É que, se o indicador dos exames não for enriquecido com outros indicadores, podemos nalgumas escolas desviar o foco. E o foco não pode ser o menino que vai a exame, o foco é: eu tenho 500 alunos no 10.º ano, o que é que eu faço para levar estes 500 alunos ao melhor nível de sucesso possível? Porque isso é que é ficar bem na fotografia. O que os rankings agora fazem é perverter isto, na medida em que colocam o foco só no exame.Os alunos no secundário deviam poder escolher a escola?Quem dera que isso fosse possível. O critério da localização geográfica leva a que, na prática, toda a gente dê moradas erradas para poder escolher a escola. Mas há escolas secundárias que rejeitam matrículas. Porquê? Porque o menino reprovou imenso no básico, porque de certeza vem com um nível de má preparação e, logo no 10.º ano, as escolas começam a rejeitar matrículas para ficarem bem na fotografia do ranking do 12.º. Isto é escandaloso, é uma questão política, mas nem o Governo nem a Oposição lhe dão a devida atenção. A perversão que se está a gerar na sociedade portuguesa é brutal e ninguém liga, acho inconcebível. A possibilidade de se poder escolher não deixaria as escolas com pior performance sem alunos?Se tivermos um indicador compósito devidamente feito, as escolas com pior performance serão exactamente escolas com problemas, que não conseguem trabalhar devidamente a questão das aprendizagens e há contextos escolares onde isto é muito difícil. Temos que ajudá-las e apoiá-las, o que não é feito actualmente. Aliás, seria interessante ir às escolas que nos últimos cinco anos ficaram nos cinco últimos lugares do rankings e perguntar o que é que o ministério foi lá fazer para as ajudar a sair do último lugar. Nada, absolutamente nada. Quando houver um indicador real de performance, vamos ter possibilidade de ir junto dessas escolas e tentar puxá-las para cima. Mas isso tem que ver também com todo o problema da administração do sistema – as escolas deviam poder lutar por projectos educativos mais autónomos. Se conseguíssemos isso, se a escolas pudessem ser configuradas pelos professores e pelos pais, com o apoio das comunidades......não é esse o caminho que se está a fazer no básico?Temos adaptações curriculares mas não há um incentivo a que as escolas tenham projectos educativos autónomos e diferentes, porque a autonomia em termos administrativos e financeiros – gerir um orçamento, ter capacidade de contratar professores – não existe.Por que é que todos os anos as escolas privadas ganham terreno às públicas?Estamos a cair num lamaçal perigoso: as escolas públicas são as escolas de ocupação social dos meninos e as escolas privadas são as escolas que ensinam os meninos. Isto é uma coisa perigosíssima, nomeadamente para a escola pública. Mesmo as pessoas que se dizem arautos da escola pública e escrevem livros sobre isso, não põem sobre a mesa esta questão brutal que levará a que, qualquer dia, a escola pública seja o lugar onde se faz a ocupação social dos meninos porque é melhor tê-los numa escola do que na rua.Foi essa a lógica que presidiu à aposta nos CEF e nos cursos profissionais...Quer os CEF quer os cursos profi ssionais, pela maneira avassaladora e repentina como foram introduzidos nas escolas secundárias e os CEF também no básico, vieram criar um clima que estava à vista claríssima que não ia dar bom resultado, na medida em que foram introduzidos a uma velocidade que era incompatível com qualidade. Hoje, uma boa parte dos que abandonam e reprovam são esses alunos dos cursos profi ssionais e dos CEF no secundário – no básico é ligeiramente diferente. O que está a acontecer no básico e está a passar para o secundário é que há escolas que tratam da ocupação social dos meninos com níveis de insucesso muito elevados e depois temos as outras – onde as privadas, embora não só, pontuam – que são as escolas dedicadas ao ensino e onde se ensina e se aprende direitinho.Como olha para a diminuição dos chumbos nas escolas?Admito que haja, do ponto de vista burocrático, algumas dificuldades em reprovar um aluno – e é evidente que reprovar um aluno deve ser um problema educativo –, agora as reprovações permanecem e são duríssimas, aliás, atingem proporções incríveis, nomeadamente no 10.º ano. Conseguimos fazer uma coisa de facto extraordinária nestes 36 anos da III República que foi trazer à escola todos os alunos com 15 e 16 anos. Vamos agora tentar fazer o mesmo até aos 17 e 18. Já conseguimos pré-escolarizálos também: aqui já chegámos a [uma taxa de cobertura] 74 ou 75 por cento. No Ensino Superior, a mesma coisa notável. O drama é que ali no meio, naquilo que fi ca entre o 5.º e o 12.º ano, não estamos a ser capazes de ter respostas de qualidade para cada um. Tem havido algumas tentativas de diferenciar as respostas.A questão não é se o ministério diferencia. Os ministros e o ministério importam pouco, porque as medidas nacionais existem. O que importa é a prática das escolas e se elas estão a fazer isso, se estão a apoiar cada aluno com difi culdades de aprendizagem através de mecanismos de forte incentivo. Ainda no outro dia falava que o Porto tem 200 adolescentes, alguns quase crianças, que por ano não têm qualquer resposta educativa, abandonam as escolas e não há centro de formação profi ssional que lhes dê resposta. Ora, isto acontece porque nós não estamos a olhar para onde devíamos. Os cursos CEF são uma resposta, mas como é que todos os anos caem da rede social estes 200 adolescentes? Como é que é possível? Todo o ser humano é educável e tem capacidade de se desenvolver, o que é preciso é criar o ambiente educativo propício. Claro que isso exige muita capacidade criativa, mas ela existe entre os professores, desde que os deixem trabalhar e lhes dêem autonomia para construir essas soluções. Mas não, parece que preferimos ter estes miúdos na rua e andar a pagar depois mais polícia, mais sistemas de controlo, mais videovigilância. É uma opção social.E para perceber mais sobre os meandros dos Rankings, uma obra de referência.
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É “escandaloso” que se rejeitem matrículas para “ficar bem na fotografia” dos rankings
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October 15 2010, 4:33pm | Comments »
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Os Rankings escolares - ensaio de compreensão dos motivos e dos efeitos
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PREFÁCIO de José Madureira Pinto aOs Professores do Ensino Secundário e os Rankings Escolares de M.ª Benedita Portugal e Melo. Gaia: Fundação Manuel LeãoNa tentativa de identificar os principais traços diferenciadores das sociedades contemporâneas, têm as ciências sociais sublinhado o facto de os quadros de percepção, avaliação e orientação para a acção accionados pela generalidade dos seus membros serem cada vez mais influenciados por um conjunto de saberes que, elaborados originalmente em sede científica, se difundem no espaço social através da acção de círculos especializados de peritos. Daí à afirmação de que as nossas sociedades são eminentemente “reflexivas”, e os seus cidadãos generalizadamente dotados da lucidez analítica antes só acessível a elites restritas, não vai, muitas vezes, senão um passo.Tese aliciante e em certo sentido dificilmente infirmável, tantas são as manifestações da presença dos saberes “eruditos” nos discursos e tomadas de posição do “cidadão comum” sobre os mais variados domínios da realidade (corpo e saúde, ambiente, economia e gestão, política internacional, pobreza e desigualdade...), a verdade é que, para se tornar sociologicamente sustentável e politicamente inspiradora, não pode a mesma tese furtar-se a algumas interrogações e especificações cruciais.O próprio Anthony Giddens, um dos responsáveis pela introdução e popularização da noção de modernidade reflexiva nas ciências sociais, desde cedo se deu conta de alguns problemas que a mesma teria de enfrentar, embora sem daí chegar a retirar, na perspectiva da pequisa empírica, as necessárias implicações. Concretamente, disse ele, importa ter em devida conta que a apropriação social do conhecimento produzido e difundido pelo campo científico e pelos sistemas periciais não é indiferente à influência que as estruturas de poder económico, político e simbólico e os sistemas de valores e ideologias sociais exercem, em cada momento, nos circuitos de produção e circulação e nas condições de recepção de informação, especialmente a que incorpora alto teor de pericialidade. Não está aliás excluído, advertem outros autores, que sob a aparência de uma benévola e democrática extensão de saberes resguardados pelos títulos de legitimidade científica, se estejam reproduzindo e naturalizando, nas nossas sociedades, formas brandas, mas muito eficazes, de opressão. A este respeito, dificilmente pode deixar de se pensar no que foi, nas últimas décadas, o colossal efeito de encobrimento ideológico – na verdade, autêntica denegação da realidade – do discurso dito neoliberal inspirado nas teorias económicas dominantes no campo académico.O livro que aqui se apresenta enfrenta nos seus primeiros capítulos, com determinação e grande competência, alguns destes problemas, utilizando como objecto de análise empírica o modo como um jornal dito de referência – o “Público” – participou activamente, na sequência da publicação, em 2001, do chamado ranking das escolas, na produção social de opiniões a respeito do sistema de ensino português e, por essa via, na definição das próprias orientações de política educativa do país.O facto de, para apoiar a sua argumentação, ter a autora recorrido extensamente, nesta fase do seu trabalho, ao paradigma teórico do agenda setting, concepção e modo de abordagem utilizados no âmbito das ciências da comunicação para salientar o papel determinante que a selecção dos tópicos noticiáveis tem na emergência do que, em cada época, se considera serem os “problemas sociais” relevantes e as intervenções transformadoras possíveis, constituiu uma opção particularmente feliz. E isso, tanto mais quanto a indagação em causa foi conduzida com a preocupação de analisar de forma rigorosa e sistemática, e não meramente impressionista, o material discursivo publicado a este respeito no jornal “Público” entre 2001 e 2003.Os resultados desta pesquisa não se limitam ao enunciado de umas tantas regularidades temático-discursivas. Revelam, além disso, que, no conjunto (hierarquizado) das secções do jornal em que o tema foi abordado, estiveram em confronto (ainda que sob as vestes de uma alegada neutralidade técnico-científica) posições ideológicas precisas sobre a realidade educativa portuguesa e o modo de conduzir as políticas do sector. E que a visão dita meritocrática (associada à defesa da selectividade, da promoção da excelência, do direito à livre escolha das famílias em matéria educativa) se sobrepôs, nas páginas do jornal, à defesa de princípios claramente centrados nas exigências de democratização do ensino, com promoção das condições de igualdade de oportunidades em termos de acesso e sucesso escolares.Contrariando qualquer veleidade de considerar o espaço dos media como um lugar de afirmação, em condições de concorrência perfeita, “de todas as opiniões”, demonstra a autora que são os grupos sociais mais dotados em capital cultural, escolar e linguístico e, dentro destes, o conjunto restrito do que ela designa como “reflexivos profissionais”, que, no essencial, monopolizam a enunciação, transformando-se em “amplificadores culturais” autorizados e “com autoridade” na matéria. A emergência, na ressaca dos debates mais acesos do ano de 2001, de vozes “não-autorizadas” de “reflexivos militantes” dá a entender, ainda assim, de acordo com a autora, que há lugar, nesta discussão tão crucial para o futuro do país, para formas de reflexividade alternativas, contra as correntes dominantes.Em qualquer caso, contudo, e ao contrário do que se sugere nas visões mais optimistas da modernidade reflexiva, é, segundo a autora, com base em crenças e racionalizações ideológicas, muito mais do que em análises cientificamente fundadas sobre os constrangimentos sociais, institucionais e culturais dos processos de ensino-aprendizagem concretos, que as tomadas de posição sobre o sistema educativo com expressão mediática significativa tendem a organizar-se.Não ficam por aqui - e já seriam muitos - os méritos deste livro.E isso porque a autora, indo para além de uma análise estritamente centrada nos circuitos de informação que constroem opiniões e induzem decisões nesse espaço de interinfluência em círculo vicioso que hoje caracteriza a relação entre o campo dos media e o campo político, quis saber, com os instrumentos teóricos e as técnicas de observação da sociologia, até que ponto e de que modo veio a publicação dos rankings escolares influenciar as práticas organizacionais e lectivas concretas nas escolas portuguesas.Não se trata já, neste segundo momento do estudo, de analisar a componente de produção discursiva da reflexividade mediatizada: está em causa, isso sim, perceber como na actividade concreta das escolas são – se é que são – apropriados os movimentos de opinião e as oscilações políticas gerados pela publicação dos rankings. Passa a estar-se mais no domínio da consciência prática, do atrito e da confrontação entre profissionais que actuam em organizações concretas e com públicos estudantis socialmente muito diferenciados do que no de uma apropriação neutra e transparente, por parte dos actores sociais, de horizontes de conhecimento legitimados por sistemas periciais, como admitem alguns teorizadores “da” modernidade.Neste olhar sobre a vida real das escolas, a primeira consequência que se retira é a de que não foram lineares nem uniformes os efeitos da publicação dos rankings.Admitindo a generalidade dos professores do 12º ano inquiridos que, ao classificarem e hierarquizarem escolas, as listagens publicadas pela imprensa produzem indirectamente uma avaliação da sua própria prática profissional, muitos são também os que contestam a justeza dessa mesma avaliação – avaliação sempre de algum modo cega, pois deliberadamente ignora os processos sociais que estão na base das diferenças de resultados escolares constatadas.No vasto conjunto de conclusões que, nesta fase da pesquisa, se obtiveram – e que aqui não podem sequer ser minimamente aflorados –, uma há que merece especial destaque. Referimo-nos ao facto de, na perspectiva de muitos professores, a publicação dos rankings ter reforçado, como aliás em certa medida já tinha ocorrido com a introdução de exames nacionais na avaliação dos estudantes, a componente instrumental-cognitiva do trabalho escolar, em detrimento de outras dimensões das aprendizagens – nomeadamente no domínio da formação para a cidadania e para a autonomia criadora –, que, no entanto, continuam a ser consideradas centrais na abstracta perspectivação das grandes missões atribuídas à escola em sociedades ditas “participativas” e “aprendentes”.Ajudando a resolver o velho dilema implícito na dicotomia universalidade/diversificação de pedagogias em favor da uniformização pragmática das práticas docentes - e, nessa medida, contribuindo para reduzir por via burocrática incertezas e algumas culpabilizações dos professores –, nem por isso se generalizou, entre estes, o apoio à publicitação dos rankings. Tudo indica que, para a maioria, a ameaça à função democratizadora da escola e o incentivo a práticas de ensino instrumentalizadas e mercantilizadas, vistos como efeitos perversos daquela publicitação, se sobreponham às vantagens pessoais que eles possam garantir.A autora não descura, neste seu inventário dos “reflexos da reflexividade mediatizada” nas escolas do ensino secundário, o conjunto de efeitos indirectos que os rankings podem ter produzido na actividade docente por intermédio de mudanças operadas ao nível das práticas organizacionais. Reconhecidos abertamente apenas por uma minoria dos docentes inquiridos, parece difícil, no entanto, ignorar a sua presença objectiva no quotidiano das escolas. Subtilmente, tais mudanças estariam contribuindo neste nível de ensino para apagar do horizonte da acção docente tudo o que nela se relacione primordialmente com o relacionamento afectivo e a empatia comunicacional necessários para concretizar, junto das gerações mais jovens, aprendizagens escolares bem sucedidas e a criação de vínculos interpessoais, que não excluem distância crítica, necessários a uma sua efectiva integração social.São tópicos, dúvidas e desafios mais do que suficientes para fazer da leitura deste livro um estimulante exercício sociológico e um convite sereno a mudar racionalmente o que houver a mudar nas escolas e nas práticas docentes.José Madureira Pinto
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October 12 2009, 3:10pm | Comments »
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Uma Obra Actualíssima, numa interpelação clara a todos nós
http://terrear.blogspot.com/2009/09/uma-obra-actualissima-numa-interpelacao.html
Numa edição da Fundação Manuel Leão, onde pode ser encomendada, ao preço de lançamento.
September 30 2009, 4:57pm | Comments »
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Rankings Investigação
http://terrear.blogspot.com/2008/12/rankings-investigao.html
via Blasfémias. Fonte
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December 18 2008, 5:10pm | Comments »
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A Óbvia DesIgualdade de Oportunidades
http://terrear.blogspot.com/2008/11/bvia-desigualdade-de-oportunidades.html
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November 2 2008, 2:42pm | Comments »
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MEP
http://terrear.blogspot.com/2008/11/mep.html
Outra forma de fazer o ranking: ver as escolas que melhoraram mais do ano passado para este ano. No primeiro lugar, uma escola pública.
De 2001 a 2007, a escola que mais evoluiu: Escola Secundária Manuel da Fonseca.
Dados trabalhados pelo Movimento Esperança Portugal. Outros olhares.
November 2 2008, 11:58am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Rankings...
http://terrear.blogspot.com/2008/10/rankings.html
Assiste-se hoje ao folclore dos rankings. Com o grande destaque do sucesso extraordinário da Matemática no 12º ano e o insucesso (decréscimo ligeiro em relação ao ano anterior) do Português. Como aqui já se disse, embora haja diversas variáveis a considerar, a mais determinante neste resultados é a própria prova de exame. Sobre isto não há margem para dúvidas. Há 100% de certeza. Quer na
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October 29 2008, 7:42am | Comments »
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