In this context, PISA 2009 found that:• In countries where schools have greater autonomy over what is taught and how students are assessed, students tend to perform better.• Within countries where schools are held to account for their results through posting achievement data publicly, schools that enjoy greater autonomy in resource allocation tend to do better than those with less autonomy. However, in countries where there are no such accountability arrangements, the reverse is true.• Countries that create a more competitive environment in which many schools compete for students do not systematically produce better results.• Within many countries, schools that compete more for students tend to have higher performance levels, but this is often accounted for by the higher socio-economic status of students in these schools. Parents with a higher socio-economic status are more likely to take academic performance into consideration when choosing schools.• In countries that use standards-based external examinations, students tend to do better overall, but there is no clear relationship between performance and the use of standardised tests or the public posting of results at the school level. However, performance differences between schools with students of different social backgrounds are, on average, lower in countries where more schools use standardised tests.In recent years, many school systems have moved away from a model of purely administrative control and towards one where schools become more autonomous organisations, accountable to their users and to the public for outcomes. The PISA results suggest that some features of autonomy and accountability are associated with better performance. However, this is not a simple relationship under which any policy to increase autonomy, accountability or choice will improve student outcomes.Fonte, PISA, 2010Parece que em Portugal só se segue o que não interessa.
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A Autonomia Conta quando conjugada com responsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2011/01/autonomia-conta-quando-conjugada-com.html
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January 11 2011, 4:26pm | Comments »
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Aprendizagem e Responsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2010/10/aprendizagem-e-responsabilidade.html
Si nous plaçons le concept d'apprentissage au centre de la réflexion sur Ie développement de la société, nous discernerons plus clairement nos responsabilités dans cet effort indispensabIe de soi sur soi qui est l'honneur de l'espèce humaine. En effet, aucun être humain, aucune institution ne peuvent s'arroger la mission de forcer autrui à se diriger mieux pour devenir plus efficace. Mais chacun d'entre nous a la responsabilité d'utiliser sa Iiberté pour contribuer à créer les conditions de cet apprentissage. Ce faisant, nous apprendrons nous mêmes à nous transformer et a nous développer. Michel Crozier, obra citada
October 24 2010, 2:33pm | Comments »
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Valores, Sentido do Dever, Responsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2010/05/valores-sentido-do-dever.html
A parte final da crónica de hoje de Miguel Santos Guerra:Hay que preocuparse en la formación por la esfera de los valores. No se debe olvidar que fueron médicos muy buen preparados, ingenieros muy bien formados y enfermeras muy capacitadas en su oficio los profesionales que diseñaron las cámaras de gas en la Segunda Guerra Mundial. ¿Sabían mucho? Sí, sin duda. Se han hecho estudios sobre lo bien que ventilaban los hornos crematorios. Pero carecían de una parte esencial de la formación: la dimensión ética. No tenían conciencia de su deber.En la formación, en el trabajo y en la evaluación de los profesionales hay que tener en cuenta como criterio esencial el saber ser un auténtico profesional. Y eso requiere tener buenas actitudes, relaciones respetuosas y desarrollo de los valores. Me gusta brindar a los profesionales un lema que a mí me ha servido en el desarrollo de mi actividad: “Que mi institución sea mejor porque yo estoy trabajando en ella”.Es preciso ejercitarse en el cumplimiento del deber. De manera placentera a veces y otras esforzada. Thomas W. Wilson decía: “El carácter se forja en el gran laboratorio diario del deber”. Pero todavía hay una exigencia más compleja e importante, que nos recuerda Alejandro Vinet: “Nada vale que se nos enseñe cuál es nuestro deber si no se nos hace amarlo”.
May 22 2010, 5:22am | Comments »
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Da Irresponsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2010/02/da-irresponsabilidade.html
A parte final da crónica de hoje de Miguel Santos Guerra:Desde el punto de vista social, la irresponsabilidad demuestra una pésima integración del individuo en una colectividad civilizada. Por eso el individuo maduro, el individuo responsable, es capaz de asumir sus fallos y sus limitaciones. Y es capaz de hacer frente a la consecuencias de sus actos.Pascal Bruckner, autor en 1995 de “La tentación de la inocencia”, auténtico vademecum de la moderna cultura de la irresponsabilidad, dice: “Llamo inocencia a esa enfermedad del individualismo que consiste en tratar de escapar de las consecuencias de los propios actos, a ese intento de gozar de los beneficios de la libertad sin sufrir ninguno de sus inconvenientes”.Al rechazar su responsabilidad, las personas se convierten en autistas morales. Unas veces mediante la maldad, otras mediante el autoengaño. Y es que, como decía La Rochefoucauld: “Es tan fácil engañarse a uno mismo sin darse cuenta como engañar a los demás sin que se den cuenta”. No nos engañemos. No nos dejemos engañar.Fonte
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February 27 2010, 6:38am | Comments »
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Elogio da liberdade e da responsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2010/01/elogio-da-liberdade-e-da.html
"A origem etimológica da palavra responsabilidade é a do verbo latino respondere,que significa responder. Há quem não saiba responder pelos seus actos. Quem actua com a inconsciência de uma criança, com a estupidez de um imbecil ou com a maldade de um degenerado. Para que haja responsabilidade tem de haver liberdade. Se não fossemos livres não podíamos ser responsáveis. Estaríamos entregues ao determinismo biológico, psicológicoou social. Não basta ser livres. Há que aprender a ser responsáveis. Com oexercício paciente e esforçado da responsabilidade. O que supõe deixar deser crianças e aprender a ser adultos. O infantilismo está na base da irresponsabilidade.E também a adulteração da consciência."Estas lúcidas palavras de Miguel Santos Guerra podem ser a marca do tempo que devíamos comemorar e do tempo educativo que deveríamos permanentemente exigir e construir. Autonomia, liberdade, responsabilidade. Que são os vértices do triângulo que pode resgatar a escola da menoridade cívica e intelectual que a paralisa. Que a adia para outro século.Como repetidamente temos dito e escrito nos últimos 20 anos, é o modo de governo da escola, é a relação infantilizante que os poderes centrais persistem em manter, é a crença na incapacidade de pensar e decidir ao nível das organizações educativas, é a suspeita de que aspessoas agem em função não do que é justo, adequado e sensato, mas do compadrio e "amiguismo", é dis posição aprendida para a conformidade e segurança do escravo, é a radical desconfiança das pessoas e das organizações que têm enclausurado aescola portuguesa no descalabro.Por isso aqui hoje elogiamos a liberdade e a responsabilidade. Os professores querem poder responder com a sua quota-parte de responsabilidade. E exigem que todos os outros responsáveis educativos sejam também chamados a responder. Só nessa altura a escola portuguesa estará pronta a emergir da asfixia.
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January 26 2010, 5:57am | Comments »
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Uma pedagogia da autonomia e da responsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2010/01/uma-pedagogia-da-autonomia-e-da.html
Todos sabemos que a autonomia se conjuga com a responsabilidade. Ter (e reivindicar) a liberdade de criar as normas que regulam a nossa acção é um dos bens essenciais da actividade docente. Porque nos faz criadores e autores e nos afasta da tentação dorebanho. E porque os alunos são os principais beneficiários de uma acção que se orienta a pensar nas suas necessidades de aprendizagem.É óbvio que a autonomia e a liberdade só existem num quadro deresponsabilidade e no âmbito de uma ética profissional. Agir profissionalmente é sempre trabalhar para cuidar do outro, para o fazer crescer, colocando os interesses próprios e pessoais legítimos em segundo lugar.Só uma ordem política apostada em promover a autonomia e a responsabilidade (e facultar os devidos apoios, meios e recursos) terá condições de fazer evoluir as práticas educativas para cenários mais positivos e gratificantes.Infelizmente, vivemos tempos paradoxais. Por um lado, há a afirmação retórica desta senda. Mas, por outro, há excessivas práticas de desautorização, de proletarização e funcionarização docente, de desconfiança declarada. O eterno problema do “medo de existir” na liberdade, na diferença e nas singularidades.Nesta desordem vivemos. Na esperança (sempre na esperança) de que uma réstia de luz a todos nos ilumine. E nos faça querer trilhar outros caminhos. Ou, em última instância, nos obrigue a mudar de vida. Porque ser professor não é uma actividade qualquer. Lida e forma pessoas. Cria (ou destrói) futuros. E é por isso inadmissível uma postura ou uma disposição descomprometida, alheada ou incompetente nos diversos planos da acção (científico, técnico, pedagógico).
January 18 2010, 9:44am | Comments »
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Exames, práticas pedagógicas e impactos
http://terrear.blogspot.com/2009/10/exames-praticas-pedagogicas-e-impactos.html
En el cuarto-siglo pasado y especialmente durante la década pasada, las exámenes y la noción de responsabilidad educative (accountability) han dominado las políticas educativas en los estados y a nivel nacional. Una preocupación frecuente es acerca de los efectos de los exámenes sobre la reestructuración de la enseñanza. Pero tales preocupaciones suelen no considerar la evidencia acerca de las estructuras profundas existentes en las aulas (la mezcla de prácticas centradas en los profesores y centradas en los estudiantes) en sus contextos históricos. Este artículo amplía la investigación histórica presentada en How Teachers Taught (Cuban, 1993 Como Enseñaban los Profesores) a la actualidad presente en tres distritos escolares metropolitanas. Mientras que los exámenes y la noción de responsabilidad educativa son las preocupaciones más obvias de los docentes, el ambiente híbrido de las salas de clase documentado en How Teachers Taught se ha hecho más intenso. Este artículo documenta esta linea de continuidad y discute la aparente inconsistencia entre la evidencia de un ambiente híbrido en las aulas y las consecuencias no-intencionales de los exámenes y la noción de responsabilidad educativa.Palabras clave: Sin dejar un solo niño/a rezagado; contexto escolar; enseñanza centrada en los docentes; enseñanza centrada en los alumnos.Acesso texto integral
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October 15 2009, 4:16pm | Comments »
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Responsabilidade e Querer
http://terrear.blogspot.com/2009/09/responsabilidade-e-querer.html
(...)No entanto, a verdade é que nem os professores e os pais mais dedicados, nem as melhores escolas do mundo são capazes do que quer que seja se vocês não assumirem as vossas responsabilidades. Se vocês não forem às aulas, não prestarem atenção a esses professores, aos vossos avós e aos outros adultos e não trabalharem duramente, como terão de fazer se quiserem ser bem sucedidos.E hoje é nesse assunto que quero concentrar-me: na responsabilidade de cada um de vocês pela sua própria educação.Precisamos que todos vocês desenvolvam os vossos talentos, competências e intelectos para ajudarem a resolver os nossos problemas mais difíceis. Se não o fizerem - se abandonarem a escola -, não é só a vocês mesmos que estão a abandonar, é ao vosso país.Eu sei que não é fácil ter bons resultados na escola. Tenho consciência de que muitos têm dificuldades na vossa vida que dificultam a tarefa de se concentrarem nos estudos. Percebo isso, e sei do que estou a falar. O meu pai deixou a nossa família quando eu tinha dois anos e eu fui criado só pela minha mãe, que teve muitas vezes dificuldade em pagar as contas e nem sempre nos conseguia dar as coisas que os outros miúdos tinham. Tive muitas vezes pena de não ter um pai na minha vida. Senti-me sozinho e tive a impressão que não me adaptava, e por isso nem sempre conseguia concentrar-me nos estudos como devia. E a minha vida podia muito bem ter dado para o torto.(..,) Mas decidam o que decidirem gostava que se empenhassem. Que trabalhassem duramente. Eu sei que muitas vezes a televisão dá a impressão que podemos ser ricos e bem-sucedidos sem termos de trabalhar - que o vosso caminho para o sucesso passa pelo rap, pelo basquetebol ou por serem estrelas de reality shows -, mas a verdade é que isso é muito pouco provável. A verdade é que o sucesso é muito difícil. Não vão gostar de todas as disciplinas nem de todos os professores. Nem todos os trabalhos vão ser úteis para a vossa vida a curto prazo. E não vão forçosamente alcançar os vossos objectivos à primeira. Excertos de discurso de Obama
September 15 2009, 4:23pm | Comments »
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Do Triângulo da Responsabilidade
http://terrear.blogspot.com/2009/08/do-triangulo-da-responsabilidade.html
A parte final da crónica de Miguel Santos Guerra:Para que los errores se reduzcan al mínimo, hace falta que converjan tres dimensiones igualmente importantes. Serían los tres vértices de un triángulo. Sin uno de ellos, no hay triángulo. Es decir, no hay solución.El primer vértice es SABER. El profesional que trabaja con personas tiene que ser competente. Tiene que saber, tiene que saber hacer. Por eso debe formarse bien (teórica y prácticamente) y perfeccionarse cada día. No es aceptable decir que la práctica lo irá formando porque, de eso modo, irá aprendiendo a costa de sus víctimas. No sé si la enfermera sabía por dónde tenía que alimentar al niño. Estoy seguro de que lo sabía. No era una enfermera veterana, pero tampoco era una novata.El segundo vértice es QUERER. Hay que poner empeño y voluntad. Las distracciones y los despistes, se pagan caros. No es igual trabajar con personas que con ladrillos o con minerales. Hay que saber y hay que querer. Querer hacerlo bien porque, aunque sepas, nada irá bien si no pones empeño y amor en las cosas que haces. ¿Quiso la enfermera hacerlo bien? Seguro que sí pero, por descuido o por precipitación, se equivocóEl tercer vértice es PODER. El trabajo se hace en unas determinadas condiciones. Hay condiciones adecuadas e inadecuadas, suficientes e insuficientes, buenas y malas. Las condiciones no dependen siempre del profesional, muchas veces dependen de la política general y de la institución concreta. Dependen, en definitiva, de quienes gobiernan las instituciones. Al parecer, la enfermera, a quien la supervisora, permitió acudir a la UCI de neonatología, tenía una buenas condiciones para realizar su trabajo.: pocos enfermos a su cargo, tiempos suficientes, espacios adecuados… ¿Qué falló?¿Qué hacer ahora? Lamentar los sucedido y pedir responsabilidades, sí. Pero, sobre todo: aprender personal e institucionalmente, garantizar la presencia del triángulo de la prevención. Es preciso poner todos los medios para evitar que los errores se produzcan. Nadie podrá devolver la vida al pequeño Ryan, pero sí será posible evitar que otros bebés corran su misma suerte.
August 1 2009, 6:32am | Comments »
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10 notas finais de um seminário
http://terrear.blogspot.com/2009/07/10-notas-finais-de-um-seminario.html
Procurando fazer uma súmula de algumas ideias-chave sobre o seminário "Culturas de Liderança, de Responsabilidade e de Compromisso" enuncio dez tópicos:1. Humildade. Porque se sabe que nunca se sabe tudo. Porque se sabe que o erro (de diagnóstico, de previsão...) sempre espreita. Porque se sabe enfim que a racionalidade é limitada e que há múltiplas inteligência à espera de poderem emergir.2. Escuta. A escuta é uma das variáveis-chave da gestão. Porque os outros são imprescindíveis para a acção, para a melhoria dos procedimentos e dos resultados. Sem a valorização da escuta ficaremos desligados da realidade e morreremos.3. Confiança. A confiança alimenta-se da valorização do outro. Da valorização das diferenças. Porque o real é complexo e inacessível a uma visão monista. Porque "tudo é diferente de nós e por isso é que tudo existe".4. Activação do querer individual e colectivo. Porque sem a vontade pouco ou nada se faz. O querer é a base imprescindível do agir, do aprender. Daí que uma dasmais relevantes tarefas políticas seja a do fazer querer as pessoas.5. Promoção do saber centrado na acção concreta. Porque os problemas só se resolvem com os saberes situados e contingentes.6. Empowerment. Agir de modo a potenciar o acesso e o exercício do poder por parte das pessoas. Gerar capacidades para desejar intervir.7. Modelo de governação. Já não fundado no mando e no controlo burocrático (consabidamente ineficaz e infeliz), mas nas pontes, nas redes, nas chaves, nos andaimes, na ideia de arquipélago.8. Liderança ao serviço dos outros, das aprendizagens. Liderança distribuída para alavancar os muitos quereres muitas vezes dispersos e balcanizados.9. Mais responsabilidade (pessoal e organizacional) e menos julgamentos e prestação de contas.10. Compromisso. Porque sem essa vontade e essa liberdade só mudam as aparências.E aqui temos todo um programa de acção para o governo da educação portuguesa.
July 27 2009, 12:38pm | Comments »

