Daisy é uma menina que vive em Los Angeles, frequenta o 5º ano e que, contra tudo e contra todos, não desiste dos seus planos para o futuro; Francisco nasceu e cresceu no Bronx e a sua mãe tudo fará para que a vida lhe dê uma oportunidade; Anthony vive em Washington e prometeu a si mesmo não deixar que a droga, que condenou o seu pai, faça o mesmo com ele; Emily está no 8º ano, em Silicon Valley e o seu maior medo é que seja sempre marcada por não “se enquadrar” na universidade; e, finalmente, Bianca que frequenta um jardim infantil da zona de Harlem e é filha de uma mãe solteira, terá de esperar para ver se a bola da sorte para uma educação digna saia de uma tômbola igual à do euromilhões.Estas são as personagens principais do documentário vencedor do Sundance Festival e cujo argumentista e realizador é, nada mais, nada menos do que Davis Guggenheim, o responsável pelo êxito de “Uma Verdade Inconveniente” que acabou por dar “um” ou “o” empurrão a Al Gore na vitória do polémico Nobel da Paz. Desta vez, a verdade inconveniente é outra e está relacionada com o sistema educacional dos Estados Unidos que, outrora considerado um dos melhores do mundo, sofre hoje de clivagens profundas e de métodos muito pouco ortodoxos.Notícia integral
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Lá por fora - Waiting for Superman - Os EUA e a tômbola da sorte
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October 3 2010, 4:06pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Recensão das obras do Joint Committee on Standards for Educational Evaluation (1994, 2003, 2009).
http://terrear.blogspot.com/2009/10/recensao-das-obras-do-joint-committee.html
Produto de um trabalho extenso, alargado, aturado, moroso, abnegado e rigoroso, que conduziu a um consenso abrangente no seio da comunidade educativa norte-americana, sem dúvida por força da participação empenhada e representativa das grandes organizações científicas e profissionais da educação dos Estados Unidos da América (e, também, do Canadá), os três conjuntos de standards, publicados pelo Joint Committee on Standards for Educational Evaluation (JCSEE), constituem, por força desse esforço, no seio de uma vasta nação, e pelo lugar que a produção desse país ocupa no plano científico e profissional mundial, uma referência incontornável para todos aqueles cuja actividade laboral envolve directamente a avaliação, sobretudo no âmbito educativo, mas, também, para todos quantos por ela são afectados, o que eleva bastante mais o seu alcance.De facto, desde a primeira publicação, em 1981, associações de avaliação de países dos quatro cantos do planeta começaram a introduzir orientações, princípios e padrões profissionais desenvolvidos com base (ou com inspiração) neles (Simons, 2006). Segundo esta autora, os standards do JCSEE são os mais exaustivos e extensamente publicados, tendo, na Europa, sido, inclusivamente, adoptados e/ou adaptados pela Sociedade Suíça de Avaliação e pela Sociedade Alemã de Avaliação, enquanto, na Oceania, alicerçaram o debate em torno dos códigos de conduta profissional na Sociedade Australasiática de Avaliação.Surgimento e obra do Comité Misto para os Standards de Avaliação em EducaçãoEm 1974 um comité indigitado pela Associação Americana de Investigação em Educação (AERA), pela Associação Americana de Psicologia (APA) e pelo Conselho Nacional de Medida em Educação (NCME), completou a revisão da edição de 1966 dos Standards de Testes e Manuais de Psicologia e Educação, publicados pela Associação Americana de Psicologia (Joint Committee on Standards for Educational Evaluation, 1994). Esse comité considerou que incluir uma secção sobre avaliação nos standards dos testes extravasava o quadro da revisão, pelo que recomendou a constituição de um outro comité para tratar o assunto. As três organizações formaram um novo comité, que reuniu pela primeira vez no Outono de 1975 e estendeu os seus membros a mais doze organizações nacionais interessadas na qualidade da avaliação em educação.Em 1981 foi publicada a primeira edição dos Standards de Avaliação de Programas, Projectos e Materiais Educativos (Joint Committee on Standards for Educational Evaluation, 1981), a cuja revisão, de 1994, nos reportamos aqui; em 1988, surgiu e primeira edição dos Standards de Avaliação do Pessoal da Educação (Joint Committee on Standards for Educational Evaluation, 1988), revistos em 2009, e em 2003 conhecem a luz do dia os Standards de Avaliação de Estudantes, que remetem principalmente para a avaliação interna, quotidiana, efectuada pelo professor na escola, continuando a avaliação externa e em larga escala a ser mais abrangida pelos Standards dos Testes de Psicologia e Educação, revistos em 1999 (Joint Committee on Standards for Educational Evaluation, 2003).Fonte
October 17 2009, 5:21pm | Comments »
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A Alma dos Professores e o Terror da Performatividade
http://terrear.blogspot.com/2009/06/alma-dos-professores-e-o-terror-da.html
Para além da doxa:This paper is the latest in a short series on the origins, processes and effects of performativity in the public sector. Performativity, it is argued, is a new mode of state regulation which makes it possible to govern in an ‘advanced liberal’ way. It requires individual practitioners to organize themselves as a response to targets, indicators and evaluations. To set aside personal beliefs and commitments and live an existence of calculation. The new performative worker is a promiscuous self, an enterprising self, with a passion for excellence. For some, this is an opportunity to make a success of themselves, for others it portends inner conflicts, inauthenticity and resistance. It is also suggested that performativity produces opacity rather than transparency as individuals and organizations take ever greater care in the construction and maintenance of fabrications.S. Ball, Texto Integral
June 10 2009, 9:51am | Comments »
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