Sempre haverá vento favorável para quem sabe aonde quer chegar… (porque pode navegar à bolina, por exemplo...)E a mudança mais sensível talvez seja a de criar um processo de monitorização que ajude a melhorar continuamente o projecto do TA, inserindo-o de forma mais consistente em todo o Trabalho de Escola. Em termos estritamente pessoais não posso deixar de me congratular e de felicitar todos os que persistem na realização dos sonhos de uma outra escola….Assim terminei hoje a minha intervenção na ESE de Setúbal, apresentando uma "quase avaliação iluminativa" sobre o "Trabalho Autónomo" no Agrupamento de Vialonga.
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Uma escola para aprender
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July 6 2010, 3:38pm | Comments »
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O "fracasso" não existe
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Uma das lições mais importantes que aprendi, trabalhando com pessoas de sucesso ao longo dos anos, é que o "fracasso" é uma atitude e não um resultado. Ou seja, não tem nada a ver com os resultados produzidos, e tem tudo a ver com a forma como se enquadram as coisas. Por exemplo, depois da tentativa infrutífera número 700 de Thomas Edison para inventar a lâmpada eléctrica, foi interrogado por um repórter do New York Times: "Como se sente por ter falhado setecentas vezes?" O grande inventor respondeu com um exemplo clássico de perspectiva positiva: "Não falhei setecentas vezes. Não falhei uma única vez. Consegui provar que essas setecentas formas de fazer não funcionam. Quando tiver eliminado todas as formas em que não funciona, terei descoberto a forma como funciona." Milhares dessas provas de sucesso do que não funcionava sucederam-se, mas Edison descobriu finalmente "a forma que funcionava", e ao fazê-lo. iluminou o mundo.Acima de tudo, o que Edison conseguiu fazer foi enquadrar o seu desafio específico para se manter motivado. Foi suficientemente flexível na sua forma de pensar para ter mais escolhas. E você, consegue ter a mesma flexibilidade!(Paul McKenna)
May 27 2010, 1:15pm | Comments »
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Respostas à Heterogeneidade
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Élèves en difficulté d’apprentissage : parcourset environnements éducatifs différenciésen fonction des structures scolaires.Ler para saber
May 26 2010, 4:38pm | Comments »
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Marcas
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May 25 2010, 4:19pm | Comments »
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Educação, qualidade, sucesso...
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No Le Monde de hoje....(...)La qualité d'un établissement, collège ou lycée, réside principalement dans la qualité de ses professeurs. Or aujourd'hui ce sont les jeunes diplômés qui viennent enseigner dans les collèges les plus sensibles. Tout l'enjeu de la réussite scolaire n'est pas de répartir des meilleurs élèves dans la France entière, mais de véritablement aider le plus en difficulté. Ce qu'il faut, ce sont des équipes pédagogiques plus expérimentées pour pouvoir assurer un suivi continu des élèves le long de leur scolarité. Bien souvent, le problème réside dans le fait que les parents ne sont pas là pour aider l'élève, la barrière de la langue étant trop forte. Si les jeunes se sentent soutenus et réellement instruits par leurs professeurs, la motivation sera là. L'école, ne l'oublions pas, sert aussi à ouvrir les esprits à la culture, et à donner le goût pour la connaissance quand l'environnement familial ne le permet pas. Mais quand les jeunes professeurs, confrontés au surmenage, sont eux-mêmes démotivés, l'école ne satisfait plus à sa fonction.Fonte
May 13 2010, 11:52am | Comments »
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Uma Formação que tem de fazer Brilhar os Olhares
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O que leva cerca de 250 professores que trabalham no projecto Fénix a procurarem a formação em torno do ensino e das aprendizagens mais eficazes, da organização de redes de comunidades de prática, da motivação? O que nos faz mover? A sede de conhecimento? A fome de ser uns com os outros? A vontade de praticar a autonomia? O desejo de termos consciência dos nossos poderes e sermos co-autores do nosso destino? A determinação de cumprirmos o nosso propósito de atingirmos os objectivos?Ontem, em Évora, ante-ontem em Lisboa, amanhã no Porto. Motivos mais do que perfeitos para acreditarmos e confiarmos
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April 28 2010, 3:11pm | Comments »
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O Jogo da Contribuição
http://terrear.blogspot.com/2010/03/cresci-em-uma-tradicional-familia.html
Cresci em uma tradicional família judaica, o que significa, sem muitos mimos e moleza, o pressuposto de que todas as crianças seriam um "sucesso". Isto nunca foi claramente expresso, mas estava implícito em grande parte de nosso relacionamento familiar.Todas as noites na hora do jantar, por exemplo, com meus pais sentados um em cada cabeceira da mesa e os quatro filhos nas laterais, meu pai virava-se para meu irmão mais velho e perguntava: "O que você fez hoje?" E meu irmão passava a descrever, por um tempo que me parecia longo demais, todas as coisas que havia realizado. Depois, a mesma pergunta era feita ao meu segundo irmão, e em seguida à minha irmã. Quando chegava a minha vez, eu estava com os nervos à flor da pele, porque normalmente não sabia o que havia feito de tão importante. Pior ainda, percebia que a questão lançada não era exatamente "O que você fez hoje?", mas "O que você conquistou hoje?" Pensava que não havia conseguido tanto quanto os meus irmãos. Assim, cresci em uma maré de ansiedade que permaneceu até a maturidade. O desejo do sucesso e o medo do fracasso são, como os dois lados da mesma moeda, inseparáveis. Eles me obrigaram a fazer um esforço além do que eu podia, causando-me e àqueles ao meu redor considerável sofrimento. O surpreendente foi que meu sucesso crescente pouco adiantou para diminuir a tensão, é claro.Até que veio um balde de água fria. Minha segunda esposa resolveu acabar com o casamento.Ao mesmo tempo declarou - embora não tenha ouvido no primeiro momento - que nós estaríamos sempre em parceria, e que dependia de nós inventar a forma. Era evidente que a família não prosperava do jeito como planejamos. "Vamos inventar uma forma", ela disse, "que nos permita contribuir mutuamente, e vamos estabelecer a distância que nos ajude a ser plenamente nós mesmos". Desabando pela segunda vez, compreendi e me segurei. Vi que a história, como um todo, era arranjada e que o jogo do sucesso era justamente esse, um jogo. Percebi que poderia inventar um outro jogo.Estabeleci um jogo chamado Eu sou uma contribuição. Diferente de sucesso e fracasso, contribuição não possui a outra face. Não é atingido por comparação. Simultaneamente, descobri que a imponente pergunta "Isso chega?" e a outra mais imponente ainda, "Sou amado por quem sou, ou pelo que realizei?" podem ser, ambas, substituídas por uma alegre pergunta: "Como serei uma contribuição hoje?"Quando eu era um garoto no jogo da hora do jantar e, depois, um adulto jogando o sucesso e o fracasso, constantemente criticava-me pelo que acreditava ser os padrões das outras pessoas. Nada era bom o bastante. Havia sempre uma outra orquestra - a despeito da que estava regendo - que eu achava iria me trazer mais sucesso, assim, eu nunca estava realmente presente quando estava no pódio. Quando comecei a namorar, eu me flagrava olhando por sobre meu ombro procurando alguém melhor. Muito do que eu fiz foi mensurado pelo sucesso que obtive, desta forma, raramente tive paz, tanto em minha vida profissional quanto pessoal. Como regente, guiei meus músicos e administradores para realizarem minhas ambições, e, não importando o apoio que recebia, eu me sentia inseguro. O jogo que eu estava jogando era o da competição, e neste jogo você pode fazer alianças com aqueles que estão do seu lado, cujos objetivos são idênticos aos seus; mas você não pode confiar em ninguém que esteja objetivando algo mais, para que isto não desvalorize o que você deseja para si próprio.Quando comecei a jogar o jogo da contribuição, por outro lado, descobri que não havia melhor orquestra do que a que eu estava regendo, ninguém melhor para se estar do que a pessoa com quem eu estava; na realidade, não havia nada "melhor". No jogo da contribuição você acorda todos os dias e aquece-se com a idéia de que você é um presente para os outros. Benjamin Zander, obra citada
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March 25 2010, 4:27pm | Comments »
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COMO ORGANIZAR A ESCOLA PARA O INSUCESSO EDUCATIVO
http://terrear.blogspot.com/2010/03/como-organizar-escola-para-o-insucesso.html
Mais um excerto de uma comunicação, proferida em 1988, de João Formosinho. Evidenciando, de forma irónica e cáustica, o que o sistema de melhor tem vindo a fazer.
2.1. A construção de uma estrutura curricular académica e uniforme com sequencialidade regressiva A organização da estrutura curricular da escola para o insucesso pressupõe a manutenção das linhas gerais que têm regulado a formulacão do currículo entre nós. Deve assim continuar a manter-se o currículo liberal, criado num molde liceal, apesar do seu fracasso perante a escola de massas (Fernandes 1985a). A unificação do ensino post-primário foi mais uma unificação curricular do que de vias 'de ensino ao nível do 5. o e 6. o anos, mas foi implementada como unifiçação de vias de ensino e unificação organizacional e curricular no ensino secundário geral (sobre as concepções iniciais da unificação ver Grácio 1986).
O desajuste entre a mudança de objectivos no ensino com o advento da escola de massas em Portugal no fim da década de 1960 (democratização da educação, igualdade de oportunidades) e a continuidade do modelo curricular uniforme (traduzido na licealização do ensino preparatório e secundário) é, sem dúvida, o pano de fundo' da organização de uma escola voltada para o insucesso educativo. Para operacionalizar esta ideia geral devem utilizar-se vários processos. Assim deve:
a) Manter-se toda a lógica geral do currículo uniforme, isto é, ser um currículo planeado centralmente por um grupo de "iluminados" (iluminismo), adoptado e mandado executar pelos serviços centrais (centralismo), enciclopédico e fragmentado com um pouco de tudo (enciclopedismo), completamente independente das características de alunos" professores e de escolas (abstracção) e preparatório para o grau escolar imediato (sequencialmente) (Formosinho 1985b); b) Manter, ou até aumentar, a componente académica do currículo sobretudo no novo segundo ciclo do ensino básico, de modo a que a transição do ensino primário para o preparatório seja causa de abandono significativo (Rodrigues-Silva 1985) e de falta do cumprimento massivo da escolaridade obrigatória (Alves-Pinto 1987). c) Justificar a uniformidade rígida do currículo com o argumento de o país ser pequeno e portanto, não justificar variantes regionais, ser a uniformidade condição necessária da igualdade de oportunidade (a igualdade identifica da com unidade) ou ser essencial transmitir exactamente os mesmos conhecimentos a todos os alunos; d) Consolidar e até incentivar a ideia da total prevalência do trabalho intelectual sobre o trabalho manual (Nota 14). e) Manter as condições que potenciam a uniformidade curricular na uniformidade de métodos de ensino e de avaliacão. A um currículo uniforme deve congruentemente corresponder uma pedagogia uniforme e uma avaliação uniforme. Pode manter-se uma aparência de grande liberdade do professor na escolha de métodos, mas através de determinação da carga horária uniforme por disciplina, da distribuição rígida dessa carga horária, da duração de cada aula, da identidade dos conteúdos e do controlo da extensão dos programas consegue impor-se um ritmo de implementação do currículo que só pode variar dentro de limites apertados conduzindo a uma predominância uniforme do método expositivo. Esta espartilha será tanto mais eficaz quanto menos for percebido pelos professores como controlo pedagógico (de facto o controlo do tempo escolar é um elemento essencial na liberdade pedagógica do professor, mas convém colocá-lo apenas como uma racionalização administrativa). A melhor maneira de os professores aceitarem esta pedagogia uniforme como natural é substituir a formação dos professores (formação com enquadramento teórico referencial e crítico em relação às práticas) pela socialização do professor na escola pelos práticos nas práticas docentes já estabelecidas (Formosinho 1986). f) Prolongar a uniformidade pedagógica para a uniformidade da avaliação. Quanto mais uniforme for o padrão de avaIiação mais aumenta a possibilidade da sua desadequação, isto é, maior é a probabilidade de ser inadequado às características, necessidades e educações informais de grupos de alunos e de ser inadequado em relação a muitos dos métodos de ensino usados (Formosinho 1985d). A avaliação uniforme, no entanto, só pode manter-se sem provas finais nacionais enquanto os professores não quiserem (ou não descobrirem) o poder que têm sobre o currículo e à avaliação se articularem a possibilidade prática de que usufruem agora de não cumprir integralmente o programa e a de controlarem localmente a avaliação (ver Valente 1985, 60-62). g) Continuar a manter a lógica da sequencialidade regressiva (Lemos-Pires 1985b) - o objectivo fundamental de cada grau de ensino deve ser preparar para o nível de ensino seguinte. Através deste processo o ensino superior é quem mais ordena, como diz Lemos Pires. Há que evitar sobretudo que o segundo ciclo do ensino básico se assuma como continuação do primeiro ciclo, isto é, que substitua a sequencialidade regressiva pela progressiva. Pode recorrer-se para isso ao argumento da necessidade de assegurar a qualidade científica rigorosa dos conteúdos ensinados, à necessidade de assegurar uma boa preparação para o secundário (ou outras variações da sequencialidade regressiva), apelar à defesa do estatuto dos professores do preparatório, etc. h) Manter firme a compartimentação disciplinar tão característica do currículo académico, pois ele é peça vital na organização de uma escola para o insucesso (Perrenoud 1985). Deve fazer proliferar as disciplinas com carga horária /reduzida, pois isso aumentará a compartimentação - quanto mais disciplinas o aluno tiver de frequentar mais a integração das diversas aprendizagens ficará a seu cargo; i) Promover a formação monodisciplinar dos professores e a criação de grupos monodisciplinares nas escolas no básico (do 5. o ao 9. o ano). Por um lado, tal medida viabiliza o currículo compartimentado disciplinarmente, por outro lado, incentiva um espírito de radicalismo monodisciplinar que perspectiva quase exclusivamente a educação como instrução, o que potencia a sequencialidade regressiva. Sobretudo deve manter-se o professor do ensino preparatório I mais especializado disciplinarmente no nosso ensino – na prática já acontece que em grande parte das escolas preparatórias os professores só ensinam dois níveis da mesma disciplina. Sendo o ensino preparatório uma zona chave a promoção aí da compartimentação do currículo e dos professores é essencial numa escola voltada para o insucesso. Promover também uma compartimentação " multiplicando a necessidade de os alunos mudarem de escola o que os obriga a ter de se adaptar com frequência a comunidades e a outros climas escolares. Assim em um possível esquema (em anos de escolaridade) de 9 + 3 ou 6+3+3 deve incentivar-se a manutenção do esquema 4 + 2 + 6, ou melhor ainda 4 + 2 + 3 + 3. É sobretudo de manter o ensino preparatório completamente separado do primário. i) Enfim, "Last but not the least", continuar a manter sem alterações o modelo de controlo e gestão centralizada do currículo, até porque ajudará a diminuir o empenhamento dos professores na sua implementação. Ora o empenhamento dos professores, se se articular com a criatividade pedagógica, é uma provável fonte de diversidade de práticas pedagógicas. Dum modo geral, podemos dizer que a aplicação desta lógica do insucesso à escola preparatória e secundária portuguesa já está em marcha há muito tempo; precisa apenas de uns ajustamentos numa perspectiva de racionalização uniformizadora global.
João Formosinho, Obra citada infra
March 15 2010, 6:04pm | Comments »
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Cronstruindo o sucesso através de dis posições profissionais
http://terrear.blogspot.com/2010/03/cronstruindo-o-sucesso-atraves-de-dis.html
Retomando o tema da construção do sucesso depois de ter hoje estado com cerca de 60 docentes que em dois agrupamentos têm construído novas oportunidades de sucesso escolar no âmbito do projecto fénix. Para acrescentar o seguinte:a) para além do modelo didáctico em uso, é de primordial importância o modelo de acção profissional. Gratificante ouvir uma professora dizer que agora se sente muito tentada a inovar, a arriscar, a experimentar novas soluções para os velhos problemas do insucesso. Ora, esta passagem do modelo de funcionário que se limita a cumprir instruções "superiores" e a "dar o programa" (mesmo que os alunos nada aprendam) para o modelo de profissional que é capaz de ousar, que é capaz de analisar as situações-problema, as situações-obstáculo e ensaiar as soluções ajustadas é de grande alcance pedagógico.b) esta acção profissional é, intrinsecamente, uma acção colaborativa, que reflecte sobre as práticas e aprende com os êxitos e inêxitos. E para isso, é de vital importância o tempo do encontro, da partilha, da construção de confiança.
March 4 2010, 3:03pm | Comments »
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Compreender o (in)sucesso
http://terrear.blogspot.com/2010/02/compreender-o-insucesso.html
En este trabajo se trata el fenómeno significativo del fracaso escolar: el fracaso en la escuela, y el fracaso de las escuelas. Comienza con la síntesis de algunas de las cuestiones críticas que los investigadores y hacedores de políticas comienzan a plantear acerca de cómo enfrentarse al fracaso escolar. Se centra en varios criterios para identificar a las escuelas que fracasan o cuyo rendimiento es bajo a corto y largo plazo. Asimismo, examina cómo las distintas clases de escuelas experimentan diferentes tipos de bajo rendimiento, haciéndose preguntas acerca de las estrategias de mejora que deberían adoptarse para responder ante los distintos tipos de dificultades a los que se enfrentan las escuelas con bajo rendimiento. Siguiendo esta síntesis crítica sobre cuál es la mejor forma de identificar y mejorar las escuelas que fracasan, el trabajo plantea algunas preguntas profundas acerca del significado del fracaso escolar en sí mismo. Especialmente, analiza las políticas emocionales del orgullo y la vergüenza, la distinción y el disgusto que rodean las ideas y experiencias de la gente sobre el éxito y el fracaso en la escuela. Veremos cómo estos temas llegan a la raíz de la definición, o falta de ella, de los primeros logros y éxitos que conseguimos en la escuela. Trata de cómo la forma en la que hemos definido los triunfos y el fracaso en la escuela perpetúa los mismos procesos de exclusión social que deben eliminar las políticas educativas disefiadas para deshacer el vacío de logros en las escuelas. Así pues, la cuestión crucial de cómo debemos definir los logros y el fracaso desde el punto de vista educativo es tan importante como la forma de identificar los triunfos y los fracasos técnicamente, o cómo combatir el fracaso estratégicamente.(...)LA POLÍTICA EMOCIONAL E EL FRACASO Y EL ÉXITO ESCOLARAndy Hargreaves
February 18 2010, 6:17pm | Comments »

