Assim noticiou o DN. Conhecendo bem dois deles, registo e aplaudo. Porque o insucesso não é uma fatalidade genética, social ou escolar. Porque algum dele é até gerado pela lógica da própria escolarização. Porque temos de fazer muito mais pelos alunos. A começar pelo sentido de responsabilidade.No contexto de alargamento forçado da escolarização para 12 + 1 anos, a escola vai precisar, urgentemente, de reinvenção. Sob pena da promessa vir a ser uma catástrofe.
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Milhares de Alunos "Salvos" por Projectos Independentes
http://terrear.blogspot.com/2009/05/milhares-de-alunos-salvos-por-projectos.html
May 4 2009, 9:34am | Comments »
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Desafio Educativo
http://terrear.blogspot.com/2009/04/desafio-educativo.html
On ne peut que recommander la lecture de ce livre qui parvient, ce qui est trop rare, à présenter de manière vivante, avec un souci remarquable de pédagogie (les fiches de synthèse, les études de cas) et d’utilité pratique, quelques aperçus des recherches en psychologie sociale, que les enseignants auraient tout intérêt à prendre en compte, pour mieux faire réussir leurs élèves.Ont été rassemblées des contributions d’une dizaine de chercheurs qui résument de nombreux résultats d’expériences ou d’observations, avec un souci de cohérence globale, puisqu’une idée-force semble se dégager au fond : pour faire réussir, il vaut mieux... faire réussir. Autrement dit, il faut parvenir à entrer dans le « cercle vertueux de la réussite ». Et cela implique d’aller au-delà des préjugés et des pratiques spontanées qui sont la plupart du temps contre-productives, du genre : « il ne faut pas trop leur dire que ça va bien, car ils vont s’endormir sur leurs lauriers » ou « noter sévère, ça motive à faire des efforts »... Tout au contraire, les auteurs prônent, sans dogmatisme, des pratiques favorisant la réussite ; nous nous contenterons de pointer quelques principes relevés au fil du livre, pour donner envie d’y aller voir de plus près :Plus l’élève se sent libre de ses actes, plus il se sent engagé.Mettre l’accent sur « l’intelligence », les « dons » au détriment de l’effort, du travail, renforce le fatalisme et les conceptions résignées de beaucoup d’élèves (voir le savoureux test de la page 80). Il faut connaître les stratégies de « protection de l’estime de soi » d’élèves en difficulté pour pouvoir les aider vraiment (la déresponsabilisation, la comparaison avec d’autres élèves en difficulté, etc.). On doit réfléchir de près aux conditions nécessaires pour qu’un travail de groupes soit productif (intérêt du « puzzle », chacun apportant obligatoirement sa pièce à l’édifice commun) ; un complément utile à notre dossier sur le sujet (n°424).L’autorité est peut-être incompatible avec de vrais apprentissages qui nécessitent une certaine posture de l’enseignant (mais les auteurs du chapitre « autorité et apprentissage : des objectifs mutuellement exclusifs ? » n’ont - ils pas une définition restrictive et donc discutable de l’autorité ?). On trouvera aussi d’intéressantes réflexions sur la question des identités (sociale, culturelle, sexuelle) et la manière dont l’École les traite (pour les auteurs, il faut prendre garde à ne pas bâtir des caricatures de ce que pourrait être une éducation démocratique fondée sur le respect d’identités multiples).Reprenons enfin une des phrases de conclusion de ce revigorant ouvrage : « Les situations de classe peuvent donc bien être à la fois sources d’influences comportementales et régulatrices des performances et des comportements sociaux des élèves. [...] Elles sont de véritables leviers d’action pour favoriser la réussite de tous les élèves. »Jean-Michel Zakhartchouk
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April 29 2009, 3:32pm | Comments »
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Turma Mais e Projecto Fénix - dois dispositivos organizacionais de promoção do sucesso educativo
http://terrear.blogspot.com/2009/04/turma-mais-e-projecto-fenix-dois.html
Nos dois projectos reportados no Boletim dos Professores o que mais chama a atenção é a dimensão organizacional e ecológica da promoção de um maior sucesso. Para além, evidentemente, da mobilização das pessoas (professores, técnicos, alunos e pais) e das estruturas de orientação e regulação pedagógica.Sinais claros de que o insucesso não é uma fatalidade e de que é possível trabalhar de outro modo. Sempre à procura das melhores respostas aos problemas específicos das aprendizagens. Sempre acreditando (e vendo as evidências de) que melhor é possível. Sempre tecendo as artes de uma pedagogia do voo.Ligado profissionalmente a um dos projectos, julgo ter a lucidez suficiente para ver as suas virtualidades (empiricamente em vias de comprovação). E também a humildade de reconhecer que é preciso continuar a trabalhar e a aperfeiçoar o modelo organizacional.A todos os que têm colocado as suas múltiplas inteligências ao serviço de uma melhor educação, uma palavra de consideração e de muito apreço.
April 28 2009, 3:16pm | Comments »
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Princípios para a mudança positiva
http://terrear.blogspot.com/2009/03/principios-para-mudanca-positiva.html
Acredito que a nova era da reforma educativa se alicerça em três princípios, que a permitem diferençar distintamente das suas predecessoras.Princípio 1. A nova era da reforma escolar baseia-se na constatação de que a reforma é um fenómeno altamente contextualizado.Os esforços de reforma, de escola para escola, irão ser e deverão parecer substancialmente diferentes (Hallinger & Murphy, 1985; Owens, 1987; Teddlie, Stringfield, Wimpelberg & Kirby, 1989). Perspectiva também defendida por J. Douglas Willms (1992): "duvido que outras duas décadas de investigação nos venham… ajudar a especificar um modelo para todas as estações [ênfase original] ¾ um modelo aplicável a todas as escolas, em todas as comunidades, a todo o momento" (p. 65). Uma reforma contextualizada deverá ser interpretada, cautelosamente, de escola para escola. Somente porque a investigação indica que um dado factor relativo à escola é importante para os níveis de realização escolar dos alunos, isso não significa que é determinante, seja qual for a escola. Como notam Reynolds e colaboradores (2000):Por vezes, a adopção das ideias propostas pela investigação tem-se realizado de uma forma algo acrítica; por exemplo, as numerosas tentativas de aplicação de resultados de um contexto específico noutro completamente diferente, apesar de, mais e mais, a investigação vir comprovando a existência de diferenças contextuais significativas. (p. 216)O mundo da educação não segue o mundo geral da (em particular, da sintetizada) investigação tão de perto quanto os estudiosos gostariam. Assim sendo, na nova era de reforma, as escolas olharão cuidadosamente para os dados da investigação, embora seja da sua responsabilidade determinar quais os factores que se aplicam ao seu próprio contexto.Princípio 2. A nova era da reforma escolar caracteriza-se por uma forte ênfase na informação.Uma das características que melhor define as escolas produtoras de ganhos sem precedentes nos níveis de realização dos alunos (particularmente, com alunos oriundos de contextos não favoráveis a tais ganhos) é o facto de confiarem nos dados, a fim de identificarem possíveis intervenções de sucesso (Hopkins & Ainskow, 1993). Também confiam nos dados para determinarem quão eficazes são essas intervenções, depois de implementadas (Barth et al., 1999; Schmoker, 2001). Relativamente ao Distrito Escolar de Oak Park[1], em Detroit, Mike Schmoker (2001) observa:Se alguma coisa que podemos aprender com distritos como o de Oak Park, é que organizações bem sucedidas não se limitam a recolher dados, veneram-nos [ênfase original]. Não se sentem satisfeitas com os dados, até eles tenham vida e significando para todos os professores, todas as partes envolvidas. Utilizam os dados para criar e assegurar uma realidade objectiva e partilhada por todos… O uso dos dados permite discussões organizadas, simplificadas [ênfase original], que se fundem para criar prioridades bem definidas e acções produtivas. (p. 51)Princípio 3. Na nova era da reforma escolar, a mudança é abordada numa lógica de concretização gradual.Michael Fullan (1982) comenta... a maioria dos teóricos e dos educadores concordam que as mudanças significativas deveriam ser tentadas, embora devessem ser concretizadas de um modo mais fomentado, em desenvolvimento... Grandes planos e ideias vagas constituem uma combinação letal… A mudança significativa pode ser conseguida recorrendo a uma abordagem por etapas, introduzindo mais e mais componentes da mudança, com o passar do tempo. Mudanças complexas podem ser prosseguidas de um modo incremental, através do desenvolvimento de um ou dois passos de cada vez. (p. 102)Reynolds, Teddlie, Hopkins e Stringfield (2000) descrevem esta lógica de crescimento gradual com base no processo escolhido por uma escola ¾ Barclay ¾ para adoptar os programas e procedimentos empregues por outra escola ¾ Calvert. Segundo os autores, "Barclay não tentou implementar a totalidade do currículo e programa educativos de Calvert de uma vez só, fê-lo gradualmente, por anos de escolaridade. Desse modo, foi possível preparar os professores, tendo em vista o próximo ano de escolaridade, utilizando um modelo de cascata" (p. 223). Embora, nos primeiros dias da reforma escolar nos EUA, se conhecessem os benefícios de uma abordagem baseada numa lógica gradual de concretização, a verdade é que esse não era o caminho usualmente escolhido. Administradores escolares e professores acabam, pois, por, com frequência, se verem esmagados pela quantidade de mudanças que são chamados a implementar, bem como pela quantidade de trabalho por elas exigido.[1] No original, Oak Park School District. (N. dos T.)Marzano, Como Organizar as Escolas para o Sucessso. Porto:ASA
March 17 2009, 4:35pm | Comments »
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O Efeito Perceval ou a valorização dos sucessos
http://terrear.blogspot.com/2009/03/o-efeito-perceval-ou-valorizacao-dos.html
Terceiro herói medieval da gesta arturiana, o cavaleiro PERCEVAL representa a absoluta necessidade de reconhecer e avaliar a acção realizada. «PERCEVAL, o Gaulês, sabia bem que não esgotaria a soma dos dias que lhe restava viver sem sofrer outras tentações, sem defrontar outros combates, suplicando apenas ao seu mestre que o poupasse da prova da indiferença. De todas as provas, PERCEVAL lamentava sobretudo a da indiferença».[1] «O efeito PERCEVAL» sublinha quanto a prova da indiferença e da falta de reconhecimento afecta o empenhamento e o desempenho.Gerir a motivação implica, para os dirigentes, desenvolver um espírito de constante atenção aos membros da organização, com a vontade de os valorizar ao mesmo tempo que os avaliam. É essencial associar, ao longo do desempenho, o reconhecimento e a valorização dos resultados. O reconhecimento positivo decorre da realização de uma tarefa, da importância do sentimento de realização pessoal e da consideração do grupo social. A motivação é um sistema funcional e não mecânico. Em todos os casos, a necessidade de reconhecimento, de confiança e de valorização é constante. São as recompensas intrínsecas que criam os verdadeiros sucessos (ver a «síndroma de Midas» apresentada seguidamente).[1] Xavier LANGLAIS: Le roman du roi Arthur, Éditions d’Art H. Piazza, Paris, 1982.Montserrat, ob. cit
March 2 2009, 2:57pm | Comments »
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Da Validade dos Resultados Escolares
http://terrear.blogspot.com/2008/10/da-validade-dos-resultados-escolares.html
Algumas das principais políticas para a educação no País, hoje, centram-se sobre a "correção do fluxo escolar", isto é, a diminuição dos índices de evasão e repetência, assim como as diversas práticas de "aceleração". Os resultados dessas políticas são avaliados por meio de estatísticas de desempenho escolar, que vêm sendo alardeadas pelos governos federal e do estado de São Paulo como grandes
October 27 2008, 3:16pm | Comments »
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Das Equipas Educativas
http://terrear.blogspot.com/2008/09/das-equipas-educativas.html
Equipas Educativas e promoção do sucesso. Um texto de JF e JM. Aqui.
September 28 2008, 10:51am | Comments »
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Da Aprendizagem
http://terrear.blogspot.com/2008/09/da-aprendizagem.html
En el presente artículo se presenta una revisión y discusión sobre las distintas corrientes principales de investigación actual alrededor de las variables y factores asociados al aprendizaje escolar. Se plantean los problemas teóricos y metodológicos que se encuentran a la base del conocimiento sobre los factores asociados al aprendizaje y se presenta la posibilidad de un modelo conceptual sobre
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September 28 2008, 10:35am | Comments »
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Do apoio educativo
http://terrear.blogspot.com/2008/09/do-apoio-educativo.html
Modalidades de apoio educativo (Segundo o Despacho Normativo nº 50/2005)
- Pedagogia diferenciada
Modalidade de apoio educativo que implica a utilização em contexto de sala de aula de estratégias de ensino diversificadas e adequadas a cada aluno, podendo o professor titular ser coadjuvado por um colega do mesmo grupo disciplinar. O professor pode negociar com os alunos e definir os objectivos
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September 22 2008, 9:57am | Comments »

