Neste livro, faço apelo a uma utilização urgente e mais completa dos nossos recursos naturais. Trata-se de um ponto essencial para o bem-estar e para a saúde das nossas comunidades. A educação deveria ser o pro¬cesso que desenvolve todos os recursos, mas, pelas razões que aqui expus, é frequente isso não acontecer. Muitas das pessoas de que falei neste livro afirmam que durante a sua escolarização não identificaram os seus verdadeiros talentos. Não é nenhum exagero dizer que muitas delas só encontraram as suas verdadeiras capacidades depois de saírem da escola, depois de recuperarem da educação recebida. Como afirmei no início, não creio que os professores sejam a causa do problema. É um problema inerente aos nossos sistemas educativos. Com efeito, a educa¬ção só solucionará os seus verdadeiros desafios se conferir poder aos professores criativos e apaixonados, e estimular a imaginação e a moti¬vação dos alunos.As ideias e os princípios fundamentais do Elemento têm implica¬ções em cada uma das áreas educativas. O programa curricular do século XXI tem de ser radicalmente transformado. Descrevi a inteligência como sendo variada, dinâmica e distintiva. Eis o que isso significa para a educação. Em primeiro lugar, temos de eliminar a actual hierarquia das disciplinas. Dar mais importância a umas disciplinas do que a outras só serve para consolidar as pretensões antiquadas do industrialismo e viola o princípio da variedade. Muitos estudantes são submetidos a uma edu¬cação que marginaliza ou ignora os seus talentos naturais. A arte, a ciência, as humanidades, a educação física, as línguas e a matemática estão ao mesmo nível no que se refere aos contributos essenciais para a educa¬ção de um aluno.Em segundo lugar, temos de pôr em questão o conceito de «matérias». Durante gerações, fomentámos a crença de que a arte, a ciência, as humanidades e as demais matérias eram completamente diferentes umas das outras. Mas a verdade é que têm muito em comum. Há muita técnica e objectividade na arte, assim como há muita paixão e intuição na ciência. O conceito de matérias separadas que não têm nada em comum viola o princípio do dinamismo.Os sistemas escolares não devem basear os seus currículos na ideia de matérias separadas entre si, mas na ideia bastante mais fértil de disciplinas. A matemática, por exemplo, não se reduz a um conjunto de informações que se tem de aprender, mas também é um esquema complexo de ideias, competências práticas e conceitos. É uma disciplina - ou antes, um conjunto de disciplinas. E podemos dizer o mesmo do teatro, da arte, da tecnologia, etc. O conceito de disciplina possibilita um programa curricular fluido, dinâmico e interdisciplinar.Em terceiro lugar, o currículo tem de ser personalizado. A aprendizagem ocorre na mente e na alma de indivíduos, não nas bases de dados dos testes de escolha múltipla. Duvido que haja por aí muitas crianças que acordem de manhã a perguntar-se como poderão ajudar a melhorar a média de leitura do seu estado. A aprendizagem é um processo pessoal, sobretudo se estivermos interessados em permitir que as pessoas alcancem o Elemento. Os processos educativos actuais não tomam em consideração nem os estilos individuais de aprendizagem nem o talento. Desse modo, violam o princípio da distinção.Muitos dos que citei neste livro concordariam com isto. Para eles, a libertação chegou com a descoberta da sua paixão e com a possibilidade de se dedicarem a ela. Como afirma Don Lipsld: «O mais importante é incentivar as crianças a seguirem algo que as entusiasme. Quando me interessei pela magia, recebi um grande estímulo e apoio. Dediquei-me à magia com a mesma intensidade com que agora me dedico aos meus trabalhos artísticos. Um miúdo pode não praticar basebol, mas gostar desse desporto, conhecer as estatísticas de todos os jogadores e saber quem deveria ser vendido a esta ou àquela equipa. Pode parecer uma coisa inútil, mas quem sabe se esse miúdo não acabará por vir a ser presidente de uma equipa de basebol? Se uma criança for a única da sua turma a gostar de ópera, esse gosto deve ser reconhecido e encorajado.Independentemente da sua aplicação, o entusiasmo é a coisa mais importante a desenvolver».O Elemento tem implicações no ensino. Existem demasiados movimentos de reforma concebidos para tornarem a educação à prova de professores. Os sistemas de maior sucesso no mundo assumem uma posição contrária. Investem nos professores.Ken Robinson, Obra citada
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Investir na Pedagogia. Investir nos Professores. Investir na Autonomia
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November 26 2010, 4:51pm | Comments »
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Transformar a escola para servir as pessoas
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Muitas das pessoas que citámos neste livro não se saíram bem na escola ou, pelo menos, não gostaram de lá estar. Como é óbvio, há muita gente que gosta da escola e daquilo que ela oferece. Mas são demasiados os que a finalizam ou a deixam antes do tempo sem saberem quais os seus verdadeiros talentos e que caminho seguir. São demasiados os que sentem que as escolas não valorizam aquilo em que eles são bons. São demasiados os que acreditam não possuir nenhum talento.Por vezes, abandonar a escola é o melhor que pode acontecer a um génio. Sir Richard Branson nasceu em Inglaterra em 1950. Frequentou a escola Stowe, onde era muito popular, estabelecendo amizades com faci¬lidade e sobressaindo no desporto. Com efeito, era tão bom que se tor¬nou capitão das equipas de futebol e de críquete. Também revelou um instinto prematuro para os negócios. Aos quinze anos, já tinha criado duas empresas: uma de venda de árvores de Natal e outra de venda de periquitos australianos. Nenhuma das duas foi particularmente bem sucedida, mas o certo é que Richard tinha uma aptidão especial para esse tipo de coisas.O que não tinha mesmo era muita afinidade com a escola. Não tirava boas notas e não gostava de assistir às aulas. Tentou adaptar-se, mas não conseguiu. Aos dezasseis anos decidiu abandoná-la definitivamente.Ken Robinson, O Elemento, ob citada
November 22 2010, 2:41pm | Comments »
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Onde Está?
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Sem as oportunidades certas, podemos nunca vir a saber quais as nossas aptidões ou quão longe elas nos levariam. Não há seguramente muitos picadores de cavalos na Antárctida nem muitos pescadores de pérolas no deserto do Sahara. As aptidões não se tornam necessariamente evidentes, a não ser que surjam oportunidades para as usarmos. A consequência disso é que podemos nunca chegar a descobrir o nosso verdadeiro Elemento. Tudo depende das oportunidades de que dispomos, das oportunidades que criamos, de como as aproveitamos e se as aproveitamos.Muitas vezes, estar no nosso Elemento significa estar ligado a outras pessoas que partilham das mesmas paixões e que têm um sentido comum de compromisso. Na prática, significa procurar activamente oportunidades que nos permitam explorar as nossas aptidões em diferen tes áreas.Muitas vezes, precisamos de outras pessoas que nos ajudem a reconhecer os nossos verdadeiros talentos. Assim como podemos ajudar outras pessoas a descobrir os seus.Neste livro, exploraremos em pormenor os componentes essenciais do Elemento. Analisaremos os traços partilhados por aqueles que encontraram o seu Elemento, examinaremos as circunstâncias e as condições que levam as pessoas a aproximarem-se dele, e identificaremos aquilo que dificulta essa aproximação. Conheceremos pessoas que descobriram o seu caminho, outras que preparam o caminho, organizações que mostram o caminho e instituições que estão a seguir o caminho errado. Ken Robinson, obra citada.
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November 19 2010, 12:02pm | Comments »
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Eu Tenho
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As bases constitutivas do elemento, isto do potencial de cada ser humano, retomando a obra de Ken Robinson.Uma aptidão é uma capacidade natural para fazer algo. É um senti-mento intuitivo ou uma compreensão do que essa coisa é, de como fun¬ciona e de como pode ser usada. Gillian Lynne tem uma aptidão natural para a dança, Matt Groening para contar histórias e Paul Samuelson para a economia e a matemática. As nossas aptidões são altamente pessoais. Podem estar direccionadas para actividades gerais, como a matemática, a música, o desporto, a poesia ou a teoria política. Também podem estar direccionadas para áreas específicas: não para a música em geral, mas para o jazz ou o rap; não para instrumentos de sopro em geral, mas para a flauta; não para a ciência, mas para a bioquímica; não para o atletismo, mas para o salto em comprimento.Ao longo deste livro, irá conhecer pessoas com uma profunda com-preensão de todo o tipo de coisas. Não são boas em tudo, mas numa coisa em particular. Paul Samuelson é naturalmente bom a matemática. Outros não.Por sinal, faço parte desses outros. Nunca fui muito bom a matemática e fiquei feliz por poder pôr essa disciplina de parte quando acabei a escola. Quando tive filhos, a matemática reergueu-se como um monstro que eu julgava morto. Uma das nossas responsabilidades enquanto pais é ajudarmos os nossos filhos nos trabalhos de casa. Podemos fazer bluif durante algum tempo, mas no fundo sabemos que chegará o dia da verdade.Até completar doze anos, a minha filha Kate pensava que eu sabia tudo. Era uma ideia que me agradava alimentar. Quando era pequena, pedia-me ajuda sempre que se deparava com um problema de inglês ou matemática. Eu tirava os olhos do que quer que estivesse a fazer, esbo¬çava um sorriso confiante, punha um braço à sua volta e dizia-lhe: «Bem, vamos lá ver», fingindo partilhar as suas dificuldades para que ela não se sentisse tão mal por não perceber. Então, ela fixava-me com um ar de adoração enquanto eu passava sem esforço, como um deus da matemática, pela tabuada dos quatro e por subtracções simples.Um dia, já com catorze anos, chegou a casa com uma folha cheia de equações do segundo grau. Senti uns suores frios que me eram familiares. Nessa altura, apresentei-lhe os métodos de aprendizagem por descoberta. «Kate, não faz sentido eu dar-te as respostas», disse-lhe. «Não é assim que se aprende. V ais ter de te desenrascar sozinha. Estarei lá fora a beber um gin tónico. E olha, quando acabares, não vale a pena mostrares-me as res¬postas. É para isso que os professores servem.»Na semana seguinte, trouxe-me um cartoon que tinha encontrado numa revista. «É para ti», afirmou. A banda desenhada mostrava um pai a ajudar a filha nos trabalhos de casa. No primeiro quadrado, o pai estava inclinado sobre o ombro da rapariga e perguntava-lhe: «O que é que tens de fazer?» «Tenho de encontrar o menor denominador comum», respondia-lhe ela no segundo quadrado. Ao que o pai retorquia: «Ainda andam à procura disso? Já andavam à procura dessa coisa quando eu estava na escola». Revejo-me perfeitamente nele.Contudo, para alguns, a matemática é bela e atraente, tal como a poesia e a música o são para outros. Descobrir e desenvolver as nossas capacidades criativas é um dos aspectos essenciais para nos tornarmos quem realmente somos. Só saberemos quem podemos ser quando soubermos o que podemos fazer. Ken Robinson, obra citada
November 16 2010, 1:16pm | Comments »
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Descobridores de talentos
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As crianças que entrarem agora para a escola reformar-se-ão em 2070. Ninguém faz ideia de como será o mundo daqui a dez anos, quanto mais em 2070. Existem duas grandes forças de mudança: a tecnologia e a demografia.
A tecnologia - nomeadamente a tecnologia digital - está a desenvolver-se a um ritmo que muitos mal conseguem acompanhar. Também está a contribuir para aquilo a que alguns especialistas denominam o maior hiato geracional desde o rock and roll. As pessoas com idades superiores a trinta anos nasceram antes de a revolução digital se iniciar.
Aprendemos a usar a tecnologia digital - portáteis, máquinas fotográficas, PDA, Internet - enquanto adultos, o que foi quase como aprender uma nova língua. A maior parte de nós desenrasca-se bem e alguns até se tornaram peritos. Enviamos e-mails, fazemos PowerPoints, navegamos.
As pessoas que refiro neste livro não se dedicaram às suas paixões na expectativa de ganharem dinheiro. Dedicaram-se-lhes porque não conseguiam imaginar-se a fazer outra coisa na vida. Descobriram aquilo para que tinham nascido e empenharam-se em conhecer a fundo as variantes dessas profissões. Se amanhã o mundo fosse virado do avesso, desenvolveriam os seus talentos de modo a adequarem-se a essas mudanças. Arranjariam uma forma de continuar a fazer as coisas que as colocam no seu Elemento, pois teriam uma compreensão orgânica do modo como os seus talentos se adaptam a um novo meio envolvente.
Muitos põem de parte as suas paixões a fim de se dedicarem a coisas de que não gostam, mas que lhes dão segurança financeira. Todavia, o trabalho pelo qual optamos com a justificação de que nos «paga as contas» pode facilmente desaparecer na próxima década. Se não aprendemos a pensar criativamente e a explorar as nossas verdadeiras capacidades, o que será de nós?
Mais concretamente, o que será dos nossos filhos se continuarmos a prepará-los para a vida com base em modelos educativos obsoletos? É muito provável que venham a ter múltiplas carreiras ao longo das suas vidas profissionais, e não apenas múltiplos trabalhos. Muitos deles terão certamente empregos que ainda desconhecemos. Não será, pois, nossa obrigação encorajá-los a explorar o maior número possível de caminhos para que descubram os seus verdadeiros talentos e paixões? Tendo em conta que a única coisa que sabemos sobre o futuro é que será diferente, seria inteligente da nossa parte se fizéssemos o mesmo. Temos de pensar de maneira diferente no que diz respeito às capacidades humanas e à forma como as devemos desenvolver para podermos enfrentar esses desafios.
Temos de abraçar o Elemento.
Ken Robinson, Obra citada.
November 14 2010, 7:30am | Comments »
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Mudar de paradigma, mudar de práticas
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O que está profundamente errado nesta maneira de pensar é a grave subestimação das capacidades humanas. Damos um valor tremendo aos exames padronizados, cortamos nos apoios financeiros ao que consideramos serem programas «não-essenciais» e depois perguntamo-nos por que razão os nossos filhos não têm nem imaginação, nem inspiração. O nosso actual sistema educativo seca-lhes sistematicamente a criatividade. A maioria dos alunos nunca chega a explorar o alcance das suas capacidades e interesses. Os estudantes cujas mentes funcionam de modo diferente - e estamos a falar de muitos, até da maior parte deles podem até sentir-se excluídos de toda a cultura educacional. É precisamente por essa razão que algumas das pessoas mais bem sucedidas que o leitor irá conhecer não se saíram bem na escola. A educação é o sistema que deveria desenvolver as nossas capacidades naturais e tornar-nos capazes de nos afirmarmos no mundo. Em vez disso, está a asfixiar os talentos e as capacidades individuais de demasiados alunos e a destruir a sua vontade de aprender. Não deixa de ser irónico. Ken Robinson (2010). O Elemento. Porto: Porto Editora
November 13 2010, 2:41pm | Comments »
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Las organizaciones Alfa (versus Omega)
http://terrear.blogspot.com/2010/10/las-organizaciones-alfa-versus-omega.html
Por el contrario, las organizaciones Alfa son aquellas que incentivan y motivan a las personas a equivocarse, crear e innovar incesantemente en sus tareas, en la búsqueda de mejoramiento continuo y creciente. Son las organizaciones donde las personas tienen libertad para pensar, razonar y utilizar lo más sofisticado, su inteligencia, al servicio de la empresa. Son las organizaciones donde las personas deben añadir valor, mejorar la calidad de lo que hacen y servir al cliente. Aunque sean las que más exigen de las personas en términos de contribución y resultados, las organizaciones Alfa brindan a las personas más satisfacción y placer al trabajar. Son las mejores organizaciones para trabajar. En ellas, el área de RH constituye una unidad de constante innovación y creatividad que funciona como elemento de consultoría interna para que los gerentes puedan actuar como gestores de personas. La gestión del talento humano está descentralizada por completo y se orienta hacia los gerentes y sus equi¬pos. EI organigrama tradicional se remplaza por una red integrada de equipos. En estas organizaciones no se administran las personas como factores de producción o como recursos pasivos. Las personas no son simples empleados ni se llaman recursos humanos, sino participantes y colaboradores de la organización que brindan el conocimiento y las habilidades necesarias para el éxito de la iniciativa conjunta en plena era de la información. En ellas no se administra a las personas, sino que se administra junto con las personas. Tanto es así que el órgano de RH cambia de nombre: gestión con las personas o gestión de talento humano, o también gestión del capital humano o gestión del capital intelectual.GESTIÓN DEL TALENTO HUMANOIdalberto Chiavenato
October 18 2010, 2:55pm | Comments »
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Promover Talentos na Escola
http://terrear.blogspot.com/2009/07/promover-talentos-na-escola.html
Um excerto da Tese de Lúcia Miranda, em breve em livro, com muitos motivos de interesse:Neste sentido, Renzulli (2002; Renzulli, Sytsme & Berman, 2003; Renzulli, Koehler &Fogarty, 2006), tomando em consideração as directrizes da Psicologia Positiva, e ainda,considerando as componentes presentes no Modelo dos Tres Anéis da Sobredotação, formula um projecto que denomina por “Operação Houndstooh” que integra seis caracteristicas de personalidade dentro do modelo original, a saber: Optimismo, valor, paixão por um tema ou área, sensibilidade para os temas humanos, energia mental e fisica, visão e sentido do destino. A este conjunto de caracteristicas chamou-lhes factores co-cognitivos, assumidos como factores que interagem e aumentam as caracteristicas cognitivas que estao associadas ao sucesso na escola e ao desenvolvimento global de habilidades humanas. Estes factores influenciam o desenvolvimento das habilidades da criatividade e do compromisso com a tarefa, promovendo o desenvolvimento construtivo de comportamentos talentosos adaptativos. Assim, (1) optimismo e uma característica cognitiva com uma grande componente emocional e motivacional, reflecte a convicção de que no futuro os resultados a alcancar serão bons. O Optimismo pode ser pensado como uma atitude associada as expectativas de um futuro que e socialmente desejavel, com vantagem para o indivíduo ou para os outros. E caracterizado por um senso de esperanca e uma vontade para aceitar o trabalho duro; (2) a coragem e a habilidade para enfrentar dificuldades ou perigos, superando medos fisicos, psicológicos ou morais. A integridade e a forca de caracter são manifestações típicas de coragem e representam as marcas mais salientes das pessoas criativas (Renzulli et al., 2003, 2006); (3) a paixão por um tema refere-se a quando um individuo esta apaixonado por um tema, caracteriza-se por emoções fortes e um compromisso com a tarefa; (4) a sensibilidade para temas humanos refere-se a capacidade de compreender o outro, neste sentido, neste valor moral prevalecem relações como o altruismo e a empatia; (5) a energia mental e física tem a ver com a quantidade de energia que um indivíduo está disposto a investir num determinado objectivo para alcancar altos niveis de realização. O carisma, a curiosidade, e a inquietude são componentes da energia mental e fisica; (6) a visão e sentido do destino, as componentes desta caracteristica sao a motivação de ganho, a competência, o locus de controlo, e a motivação intrinseca.
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July 2 2009, 6:02pm | Comments »
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