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HUMOR - ROBOTS 1
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November 2 2009, 3:43pm | Comments »
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OS SUBSTITUTOS
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Já estreou entre nós "Os Substitutos", filme de ficção científica realizado por Jonathan Mostow e com Bruce Willis no principal papel. A acção passa-se em 2054, quando cada pessoa possui um robô que a substitui completamente na sua vida diária.
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November 1 2009, 2:39pm | Comments »
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Saper Vedere…
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António Piedade é um bioquímico que tem mantido uma actividade importante de divulgação científica e que desenvolve actualmente projectos de comunicação visual em ciências da vida. No último número da Revista da Ordem dos Biólogos publicou um interessante artigo dedicado à rápida evolução das tecnologias de virtualização aplicada à ciência, quer para comunicação com o público como para ensino. É esse artigo que aqui se reproduz.“Saper Vedere…”Leonardo da VinciA evolução sensorial da espécie humana “privilegiou” a percepção visual do mundo envolvente. À visão estereoscópica, decisiva para o cálculo instintivo das distâncias, adicionou-se uma visão a cores, sensível desde o vermelho ao violeta do espectro solar. Se a primeira garantiu uma interacção geométrica com o espaço, potenciando o manuseamento de objectos, a construção de ferramentas, os gestos primevos de tecnologias futuras, a segunda garantiu a capacidade de detectar e identificar frutos coloridos nutritivos, vegetais tenros, no meio da vegetação densa. Isto parece também ter contribuído para libertar, progressivamente, os maxilares de “tarefas duras”, originando espaço para uma crescente volumetria craniana.A acuidade visual associada à estereoscopia e à visão a cores deu-nos vantagens competitivas. A capacidade de encontrar à distância alimentos mais nutritivos melhorou em muito, e em nosso favor, a relação entre quantidade e qualidade de nutrientes assimilados e o dispêndio em energia para os obter. Por outro lado, a panóplia de sabores e aromas associados à explosão de cores e nutrientes deve ter dado aos nossos ancestrais prazeres gastronómicos de recompensa nunca antes sentidos.Estes aspectos caldearam processos cognitivos num córtex cerebral em desenvolvimento e potenciaram a visão estereoscópica colorida à custa de outros sentidos. De facto, possuímos hoje mais células sensitivas à luz na retina do fundo ocular do que todas as restantes células associadas à percepção dos outros sentidos.Mas de nada serviria recebermos este forte caudal de informação visual do exterior se não tivéssemos um órgão especializado no reconhecimento de padrões visuais, na integração dessa informação com a de outros sentidos, na interpretação e regulação da nossa posição no espaço físico.Rede Neuronal. Imagem gerada por computador. Take the wind.Na realidade, e como já foi dito em outro lugar, precisamos do cérebro para ver. O número galáctico de sinapses entre milhões de neurónios permitiu a contemplação de imemoráveis noites estreladas, acolheu o sonho pela aventura da descoberta e do espanto, afastou o medo frio no luar prateado que aquecia a esperança de o dia nascer depressa, de um filho nascer sorrindo, de ter perto e poder olhar para um rosto afável e familiar, para o grupo, desenvolvendo uma sociabilidade nova num piscar de olho, no intervalo de uma sístole ventricular.Charles Darwin, no seu livro “A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais”, publicado em 1879, sublinha genialmente a importância da visão na fisiologia cerebral que permite o reconhecimento das emoções nas expressões faciais e corporais. Segundo Darwin, este reconhecimento visual evoluiu entre os animais e está gravado na longa noite da ainda hoje polémica memória biológica das espécies.Sem a nossa visão não teria sido possível uma representação gráfica e pictórica do nosso mundo. Aliás, parece ser intrínseco, talvez não exclusivo, à nossa espécie contar histórias, percebê-las e recordá-las através de um pensamento visual. Registá-las para a eternidade na parede de uma gruta secreta e umbilical, escavada na madrugada erosiva de rios amnióticos.Sem a nossa visão, e a sua contínua interpretação cerebral, não teríamos desenvolvido esta capacidade de observar, tão preciosa para a ciência. Sem dúvida alguma, podemos afirmar que o método e os processos científicos são indissociáveis do uso, da percepção e do pensamento visual. Galileu Galilei começou, em 1609, a observar o universo longínquo ampliando a nossa acuidade visual através do seu telescópio. Leonardo da Vinci (1452 – 1519) considerava a observação directa da experiência como essencial para a descoberta. Deu tanta importância à observação que sintetizou o seu processo de visualização e interrogação da natureza através da frase “Saper vedere, Sapio audacter…”, ou seja, conhecer pelo ver, ousar conhecer... De facto, durante o desenvolvimento conceptual e na planificação experimental é requerido muitas vezes aos cientistas um pensamento visual muito activo. Isto quando não é a própria natureza do objecto em estudo algo puramente visual, algo tão precioso na observação da própria vida. Num exemplo, entre tantos outros possíveis, recordemos a janela aberta para mundo celular pelo microscópio, primeiramente utilizado por Antoine van Leeuwenhoek e por Robert Hooke! Desde Schleiden e Schwann (1838) que não conseguimos pensar (ver) a Biologia sem a “sua" unidade básica, a célula, e sem as ilustrações dela, utilizadas tanto para desenvolver (ou criar), como para ensinar e divulgar conhecimento científico.É de René Descartes a seguinte afirmação: “A imaginação ou a visualização, e em particular o uso de diagramas, desempenham um papel crucial na investigação científica” (1637). Vivemos actualmente numa sociedade tecnológica muito estruturada na imagem e na visualização desta. A utilização de radiação, de apropriado comprimento de onda, permite “ver” os ossos ou os vasos sanguíneos sem que o clínico tenha de destruir tecidos para os desvendar e poder fazer um diagnóstico.Muitos exemplos marcantes advêm das tecnologias de imagiologia médica. Estas vieram dar um grande impulso para o estudo e conhecimento dos processos cerebrais, assim como no diagnóstico não invasivo de inúmeras desordens neurológicas.Rosto feminino com músculos e ossos em transparência. Take the wind.Talvez um dia, num futuro não muito distante, possamos visualizar o nosso próprio pensamento visual emocionado, como aquele que já nos é permitido através das já rotineiras ecografias que permitem antever os órgãos, o perfil, os primeiros gestos do nosso futuro bebé, sem o incomodarmos na sua calma noite gestacional amniótica.Com o actual e rápido desenvolvimento da computação gráfica, associado a uma crescente acessibilidade a utilizadores não especialistas, será cada vez mais comum a visualização do “sub-microscópico”, através de representações tridimensionais animadas e interactivas, ou seja, hiper-realísticas.Será deslumbrante poder “ver” uma célula a dividir-se, em tempo real, na palma da nossa mão, e poder observar as várias etapas sob várias perspectivas, e assim melhor compreender fenómenos aparentemente complexos, mas que se relacionam directamente com o nosso dia-a-dia, com a nossa saúde!Ver além da pele. Imagem real com hiper-realismo gráfico gerado por computador. Take the wind.Como ficou dito atrás, a nossa visão a cores estereoscópica moldou a nossa percepção cognitiva do mundo que nos rodeia. Assim, os processos cognitivos estão modelados para reconhecer padrões tridimensionais multicoloridos. Por isto, não será de estranhar que a utilização de recursos educativos baseados em modelos 3D animados facilite uma melhor e mais intuitiva transmissão do conhecimento científico, entre outros. Não será de estranhar que os estudantes apreendam melhor o conteúdo residente em matérias abstractas, se o suporte de transmissão permitir a sua visualização num formato tridimensional. Sem diminuir a importância do suporte livro e os esquemas/diagramas, isto poderá ser particularmente útil na transmissão de conhecimento daquilo que não é visível à vista desarmada, daquilo que precisa de mil palavras para equivaler a uma imagem (2D). Não será de estranhar se, num futuro muito próximo, a literacia visual de professores e alunos vier a receber um enfoque cuidado e transversal a todo o ensino e a toda a prática científica, tal como defende Jean Trumbo, emérita professora de “comunicação visual e media interactivos” na Universidade de Wisconsin-Madison (USA).Nesta altura em que comemoramos quarenta anos sobre o primeiro pequeno passo do Homem na Lua, poderemos estar muito próximos de saltarmos para um novo patamar de proximidade entre o conhecimento tecnológico e científico e o público, mediado por estas novas ferramentas de visualização multimédia 3D estereoscópicas.Que ruptura paradigmática ocorrerá quando for comum o nosso médico de família receber o nosso exame cardiológico, por exemplo, anexado a uma mensagem de correio electrónico. Com um leve toque de um dedo indicador, abrir o ficheiro correspondente num programa de visualização adequado e apresentar o nosso próprio coração projectado holograficamente entre nós e ele. Explicar porquê devemos mudar de dieta e de estilo de vida (sentimos visualmente o esforço cansado do nosso miocárdio mesclado com tecido adiposo excessivo!), ampliar a visualização e destacar uma artéria coronária em perigo de obstrução por acumulação local de colesterol em excesso! Olharmos determinados para o nosso coração e percebemos que não temos tido cuidado com ele.Surgirão também novas ferramentas e perspectivas para o ensino e disseminação do conhecimento científico, aproximando cada vez mais a ciência às pessoas. O futuro da visualização, que já começou, com as suas potenciais aplicações biotecnológicas, trará uma renovada e actualizada visão sobre as interacções entre o genoma, o proteoma e o metaboloma dos seres vivos, o que permitirá, com certeza, novos momentos de deslumbramento e espanto genuíno, aliados à descoberta de novos horizontes de curiosidade que, com certeza, aumentarão o nosso conhecimento sobre o que é a vida.António Piedadeantonio@takethewind.comNúcleo I&D Take The Windwww.takethewind.com - Connecting Science to PeopleImagens de Miguel Castro @ Take The Wind
October 30 2009, 12:05pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
A robótica a alta velocidade
http://dererummundi.blogspot.com/2009/10/robotica-alta-velocidade.html
Novo post convidado de J. Norberto Pires:A Universidade de Stanford juntou-se ao fabricante alemão de automóveis AUDI e estão a mudar a forma como vemos os automóveis. O robô que construíram, baseado num AUDI TTS, vai competir na famosa Pikes Peak em 2010, cujo objectivo é subir uma encosta de montanha no menor tempo possível. A AUDI já tinha ganho há uns anos com o famoso AUDI QUATRO, com um piloto ao volante. Aliás o record da subida é dessa altura e pertence à AUDI.Agora vai ser um carro autónomo. Controlado à distância, mas sem condutor e com a maioria das coisas feitas pelo computador de bordo. Ou seja, o carro subirá sozinho. E diz a AUDI que será para bater o seu próprio recorde. Impressionante.Em Portugal está a nascer um desafio para condução autónoma feita por robôs. É o Critical Challenge, promovido pela recém-criada CRITICAL MOVE, uma empresa de Coimbra - claro, digo eu :-) - que é uma spin-off da Critical Software. Vale a pena acompanhar. A malta da Critical costuma surpreender. ;-)J. Norberto Pires
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October 29 2009, 9:58am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Amazon: novo serviço na cloud (base de dados) e baixa de preços
http://pauloquerido.pt/tecnologia/amazon-novo-servico-na-cloud-base-de-dados-e-baixa-de-precos/
A Amazon fez um duplo anúncio: juntou à sua oferta de cloud computing um novo serviço, Amazon Relational Database Service (RDS), e baixa os preços do Elastic Compute Cloud (Amazon EC2) a partir de 1 de Novembro. Esta atitude aproxima ainda mais a Amazon do tradicional mercado de alojamento. Além de agora ter soluções completas (faltava-lhe a base de dados fácil de compatibilizar com a imensa maioria dos arquivos), o preço está a ficar cada vez mais perto do alojamento em máquinas reais. Em termos concretos, a partir de 1 de Novembro a instância de entrada passa a custar 9,5 cêntimos de dólar por hora, para a colocação na Europa, contra os 11 cêntimos actuais, e a instância Extra large passa de 88 para 76 cêntimos por hora. Isto significa, no primeiros caso, que o custo mensal baixa de 79,2 dólares para 68,4 e, no segundo, de 633,6 para 547 (ver quadro completo no fim do artigo). A Amazon RDS transfere para webservice a operação de bases de dados. A Amazon diz na documentação disponibilizar “todas as capacidades” do MySQL, o servidor de base de dados gratuito que é o mais usado no mundo (fonte: Forrester). A compatibilidade estender-se-á ao código das aplicações e serviços, bem como às ferramentas de gestão da base de dados. Ora, a confirmar-se, facilita extraordinariamente a migração dos actuais serviços para o alojamento da Amazon. Uma vantagem é que a actualização do MySQL (que já sofre poucos patches) e, em especial, os backups das bases de dados são igualmente assegurados na cloud. A minha experiência com os serviços da Amazon faz-me sublinhar a importância do que considero ser uma vantagem de grande valor: a flexibilidade de escala. Os picos de utilização podem ser devastadores, mas com a Amazon em minutos multiplicamos a capacidade do sistema (e em minutos a reduzimos, mal seja desnecessária).
DB Instance Class Preço hora/dólares
Small DB Instance $0.11
Large DB Instance $0.44
Extra Large DB Instance $0.88
Double Extra Large DB Instance $1.55
Quadruple Extra Large DB Instance $3.10
Standard On-Demand Instances Linux/UNIX Usage Windows Usage
Small (Default) $0.11 per hour ($0.095 on Nov 1)
$0.135 per hour ($0.13 on Nov 1)
Large $0.44 per hour ($0.38 on Nov 1)
$0.54 per hour ($0.52 on Nov 1)
Extra Large $0.88 per hour ($0.76 on Nov 1)
$1.08 per hour ($1.04 on Nov 1)
High-Memory On-Demand Instances Linux/UNIX Usage Windows Usage
Double Extra Large $1.34 per hour $1.58 per hour
Quadruple Extra Large $2.68 per hour $3.16 per hour
High-CPU On-Demand Instances Linux/UNIX Usage Windows Usage
Medium $0.22 per hour ($0.19 on Nov 1)
$0.32 per hour ($0.31 on Nov 1)
Extra Large $0.88 per hour ($0.76 on Nov 1)
$1.28 per hour ($1.24 on Nov 1)
Foto: http://www.flickr.com/photos/anzman/ / CC BY 2.0
October 27 2009, 6:10am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
JUPITERUM DA PANERAI?
http://dererummundi.blogspot.com/2009/10/jupiterum-da-panerai.html
Tem curiosidade em saber o que é o enigmático aparelho da figura? Chama-se Jupiterium e foi feito pela Panerai. Para saber mais basta clicar aqui.
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October 10 2009, 4:17am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
UM VELHO SUBMARINO NUCLEAR
http://dererummundi.blogspot.com/2009/10/um-velho-submarino-nuclear.html
Os dois novos submarinos portugueses têm dado muito que falar. E um político de nomeada afirmou recentemente que não precisávamos de submarinos para nada.Talvez tenha razão. Pelo menos nunca foi bem explicado para que os queríamos. Certo é que hoje como ontem hoje eles são veículos das armas mais mortíferas. O US Growler (SSG-577), que visitei recentemente em Nova Iorque, foi um submarino de ataque que transportou durante a Guerra Fria mísseis nucleares Regulus. Entre 1960 e 1963 – no tempo da crise de Cuba, portanto - realizou oito patrulhas no Pacífico Ocidental, perto da costa soviética, cada uma com uma duração de cerca de dois meses cada uma. A bordo iam cerca de cem homens, todos voluntários. Foi, evidentemente, um dos sítios mais secretos do mundo!Em 1964, foi abatido ao serviço, substituído por um submarino mais eficaz equipado com os mísseis Polaris. E, em 1989, o Growler passou a ser parte do “Intrepid Sea, Air & Space Museum” em Nova Iorque, no rio Hudson, junto ao porta-aviões Intrepid. Segundo a informação do museu: “O Growler é um sobrevivente excepcionalmente bem preservado dos primitivos submarinos nucleares americanos, oferecendo aos visitantes um vislumbre da Guerra Fria do início dos anos 60.”Hoje já não é um sítio secreto. Fiz umas fotos do apertadíssimo interior do submarino que aqui deixo.
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October 9 2009, 1:53pm | Comments »
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Nenhum jornal português no Kindle lançado a 19 de Outubro
http://pauloquerido.pt/tecnologia/nenhum-jornal-portugues-no-kindle-lancado-a-19-de-outubro/
Nenhum jornal português estará disponível no Kindle, o leitor electrónico que a Amazon se prepara para lançar ao mundo, depois de anos comercializado exclusivamente nos Estados Unidos. Mas o português fará parte do aparelho: o jornal brasileiro Globo integra a selecta lista de apenas 52 jornais que se poderão descarregar para a primeira versão internacionalizada do Kindle, com lançamento simultâneo numa centena de países, no dia 19 de Outubro. Em contraste, o Kindle virá com 3 jornais espanhóis — a Espanha é o segundo país da Europa, depois do Reino Unido, com 4, e à frente de França e Alemanha (2) e Irlanda (1). São eles o Diariocritico (um diário de Valência), o AS (da Prisa, grupo presente em Portugal) e o El País. A Amazon vai comercializar o aparelho a 279 dólares (aprox. 190 euro). Além dos 52 jornais e de news magazines americanos e internacionais (em inglês), a Amazon tem mais de 200.000 livros já formatados para o seu leitor.
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October 8 2009, 2:00am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
O que significa deter o poder no mundo da informática?
http://pauloquerido.pt/tecnologia/o-que-significa-deter-o-poder-no-mundo-da-informatica/
A propósito da guerra aberta entre a Google e a Microsoft, perguntas e respostas (). Pergunta – Informação é poder. Acha, que cada vez mais, esta citação é uma realidade? Resposta – Não diria “cada vez mais”. A informação sempre foi poder. Estando a mudar o acesso à informação, os equilíbrios de poderes levarão por tabela. O que significa deter o poder no mundo informático? Significa ter uma base de clientes maior que a concorrência. O que despoleta esta “guerra” entre as empresas? Aceder ao mercado. Quanto maior for o número de clientes, maiores serão os lucros. A Google e a Microsoft são corporações como as outras: competem pelo domínio do mercado. Qual o impacto desta disputa no segmento informático? E no económico? No segmento informático há um impacto esperado. Quanto mais a Google reforçar a sua base instalada, mais o conceito de software aberto e livre, práticas de cooperação e definições (standards) abertas serão reforçadas. Quanto mais a Microsoft reforçar a sua base instalada, mais se reforçam os conceitos de software proprietário, práticas monopolistas e definições fechadas a imporem-se ao tecido dos programadores, a chamada factura-Microsoft. No económico, não tenho a certeza que haja um impacto diferenciado. Talvez a Google penda mais para alguma distribuição e a Microsoft surja como a avarenta, mas em termos de impacto no mercado não vejo grande diferença. Qual a sua perspectiva enquanto utilizador? Sou utilizador de produtos e serviços da Google. Estou satisfeito com a empresa, de uma forma geral. Como parceiro, nem tanto. A Google está a ter um efeito pernicioso no mercado de publicidade, cujo futuro é incerto. Decidi deixar de ser cliente da Microsoft há 3 anos e foi das mais sensatas decisões que tomei, relativamente à minha relação com a informática. Não uso nenhum produto deles e vivo feliz com a ausência dos problemas associados e com a poupança dos custos indirectos (anti-vírus, etc). Como acha que os utilizadores vão reagir a estas mudanças, uma vez que no mercado informático, continuamos a ser animais de hábitos? Há dois tipos de mudança. Por um lado, cada vez mais gente livre do paradigma Microsoft, cuja época já lá vai. Por outro, as pessoas descobrem, ao falar umas com as outras, que afinal há alternativas. Os próprios meios de comunicação genéricos atrevem-se já a desafiar a lógica do press-release e a noticiar as alternativas e os concorrentes de forma séria, em vez de os pintarem como eles surgem aos olhos da Microsoft: malditos, piratas, duvidosos. Ou, na melhor das hipóteses, como figuras circenses. Resta ver a que velocidade se darão as mudanças. Importa-me mais a mudança de paradigma — computação distribuída, aplicações ubíquas — que a mudança de logotipos das empresas dominantes. Uma vez que a Google apenas apresentou no blog a intenção de trabalhar num sistema operativo, pensa que poderá haver um adiamento do projecto ou até mesmo uma desistência? Não creio que desistam. Estão há anos a trabalhar nele, indirectamente. Agora, a data final de saída de um produto unificado, o sistema operativo, pode ser adiada em função dos interesses da empresa. Acha que o Office 2010 e as medidas a ele aplicadas (ser grátis) poderão influenciar os utilizadores? Inevitavelmente, amortecem a queda. Estamos a falar de 1 base de clientes específica, as empresas, habituadas a incluir contratos e licenças nos seus orçamentos. Pensa que o Windows 7 abafará um lançamento do Google Chrome OS? Não imagino que possa abafar. O peso da novidade, da coqueluche fará essa balança pender para o lado da Google. Não conheço o Windows 7 para me pronunciar, mas temo que seja um novo flop, como foi o Vista. E estou curioso para ver como reage a Microsoft a um eventual segundo flop no mercado dos sistemas operativos, onde perde quota devagar, mas inexoravelmente. () Entrevista para Semanário Económico em Julho de 2009
September 28 2009, 3:00am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
OS TELEMÓVEIS SÃO PERIGOSOS?
http://dererummundi.blogspot.com/2009/09/os-telemoveis-sao-perigosos.html
O físico Robert Park, na sua coluna "What's News" fala esta semana dos fictícios perigos dos telemóveis:"CELL PHONES: "INCONCLUSIVE" MEANS THEY FOUND NOTHING.Last week, Senate hearings were held asking whether cell phones cause brain cancer. Brian Walsh, writing for Time, described the outcome as "inconclusive." A collective groan rose from the nation’s physicists. "Not again?" It's been almost 17 years since David Reynard, whose wife died from brain cancer, was on Larry King Live. Reynard was suing the cell phone industry. He said his wife, "held it against her head, and talked on it all the time." That was enough for Larry King. However, all known cancer agent act by breaking chemical bonds, producing mutant strands of DNA. It would be like suing me for hitting someone with a rock thrown across the Potomac River. George Washington is said to have thrown a silver dollar across the Potomac. I can't throw that far, and microwave photons can't break chemical bonds. Not until you get up to the near ultraviolet, about 10,000 times more energetic than microwaves, are photons capable of causing cancer.For more see here "Robert Park
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September 26 2009, 6:56am | Comments »






