A revista "Visão" pediu-me um comentário às cinco inovações, anunciadas, recentemente, pela IBM para os próximos cinco anos (ver, por exemplo, aqui), nomeadamente:1- Acessibilidade da energia solar2- Previsões com base no genoma individual3- Comando de voz da Internet4- Assistentes digitais para escolha de vestuário5- Registos do quotidiano.Eis o breve comentário:"A IBM é uma das mais antigas e das maiores empresas tecnológicas do mundo. Tem apostado forte na investigação e desenvolvimento. Três dos seus cientistas já ganharam o Prémio Nobel (os físicos Rohrer e Binnig são os autores do microscópio de varrimento por efeito túnel que está na base da nanotecnologia moderna) e outros ganharam outros grandes prémios internacionais (por exemplo, o matemático Mandelbrot, o autor da geometria fractal). O futuro continua hoje a ser feito nos laboratórios dessa multinacional, que emprega muitos matemáticos, físicos e engenheiros.Quanto ao slogan "cinco para cinco" acredito no desenvolvimento da energia solar com novas células fotovoltaicas: a IBM está a trabalhar em filmes fotovoltaicos finos que poderão revestir qualquer superfície e não me admirariam que venham a cobrir muitos telhados do futuro. Um aumento da eficiência das células solares teria um grande impacte na resposta à crescente procura mundial de energia.Também acredito nas possibilidades da "bola de cristal" biomédica que a moderna genética aliada à biologia e medicina computacional começa a fornecer: aqui o segredo é a descodificação do genoma a cem dólares, que poderá ser atingido em breve, talvez mais por uma pequena empresa do que por uma grande como a IBM; porém, a IBM dispõe dos maiores supercomputadores mundiais que poderão ser aproveitados para fins de diagnóstico, desde que nse desenvolva o software para pesquisa em gigantescas bases de dados.Ainda acredito numa Web comandada pela voz pois o desenvolvimento da inteligência artificial e o aumento do poder de cálculo, proporcionado pela miniaturização dos transístores, irão permitir que se dê ordens por voz aos computadores. O meu PDA é um pouco estúpido pois não entende o que lhe digo...Já tenho algumas dúvidas sobre a utilidade de um assistente digital nas cabinas de provas de roupa, pois acho que uma assistência humana dá imenso jeito ("E esta cor fica-me bem"?).E tenho sérias, muito sérias dúvidas sobre o "Big Brother" que promete acabar com o esquecimento. Esquecer é viver! Esquecer é muitas vezes necessário e um registo excessivo das nossas acções poderá limitar a liberdade a que todos temos direito. "
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
AS CINCO INOVAÇÔES DA IBM
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December 4 2008, 5:50pm | Comments »
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Preparativos para a maratona eleitoral de 2009
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É hoje lançado, em novo endereço, o site do Instituto Sá Carneiro (links no final do artigo). É o terceiro think tank partidário a ocupar espaço nos meios sociais no período de um mês. Já começaram os preparativos para a maratona eleitoral de 2009, sendo grande a expectativa em torno da presença dos partidos na arena por excelência do debate de ideias — a Internet. Do novo site e dos “Novos Projectos” do Instituto, nada sei ainda. Diogo Vasconcelos, que é administrador do Instituto, preferiu fazer-me surpresa. Só depois das 18 horas teremos uma ideia do que se trata, quando a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, encerrar a sessão de apresentação pública. Tentarei melhorar esta informação ao longo do dia, antes mesmo da sessão, se tal se proporcionar. Se o Instituto Sá Carneiro está mais perto do PSD institucional, já a Plataforma de Reflexão Estratégia Construir Ideias se apresentou ligada à ala renovadora do partido, perdoem-me os politólogos o uso do termo “renovador”, mas não tenho outra para designar a corrente de Passos Coelho e os jovens que o secundam.
A plataforma Construir Ideias é ambiciosa em termos de integração na web 2.0: o site tem zonas multimedia, distribuição dos conteúdos em RSS, conta no Twitter (accionada pelo director editorial Vasco Campilho, também ele blogger e “tuíteiro”, como dizem os brasileiros), e presença no Facebook — que começa finalmente a ter portugueses em grande número. Apresenta-se tendo por objecto “o desenvolvimento de projectos de vertente social, política, cultural e estrutural do país, com especial incidência na promoção e fomento da ciência política e na realização de estudos orientados para o desenvolvimento das políticas públicas“. Lançado ontem mesmo, foi o novo site do think tank afecto ao Partido Socialista. A Fundação Respublica, presidida por António Vitorino, assume-se como um interlocutor experiente e horizontal na blogosfera — integra um blog colectivo, de nome Outubro, com uma vintena de colaboradores, alguns dos quais figuras de referência da blogosfera política portuguesa. De Rui Pena Pires (coordenador do blog) a Vital Moreira passando por Tiago Barbosa Ribeiro, Filipe Nunes e João Jesus Caetano. O Respublica tem ainda um forum que apresenta um conceito inovador no debate na web: cada tema é lançado por dois debatentes, o público faz a discussão e ao fim de um tempo os proponentes iniciais fazem um balanço. É clara a tentativa de trazer os partidos para perto das pessoas com maior inclinação para o debate de ideias. Na minha humilde opinião, este movimento peca apenas por tardio. Como já antes escrevi, a campanha de Barack Obama, construída no coração da web social, partindo desta, revigorada por esta, para todos os lados do espaço comunicacional, veio espatifar os preconceitos ainda existentes relativamente à Internet e às pessoas que por ela se movimentam. Os três actos eleitorais de 2009 em Portugal terão forçosamente, e até por um conjunto de outras razões, de passar por presenças e atenções para com os cibernautas muito maiores da parte dos candidatos. Na web conquistam-se directamente poucos votos, mas indirectamente ocupam-se muitos territórios e sobretudo “postos de retransmissão” de mensagens. Paulo Querido, jornalista
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December 2 2008, 1:37am | Comments »
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Liberdade e ambiente de confiança favorecem a criatividade
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Crónica de Norberto Pires de hoje (30 de Novembro) no Jornal de Notícias:Esta semana assisti a uma conferência interessante sobre empreendedorismo e inovação. Em Portugal esse tipo de assunto acaba geralmente na discussão de aspectos culturais e organizacionais da sociedade portuguesa, nomeadamente em contraponto com sociedades consideradas mais evoluídas (geralmente da América do norte e Europa do norte), tentando com isso explicar os nossos fracos resultados em termos de iniciativa e risco.Um dos tópicos de discussão é geralmente o da segurança do emprego, considerado como um aspecto negativo da nossa legislação e uma das razões do nosso crónico problema de competitividade. A lógica baseia-se no seguinte raciocínio simples: o excesso de segurança significa acomodação, menor empenho e iniciativa pessoal, ausência de proactividade, baixa procura de formação complementar o que tem em conjunto um efeito muito significativo no desempenho global e numa certa aversão à mudança.É preciso algum cuidado com este raciocínio, porque se o excesso de segurança do emprego é prejudicial e tem efeitos óbvios na capacidade das organizações, a ausência de segurança é ainda muito pior. A ausência de segurança tem efeitos negativos, podendo ser um factor muito limitativo da capacidade de inovar e de empreender nas empresas. O que esperamos das pessoas é que pensem naquilo que fazem, que estejam prontas a criticar de forma construtiva e a discernir sobre as melhores opções e propostas: esta é uma forma de confronto que tem de ser bem gerida. A liberdade e o ambiente de confiança são fundamentais para os espíritos criativos, os quais constituem os principais agentes da inovação. E isso não é essencialmente um risco, mas antes uma mais-valia muito importante que as empresas devem proteger e gerir.No entanto, é óbvio que existe em Portugal excesso de segurança do emprego sendo absolutamente urgente introduzir mecanismos que instabilizem e diferenciem de forma positiva, isto é, fazendo com que cada pessoa perceba que o seu desempenho, a forma como contribui para o sucesso da sua organização tem impacto no seu salário e na posição que ocupa na organização.Em termos gerais, tenho para mim que são necessárias quatro condições para promover e incentivar o empreendedorismo, todas elas de alguma forma relacionadas com segurança: uma segurança social forte, que dê garantia ao empreendedor de não estar a arriscar de forma decisiva o futuro da sua família; um sistema de justiça célere e eficaz, que seja o garante das liberdades e garantias dos cidadãos; um sistema de saúde com as coberturas necessárias, para que o empreendedor perceba que não está a colocar em causa a saúde e bem-estar da sua família; um sistema de educação pública competitiva, tendencialmente gratuita, que seja uma garantia de uma educação eficaz. Não é por acaso que os países mais empreendedores, também são aqueles que têm estes sectores bem organizados e a funcionar eficientemente.Os empreendedores são pessoas que gostam do risco, percebem que há oportunidades na boa gestão do risco, que vivem como pensam sem pensar como viverão. Mas para isso precisam de saber que não estão a colocar em causa o essencial, que a educação e saúde dos seus não estão em risco, e que existe um sistema de justiça que lhe dá garantias de celeridade e resolução de conflitos. São pessoas livres, disruptivas, dinâmicas e que tendem a estudar até à exaustão as coisas ou as actividades em que se envolvem. Precisam de ambientes mais flexíveis, livres, que incentivam a discussão, a crítica, o confronto de ideias, e que diferenciam pelo desempenho. Precisamos desta forma de instabilidade, mas sem exageros, e muito menos importando modelos do exterior.J. Norberto Pires
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November 30 2008, 4:00pm | Comments »
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Empresas com a marca “Universidade de Coimbra”
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Post de Norberto Pires sobre empresas criadas pela Universidade de Coimbra:Alguns dados:1. Período: 5 anos2. Número de empresas criadas: 107 (104 incubadas no Instituto Pedro Nunes)3. Postos de trabalho qualificado: 11004. Facturação anual: 55 milhões de euros (2007)5. Patentes: média de 5 patentes anuaisA Universidade de Coimbra ganhou os dois últimos prémios inovação BES (2007 e 2008): em 2007 com a Infogene, e em 2008 com uma nova técnica para administração de medicamentos desenvolvida na Faculdade de Ciencias e Tecnologia por uma equipa liderada por Luís Arnaut (e que já foi protocolada com a Bluepharma para desenvolvimento do produto).Esta é uma sessão interessante sobre empreendedorismo:http://www.uc.pt/gats/noticias/news_20J. Norberto Pires
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November 30 2008, 3:59pm | Comments »
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Pessoal e transmissível e… imperdível
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Na sequência da troca de comentários com Diogo Vasconcelos neste pequeno post sobre os think tanks do PSD, acabei a ouvir a entrevista que deu ao Carlos Vaz Marques, na antena da TSF, no início de Novembro, antes do congresso da “sua” APDC. O Diogo merece ser ouvido. Mais que isso, é imperdível. Ouçam-no sobre a Internet, as redes sociais, o presidente-wiki (Obama), a importância da energia e do verde, a importância da livre circulação da informação. A importância do acesso, dos homens e da sua capacidade de resolverem as encruzilhadas. Como a crise financeira. Pessoalmente, fiquei grato pela resposta sobre The Cult of the Amateur, de Andrew Keen. Carlos Vaz Marques parecia deslumbrado com as teses de Keen e à terceira o Diogo lá deixou o politicamente correcto e descascou o livro. E também pela visão sem talas dos desafios da cultura wiki, open source, reticular — e nisso vai mais longe que outros intelectuais afectos ao PSD que, ao enfrentar o desiquilíbrio das relações de poder motivado por exemplo pela Wikipedia, não conseguem sair dos espartilhos ideológicos e classistas em que se formaram, indecisos quanto à força natural da autoridade do conhecimento.
November 29 2008, 3:32am | Comments »
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À MAPiNET: porque não gostamos de meias verdades
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Este é um guest post da autoria de Marcos Marado (*) . Em resposta ao artigo sobre o movimento MAPiNET, publicado em 26 de Novembro no Público, tenho a dizer: A pirataria na Internet, sobretudo de filmes e música, tem causado o encerramento de pequenas empresas e a perda “acentuada” de ganhos Imensos estudos se têm debruçado sobre este tema, e nunca se conseguiu chegar a uma conclusão. Pelos vistos há um novo estudo que já consegue concluir que existem pequenas empresas que encerraram ou tiveram “perdas acentuadas” devido à pirataria na Internet. Dêm-me os dados. Apresentem provas. Segundo Alexandre Bravo, os cinemas perderam um milhão de espectadores em 2008, ano em que também fecharam 300 clubes de vídeo. Já a venda de música passou a gerar menos 60 por cento de receitas e terão sido perdidos cerca de metade dos postos de trabalho no sector nos últimos anos. E até a indústria livreira “começa a sentir um bocadinho na pele” os efeitos dos downloads ilegais. Demagogia. Até hoje, e mais uma vez, ainda nunca se conseguiu arranjar um estudo de aprovação consensual que conseguisse relacionar “downloads ilegais” com “diminuição de vendas e receitas”. Caso, mais uma vez, a MAPiNET tenha acesso a um novo estudo apresentando tal relação, que mo mostrem. Dêm-me os dados. Apresentem provas. Paulo Santos, um dos porta-vozes do movimento antipirataria, criticou ainda o facto de a legislação portuguesa (desta feita através de um diploma que tem apenas quatro anos) classificar os dados de tráfego (informação que ajuda à identificação de um utilizador da Internet) como dados pessoais: “Confunde-se o conceito de meio com o conteúdo das comunicações.” Com esta legislação, argumenta, é “praticamente impossível” combater o download de ficheiros ilegais. Caríssimo, os “dados de tráfego” são dados pessoais, visto serem relativos a comunicações privadas, tal como são os registos das chamadas telefónicas. Não queremos nem devemos ceder os nossos direitos, as nossas liberdades e a nossa privacidade. Esta solução implica a colaboração dos fornecedores de acesso, que são normalmente acusados pelos defensores dos direitos de autor de não quererem restringir ou vigiar a utilização das ligações que vendem para não afastar clientes. E porque afasta isso os clientes? Será porque as pessoas não querem ser vigiadas, não querem perder a sua privacidade? Paulo Santos admitiu ainda que o sector vai ter de se adaptar aos tempos digitais, mas que essa mudança deve ser feita “naturalmente” e não por força da pirataria. Não terá, por acaso, a pirataria aparecido “naturalmente”? Em suma, acredito que:
A MAPiNET baseia-se em dados meramente especulativos, nunca os justificando com dados A MAPiNET tenta passar a ideia de representar a “indústria da cultura” A MAPiNET tenta ocultar o seu verdadeiro objectivo, já, exposto anteriormente, de tentar com que a aprovação do Pacote Telecoms seja feito sem a emenda 138 A emenda 138 do Pacote Telecoms é fundamental para que os direitos consagrados pela Carta de Direitos Fundamentais da EU não sejam ignorados, como explicado neste apelo
Para que não fique nada por esclarecer, cito-vos a emenda 138 do Pacote Telecoms: aplicando o princípio de que nenhuma restrição pode ser imposta nos direitos e nas liberdades dos utilizadores finais, notavelmente de acordo com o artigo 11 da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia sobre a liberdade de expressão e informação, sem decisão anterior por autoridades judiciais, excepto quando ditado por força maior ou pelos requisitos para a preervação da integridade e segurança da rede, e sujeito a provisões nacionais da lei criminal impostas por razões de política pública, segurança pública ou moral pública. É isto que a MAPiNET quer retirar da Lei? O requisito de ser uma Autoridade Judicial a decidir em que casos os direitos e as liberdades dos cidadãos podem ser restritos? Eu digo NÃO. Autor: Marcos Marado é Arquitecto de Serviços e músico, com presença relevante na comunidade portuguesa de autores web. O artigo é reproduzido sob a licença CC-BY PT original, que é menos restritiva que a licença geral desta publicação.
November 28 2008, 2:30am | Comments »
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A política partidária a aquecer os motores na net
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Na sequência do que já tinha escrito aqui, duas notas. Uma, que actualizei já a imagem do site do Instituto Sá Carneiro, apresentado esta tarde. Outra, a de que o MEP fez história também hoje: estou a escrever este post com o video de Rui Marques em directo, numa janela ao lado. A Sessão MEP em Cascais foi transmitida em directo na Internet. E mais: Rui Marques respondeu a questões colocadas tanto no chat disponibilizado no site do partido, juntamente com a emissão, como através do Twitter. Estas iniciativas rendem sempre boa imagem — como se comprova pelo testemunho abaixo.
jqrd @PauloQuerido “Eu creio que os presentes na sala e aqueles que nos acompanham na internet…” - Sim senhor, muito bom! 4 minutes ago from twhirl in reply to PauloQuerido
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November 27 2008, 3:59pm | Comments »
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Para a lista dos candidatos a serviço web inútil do ano: câmaras da Estradas de Portugal
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Venho propor para a lista dos candidatos a serviço web inútil do ano o serviço de câmaras de trânsito da Estradas de Portugal. Nunca tive um serviço de jeito das diversas vezes que tentei consultar o trânsito através delas. E a maior parte das vezes nem serviço tive, para além da irritante aplicação Flash. Neste momento o aspecto é o que se pode ver na imagem. Esteve assim parte da manhã. Pergunta: os diversos sites noticiosos que incorporam o serviço da Estradas de Portugal no seu noticiário não se queixaram nem dizem nada?
November 27 2008, 5:57am | Comments »
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“Brasil subsidia PCs de baixo custo”
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Do baú das memórias tiram-se sempre coisas engraçadas. Como esta notícia dada por mim na Recortes — uma publicação informativa digital — no ano da graça de 2001, ou seja, vai fazer 8 anos. De notar os preços em escudos e as portentosas capacidades do bicho. “Brasil subsidia PCs de baixo custo 2001/02/01 18:16:36 | O ministro da comunicação brasileiro anunciou um programa para construir e vender computadores de baixo custo financiados, permitindo a milhões de brasileiros adquirir algo que nunca poderiam ter. Os computadores seguem um protótipo construído na Universidade Federal de Minas Gerais e vão para o mercado ainda este ano. Anunciam-se preços entre 43.000$ 53.000$. Dotados de um processador equivalente ao Pentium a 500 MHz e de 64 megabytes de memória, monitor de 14 polegadas, colunas de som, leitor de CD-Rom e um modem de 56Kb, destinam-se à população de menores recursos. O governo brasileiro abrirá uma linha de crédito que permitirá a aquisição em prestações mensais de 2.100$. ”
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- Recortes
November 26 2008, 4:43pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Como se mede o sucesso de uma boa ideia de marketing?
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Como se mede o sucesso de uma boa ideia de marketing? uma imagem vale mais que 1000 palavras. Ou melhor, vale mais que 1.000 livros cheios delas.
Uma ideia. Um press-release. Um sucesso. Mais um estudo de caso para a economia do gratuito. Eis a campanha de dar 1.000 livros às primeiras 1.000 pessoas que se inscrevam no site da Wook.
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November 25 2008, 12:34pm | Comments »







