Si l'on ne peut plus gouverner par les regles et par les ordres, on est conduit à réexaminer les mobiles des comportements humains; plus précisément, la façon dont on réussit à obtenir les convergences et coordinations indispensables à une coopération efficace. C'est la perception de ces difficultés qui explique l'enthousiasme pour le management participatif; de même, l'intérêt passionné porté par certains aux cercles de qualité et au modele japonais; plus généralement encore, le succes des concepts rajeunis de « culture », et de « valeurs », et des formules comme les projets d'entreprise.Michel Crozier. obra citada
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Já não se pode governar por regras e ordens...
http://terrear.blogspot.com/2010/10/ja-nao-se-pode-governar-por-regras-e.html
October 24 2010, 10:30am | Comments »
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A sociedade vigilante
http://dererummundi.blogspot.com/2010/09/sociedade-vigilante.html
A preocupação com a segurança de pessoas e bens e com a qualidade de serviços e instituições tem legitimado a instalação de uma panóplia de sofisticados sistema de vigilância e controlo em espaços exteriores e interiores, em contextos reais e virtuais: eeroportos, hospitais, tribunais, lojas, recintos desportivos, laboratórios, escolas, ruas, prédios, bibliotecas, correio electrónico, telefones… As câmaras de filmar, os cartões electrónicos, as impressões digitais, a leitura da retina, os chips, os satélites... entraram no nosso vocabulário e no nosso modo de ver e estar no mundo.Poderíamos pensar que se trata de uma imposição por parte de instâncias com poder, correlativamente, aceite pelas pessoas comuns, numa atitude conformista, de quem nada pode fazer a não ser sujeita-se à autoridade.Pelo que me é dado perceber, não é bem assim… As próprias pessoas, letradas e não letradas, de esquerda, de direita ou do centro, das cidades ou das aldeias, velhas, de meia-idade ou novas… não só aceitam de boa mente essa vigilância e controlo, como os reivindicam se não existem e onde existem querem-nos redobrados.De modo que se me afigura ligado ao que acima disse, as solicitações de televisões, de revistas e jornais, da internet… para disponibilizar dados particulares, para se retratar, para contar o seu caso, para mostrar o seu quotidiano, para dizer o que faz, o que pensa, o que lhe vai na alma, de si e dos outros, entrou nos hábitos sociais.Mais uma vez aqui se podería pensar que se trata de coerção mais ou menos dissimulada, que as pessoas comuns, por necessidade económica ou outra, por constrangimento ou desejabilidade social, por serem apanhadas desprevenidas, ou por falta de preparação intelectual, aceitam mas a contra-gosto.Mas, também pelo que me é dado perceber, a explicação está longe de ser esta… As próprias pessoas, seja qual for a sua condição, disponibilizam amostras de comportamentos e sentimentos privados e até íntimos, partilham acontecimentos que só a si e aos seus dizem respeito, contam o seu dia-a-dia e daqueles com quem se cruzam, ilustram os discursos com imagens da sua casa, do seu quarto, publicam fotografias suas, de amigos, dos filhos…Assim, neste início de século, tudo e todos parecem estar a ser observados, a todo o momento, em relação a todas as dimensões da vida…Todas estas considerações a propósito de um livro que me parece dissonante da opinião geral. Problematiza, apresenta teorizações e estudos, leva a pensar na nossa identidade e no modo de nos relacionarmos.Tem por título: A Sociedade Vigilante - Ensaios sobre identificação, vigilância e privacidade, foi organizado pela antropóloga Catarina Fróis e publicado em 2009 pela Imprensa de Ciências Sociais.Trata-se de uma obra que "reúne um conjunto de ensaios de proeminentes cientistas sociais, nacionais e internacionais, que procuram problematizar a implementação e legitimação de vários mecanismos de controlo vigentes na sociedade contemporânea. Aqui são abordados temas como a videovigilância; o policiamento; a introdução de novos cartões de identificação; a regulação das politicas de protecção da privacidade individual; o uso e recolha de dados pessoais (estatísticos e genéticos) para fins governamentais ou comerciais. Os autores deste livro propõem-se mostrar que estar alerta, ser-se vigilante, é uma preocupação pertinente para a academia, para decisores políticos e para a sociedade civil, procurando contribuir para um debate lúcido e informado em torno destas matérias."
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September 29 2010, 1:37pm | Comments »
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Paradigmas de gestão
http://terrear.blogspot.com/2010/08/paradigmas-de-gestao.html
(retirado de Tumbula, 2010)
August 28 2010, 11:27am | Comments »
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Caos, gestão, valores
http://terrear.blogspot.com/2010/08/caos-gestao-valores.html
Organisational Values as "Attractors of Chaos”:An Emerging Cultural Change to Manage Organisational Complexity Dolan S.L1., Garcia S2., Diegoli S3., Auerbach A4.,
August 23 2010, 11:43am | Comments »
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De uma GPD e GPO para uma GPV
http://terrear.blogspot.com/2010/08/de-uma-gpd-e-gpo-para-uma-gpv.html
A crise em que ainda vivemos mergulhados e o modelo de governação que nos (des)comanda são tributários de uma filosofia marcada pela Gestão por Directivas (ou Gestão/Direcção por Instrução) e pela mais recente (?) Gestão por Objectivos (ou Direcção por Objectivos). Reúnem-se cada vez mais evidências da falência destes modelos de direcção e gestão. Como alternativa, defende-se a Gestão por Valores (GpV). Garcia e Dolan, os autores de referência desta visão. Aqui.
August 23 2010, 11:25am | Comments »
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A Direcção por Valores (DpT)
http://terrear.blogspot.com/2010/08/direccao-por-valores-dpt.html
Nesta linha, GARCÍA (2001a, p. 12) refere como enfoque metodológico da DpVum “modelo triaxial”6 de análise que agrupa os valores em três dimensões, quedesejavelmente devem estar o mais equilibradas possível: o eixo de valores “práxicos”(ligados à prática) ou de controlo; o eixo de valores “poiéticos”7 (emocionais e criativos)e o eixo dos valores “éticos”, eixo central em torno do qual giram os outrosdois. O modelo triaxial da Direcção por Valores visa a criação de empresas “eutópicas”8: “chegou, pois, o momento de que o grito utópico de que ‘outro mundo épossível’ incorpore o realismo eutópico de que ‘outra empresa é possível” (GARCÍA,2003, p. 1). As empresas “eutópicas” têm uma tripla responsabilidade: equilíbrioeconómico, ético e emocional. Naturalmente que a “alma” deste modelo assentasobretudo nos eixos dos valores éticos e “poiéticos”, pois “os valores práxicos convencionais,que dominam o mundo da empresa, estão a perder o seu poder hegemónicopara dar sentido à acção” (GARCIA, 2001a, p. 3). Como que resumindo ejustificando todo o sentido deste modelo, assim escreve o autor:O homo tecnoeconomicus alcançou o seu tecto evolutivo de máximaeficiência, de felicidade e de sentido para a acção. Há queexplorar e aplicar novos modos de pensar e fazer as coisas nasempresas mais evoluídas; quer dizer, mais éticas e mais ‘poiéticas’,que questionem e ampliem o modelo dominante de ‘progresso’ ede ‘criação de valor’ propugnado pelo pragmatismo das nações nopoder mundial (Estados Unidos, Alemanha, Japão […]) e suasseguidoras. Chegou a hora da ética empresarial, de libertar o potencialcriativo das pessoas e de pensar em novas formas de lide-rança e de empreendedorismo baseadas numa consciência moralpós convencional. […] A perdurabilidade e desenvolvimento dosistema capitalista passam pela sua humanização: passa por entendere aplicar o valor do respeito à pessoa e ao seu meio ambiente.[…] A turbulência e incerteza do ambiente socio-económicoactual deve enfrentar-se construindo uma ‘alma’ organizativa quedê sentido humano à acção (GARCIA, 2001a, p. 4).João Trigo e Jorge Costafontehttp://www.scielo.br/pdf/ensaio/v16n61/v16n61a05.pdfCada vez mais necessária. Para escapar às derivas tecnocráticas do comando e controlo.
August 23 2010, 11:15am | Comments »
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O Professor como Educador
http://terrear.blogspot.com/2010/05/o-professor-como-educador.html
Numa dada noite, três estudantes universitários beberam até altashoras e não estudaram para o teste do dia seguinte.Na manhã seguinte, desenharam um plano para se safarem. Sujaram-se dapior maneira possível, com cinza, areia e lixo. Então, foram ter com oprofessor da cadeira e disseram que tinham ido a um casamento na noiteanterior e no seu regresso um pneu do carro que conduziam rebentou.Tiveram que empurrar o carro todo o caminho e portanto não estavam emcondições de fazer aquele teste.O professor, que era uma pessoa justa ,disse-lhes que fariam umteste-substituição dentro de três dias, e que para esse não haviadesculpas. Eles afirmaram que isso não seria problema e que estariampreparados.No terceiro dia , apresentaram-se para o teste e o professor disse-lhes com ar compenetrado que, como aquele era um teste sob condiçõesespeciais , os três teriam que o fazer em salas diferentes.Os três, dado que tinham estudado bem e estavam preparados,concordaram de imediato.O teste tinha 5 perguntas e a cotação de 20 valores.Q .1. Escreva o seu nome ----- ( 0.5 valores)Q.2. Escreva o nome da noiva e do noivo do casamento a que foi háquatro dias ---(5 valores )Q.3. Diga o tipo de carro que conduziam e cujo pneu rebentou.--( 5 valores)Q.4 . Indique qual das 4 rodas rebentou ------- ( 5 valores )Q.5. Diga qual era a marca da roda que rebentou ---- (2 valores)Q.6. Indique quem ia a conduzir ------ (2.5 valores)(com agradecimento a APS)
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May 16 2010, 6:44am | Comments »
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http://terrear.blogspot.com/2010/04/um-novo-numero-da-revista-de-educacion.html
Um novo número da Revista de Educación (do MEC de Espanha). Destaco dois textos: Miguel Santos Guerra e José Antonio Marina.Nº 351: La transición a la vida activaMonográficoLidia E. Santana Vega PresentaciónMiguel Ángel Santos GuerraUna pretensión problemática: educar para los valores y preparar para la vidaJosé Antonio Marina La competencia de emprender
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April 7 2010, 5:36am | Comments »
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O Taxista de São Paulo
http://terrear.blogspot.com/2010/03/o-taxista-de-sao-paulo.html
Todo el mundo sabe que los taxistas son una fuente inagotable de preguntas y de respuestas. Cuántas sabrosas conversaciones se habrán producido en el trayecto solicitado y convenientemente pagado. Trayecto que resulta siempre corto para el taxista y siempre largo para el usuario.Cuántas cosas hemos aprendido de los taxistas y, probablemente, cuántos taxistas se habrán doctorado en el currículum variopinto de la vida al volante de un vehículo que se ha convertido en el modus vivendi. No hay filtro alguno para las personas que suben a un taxi. En él se desplazan eminencias deslumbrantes y zafios concienzudos, ancianos venerables y jóvenes atolondrados, borrachos impenitentes y monjitas atónitas... De la misma manera que existe todo tipo de pasajeros, existe una variedad ilimitada de taxistas.Coincidí con un taxista atribulado en el trayecto que separa el aeropuerto de Guarulhos (Sao Paulo) al céntrico Hotel Pergamon de la ciudad. Tuvo tiempo para explicarme que hacía un año, una pasajera que se identificó como psicóloga le dio un conejo que, en la primera ocasión que se le presentó, llevó fielmente a la práctica.Me cuenta el taxista que tiene tres hijos. El mayor ha terminado la carrera. Trabaja, tiene un salario mejor que el suyo y vive en la casa cómodamente a costa de los padres. Los dos menores están estudiando. Pues bien, la psicóloga le aconseja que hable con el hijo mayor porque no está bien, a su juicio, que el chico siga viviendo en la casa como un gorrón sin contribuir al elevado costo que conlleva mantener una familia numerosa. No es sólo por el bien de la familia, es por el bien (educativo) del hijo. El hijo sabe cuál es el tiempo que el padre dedica al trabajo: catorce horas diarias, incluidos domingos y festivos (De hecho yo utilizo el servicio un domingo a las diez de la noche). Sabe que tiene que trabajar incluso estando enfermo porque la familia no puede vivir sin su trabajo. El taxista me cuenta:-Con las mejores palabras, le dije al hijo que debía colaborar, aunque sólo fuese pagando el gas o la luz. Me miró de tal manera que inmediatamente le dije que se olvidase de lo que acababa de oír."De tal manera", me explicó seguidamente, quería decir con desconcierto, incredulidad, desaprobación, desprecio y reproche. El hijo sigue en la casa. Disfruta de su coche deportivo, ahorra su dinerito y comparte vacaciones con su pareja. El hijo se beneficia del trabajo extenuante de su padre y de su madre. El hijo sólo piensa en sí mismo.-Es muy buen chico, dice el padre, pero ha salido muy egoísta.¿Se puede ser bueno y egoísta a la vez? He aquí el problema. El problema es que estamos haciendo hijos egoístas, jóvenes egoístas, ciudadanos egoístas. Si esta es la actitud del hijo del taxista con su familia, ¿qué hará con desconocidos?Alguna vez he contado la historia de una madre que pide limosna con su hijo mientras ésta se lamenta por la vergüenza que da pedir y por la insolidaridad existente. El hijo, que ya ha tomado postura en la vida, le dice a la madre:-Mamá, tu no te preocupes por mí porque yo el día de mañana voy a ser multimillonario y tú ya sólo tendrás que pedir para ti sola.¿Cómo se construye esta actitud de egoísmo desmedido? ¿Cómo de padres generosos y sacrificados pueden proceder hijos egoístas y perezosos? La respuesta no es fácil. En educación no sucede que si A, entonces B. Lo que realmente sucede es que si A, entonces B, quizás.Voy a apuntar algunas posibles causas de este preocupante fenómeno.Una causa es la postura educativa que sólo pone el énfasis en los derechos. Como si éstos no tuviesen responsabilidades correlativas.La segunda es una relación paterno filial que descansa en la satisfacción de todas las demandas, exigencias y caprichos de los hijos.Una tercera causa es la estúpida emulación con otras familias, a las que se quiere ganar a la hora de mostrarse generosos o magnánimos con los hijos. "Si les damos más que nadie, demostraremos que los queremos más que nadie".Otra causa es el "egoísmo familiar", que cultiva y potencia una actitud de generosidad "ad intra" y una falta de sensibilidad y compasión sin límites a los que están fuera de ese pequeño círculo. La quinta es la hipertrofia del individualismo cuyo germen reside en la entraña de la cultura neoliberal. Cada uno debe ir a lo suyo.Pienso en una sexta causa que es la demolición que ha sufrido el concepto de autoridad. La ley del péndulo nos hace pasar de unas posiciones extremas (autoritarismo) a otras igualmente inaceptables (libertinaje).En el año 2005 se presentaron en España 6.000 denuncias por malos tratos de hijos a padres. (Y eso que muchos padres no tienen el coraje de denunciar a sus hijos por miedo, por vergüenza, por no empeorar la situación, por complejo de culpa...). El crecimiento de estos fenómenos es de naturaleza exponencial. Javier Urra, que fue el primer Defensor del Menor de la Comunidad de Madrid, acaba de escribir el libro "El pequeño dictador. Cuando los padres son las víctimas". En él nos advierte del peligro de una educación basada en la sobreproducción y el libertinaje, no en la autoridad, la competencia y la confianza. "De hijos consentidos, adolescentes agresivos", dice lapidariamente.El taxista brasileño se lamentaba de la situación y, a la vez, mostraba su origen.-No le diré nunca a mi hijo que se vaya de casa.¿Por qué? ¿No puede vivir por sí mismo? ¿Tiene derecho a seguir viviendo a costa de quienes gozan de una situación peor que la suya? ¿Pueden convertirse impunemente en un ejemplo funesto para los hermanos menores? Cuando su padre no pueda seguir trabajando, ¿tendrán que mendigar los demás para él? El taxista me dijo que lo iba a intentar de nuevo. Espero que no vuelva a contarle a otro pasajero una nueva decepción, seguramente más dolorosa. Suerte, amigo.Miguel Santos Guerra
March 20 2010, 6:09pm | Comments »
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Una pretensión problemática: educar para los valores y preparar para la vida
http://terrear.blogspot.com/2009/12/una-pretension-problematica-educar-para.html
Miguel Ángel Santos GuerraUniversidad de Málaga. Facultad de Ciencias de la Educación. Departamento de Didáctica y Organización Escolar. Málaga, España.ResumenLa sociedad encomienda a la escuela una doble tarea de naturaleza paradójica. Por una parte, debe educar para las valores (libertad, paz, justicia, solidaridad, igualdad, respeto…) y, por otra, debe preparar para la vida. Pero la vida tiene componentes inquietantes de opresión, belicismo, injusticia, insolidaridad, desigualdad y falta de respeto a la dignidad de los seres humanos. Una persona que pretenda tener éxito en la vida estará frecuentemente invitada a romper la esfera de los valores y, a su vez, una persona que pretenda vivir éticamente encontrará dificultades para alcanzar el éxito. No se puede exclusivizar la tara de la escuela en la transmisión aséptica de un conjunto de conocimientos. La tarea fundamental de las instituciones educativas es enseñar a pensar, preparar para el trabajo a través del desarrollo de competencias e inculcar valores que faciliten y mejoren la convivencia. Pero la escuela tiene competidores que hacen más complejo y difícil el desempeño de su tarea. Los medios de comunicación ofrecen una filosofía y presentan unos modelos por la vía de la seducción que se enfrentan a los que ofrece la escuela por la vía de la argumentación. El artículo ofrece las respuestas para resolver esta demanda problemática que recibe la escuela. Tiene que preparar para que los alumnos y alumnas entiendan la realidad, para actuar competentemente en ella y para ser personas éticamente desarrolladas. El autor ofrece algunas estrategias para conseguirlo, como la acción colegiada, la reflexión sistemática y la apertura al medio; asimismo plantea las condiciones necesarias para que sea posible conseguirlo. Condiciones que tienen que ver con la formación del profesorado, con la configuración y el tamaño de las plantillas, con la autonomía de los centros, con la flexibilidad de los tiempos y los espacios y con la abundancia y la adecuación de los medios. Palabras clave valores, escuela, trabajo, transición, educación, evaluación.Texto integral
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December 25 2009, 9:59am | Comments »
