A atitude é a nossa perspectiva pessoal sobre nós próprios e as nossas circunstâncias - a nossa disposição e o nosso ponto de vista emocional. São muitas as coisas que afectam as nossas atitudes, como, por exemplo, o nosso carácter, a nossa personalidade, a nossa auto-estima, a percepção que temos de quem nos rodeia e das suas expectativas em relação a nós. Um dos indicadores interessantes da nossa atitude elementar é a importância que atribuímos à sorte nas nossas vidas.Aqueles que gostam do que fazem costumam descrever-se a si próprios como sortudos. Os que não se consideram bem-sucedidos costumam dizer que são azarados. Todos nós damos maior ou menor relevância aos acidentes e ao acaso. Mas a sorte é muito mais do que um mero acaso. As pessoas de sucesso costumam partilhar atitudes similares, tais como perseverança, auto confiança, optimismo, ambição e frustração. O modo como percebemos as nossas circunstâncias, criamos e aproveitamos as oportunidades depende em grande parte daquilo que esperamos de nós próprios. KenRobinson, obra citada
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Eu Quero
http://terrear.blogspot.com/2010/11/eu-quero.html
- Tags:
- vontade
- Antologia educação
- querer
November 17 2010, 1:01pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Os Mistérios da Vontade Perdida
http://terrear.blogspot.com/2010/05/os-misterios-da-vontade-perdida.html
E a propósito do querer, dos detonadores, dos fósforos, do oxigénio... é bom relembrar:http://terrear.blogspot.com/search?q=laura+esquível
May 7 2010, 7:59am | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Crenças e dis posições
http://terrear.blogspot.com/2010/01/crencas-e-dis-posicoes.html
Una variante más de este tercer factor la proporciona Carol Dweck, una psicóloga que me resulta muy atractiva porque se ha ocupado de la motivación escolar y porque es guapa. Su obra comenzó observando que los nifíos en edad escolar difieren en su respuesta ante el fracaso en una tarea académica. Distinguió dos estilos. Unos dicen: «No valgo para esto», y acaban haciéndolo peor. Los otros dicen: «Lo he hecho mal, pero la próxima vez lo haré mejor.» (Por qué hay esa diferencia? Carol descubrió que cada grupo estaba persiguiendo una meta diferente. Los primeros, el resultado. Los segundos, la destreza. Aquéllos veían la inteligencia como una entidad fija, éstos como algo maleable, que aumentaba o disminuía.José Antonio Marina. El misterio de la voluntad perdida
January 26 2010, 5:37pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Dos fósforos, do hálito, da mudança
http://terrear.blogspot.com/2009/11/dos-fosforos-do-halito-da-mudanca.html
- Como vê, todos temos no nosso interior os elementos necessanos para produzir fósforo. Mais ainda, deixe-me dizer-lhe uma coisa que não confiei ainda a ninguém. A minha avó tinha uma teoria muito interessante, dizia que embora todos nasçamos com uma caixa de fósforos no nosso interior, não os podemos acender sozinhos, precisamos, como na experiência, de oxigénio e da ajuda de uma vela. Só que neste caso o oxigénio tem de vir, por exemplo, do hálito da pessoa amada; a vela pode ser qualquer tipo de alimento, música, caricia, palavra ou som que faça disparar o detonador e assim acender um dos fósforos. Por momentos sentir-nos-emos deslumbrados por uma intensa emoção. Dar-se-á no nosso interior um agradável calor que irá desaparecendo pouco a pouco conforme passa o tempo, até vir uma nova explosão que o reavive. Cada pessoa tem de descobrir quais são os seus detonadores para poder viver, pois a combustão que se dá quando um deles se acende é que alimenta a alma de energia. Por outras palavras, esta combustão é o seu alimento. Se uma pessoa não descobre a tempo quais são os seus próprios detonadores, a caixa de fósforos fica húmida e já nunca poderemos acender um único fósforo.Se isso chegar a acontecer a alma foge do nosso corpo, caminha errante pelas trevas mais profundas procurando em vão encontrar alimento sozinha, não sabendo que só o corpo que deixou inerme, cheio de frio, é o único que poderia dar-lho.Como eram certas aquelas palavras! Se havia alguém que soubesse isso era ela. Infelizmente, tinha de reconhecer que os seus fósforos estavam cheios de mofo e humidade. Ninguém podia voltar a acender um só que fosse.O mais lamentável era que ela sabia muito bem quais eram os seus detonadores, mas cada vez que tinha conseguido acender um fósforo haviam-no apagado inexoravelmente.John, como que lendo o seu pensamento, comentou: - Por isso é preciso mantermo-nos afastados de pessoas que tenham um hálito gélido. Bastaria a sua presença para poder apagar o fogo mais intenso, com os resultados que já conhecemos. Quanto mais à distância nos pusermos destas pessoas, tanto melhor nos protegeremos do seu sopro.Pegando numa mão de Tita entre as suas, acrescentou docilmente:- Há muitas maneiras de pôr uma caixa de fósforos húmida a secar, mas pode ter a certeza de que tem solução.Tita deixou que algumas lágrimas deslizassem pelo seu rosto. Com doçura John secou-lhas com o seu lenço.- É claro que também é preciso ter o cuidado de ir acendendo os fósforos um a um. Porque se por uma emoção muito forte se acendem todos de uma vez produz-se um brilho tão forte que ilumina para além do que podemos ver normalmente e então aparece aos nossos olhos um túnel esplendoroso que nos mostra o caminho que esquecemos no momento de nascer e que nos chama a reencontrar a nossa origem divina perdida. A alma deseja integrar-se de novo no sítio de onde vem, deixando o corpo inerte... Desde que a minha avó morreu que procuro demonstrar cientificamente esta teoria. Talvez um dia o consiga. O que acha?O doutor Brown manteve-se em silêncio para dar tempo a Tita comentar qualquer coisa se assim o desejasse. Mas o seu silêncio era como se fosse de pedra. Laura Esquível (1989) Como Água Para Chocolate, Porto:ASA (109-110)
- Tags:
- vontade
- Antologia educação
- querer
November 28 2009, 4:16pm | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Do fracasso da vontade
http://terrear.blogspot.com/2008/10/do-fracasso-da-vontade.html
Jose Antonio Maria e a Inteligência fracassada. Sete motivos para o fracasso da vontade:
"Una tipología apresurad de los fracassos de la voluntad en su función controladora. Es un cortejo nutrido: las deficiencias del deseo, la esclavitud de la voluntad (adición y miedo), la impulsividad, la procastinación, la indecisión, la rutina, la incosntancia y la obcecación."
- Tags:
- vontade
October 14 2008, 3:33am | Comments »
-
João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Motivação, motivo, meta
http://terrear.blogspot.com/2008/09/motivao-motivo-meta.html
A pesar de tan irremediable mixtura, de ese inevitable ir y venir en lanzadera del motivo a la meta, del deseo al incentivo del deseo, de la gasolina a la cerilla para explicar el fuego, conviene mantener la distinción entre elementos subjetivos y objetivos. Si atravieso el mar para ver amanecer en la Patagonia, el motivo de viaje es mi deseo de nuevas experiencias, el amor a la aventura
September 23 2008, 2:24am | Comments »
1


