Alguns excertos de declarações de Gilles Lipovetsky, hoje ao Jornal de Negócios: "Quando alguém se sente deprimido, vai ver um filme, cortar o cabelo ou comprar uma camisola. Comprar para esquecer. O consumo é um paliativo que funciona.(...)Vivemos numa sociedade de "performance", com uma pressão terrível para os resultados, notória nas empresas. Veja-se o caso da France Telecom, com os suicídios no local de trabalho. Antes, existia uma pressão sobre a classe operária em geral, agora essa pressão é exercida sobre o indivíduo, que se coloca constantemente em causa: "não sou suficientemente bom, não atingi os resultados". É a auto-estima a cair.(...)-Falou da France Telecom. Qual é sua leitura? Qual o papel dos gestores?Falta escutar os trabalhadores. O reconhecimento é fundamental e todos sabem disso, mas os gestores querem sempre mais e mais. As empresas são os homens e as mulheres e as máquinas. É preciso escutá-las e encontrar uma solução. Falta, como na democracia, que se cheguem a compromissos. Eu acredito neles.Um outro textoSobre a sociedade da decepção Sobre a felicidade paradoxalA felicidade paradoxal: ensaios sobre a sociedade de hiperconsumo
passando os olhos por... terrear.blogspot.com
O Indivíduo paradoxal na sociedade do Hiperconsumo
http://terrear.blogspot.com/2009/10/o-individuo-paradoxal-na-sociedade-do.html

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