Um excerto de um livro de excepção (Marina, José Antonio (1996). El Laberinto sentimental. Barcelona: Anagrama)En el capítulo anterior la crítica de los sentimientos se referia tan sólo a su aspecto positivo o negativo. Unos sentimientos resultan incompatibles con la felicidad subjetiva y, por lo tanto, el sujeto quiere cambiados cuanto antes. En este capítulo voy a tratar otro asunto aún más intrigante: todas las culturas han evaluado moralmente los sentimientos, a pesar de afirmar que eran movimientos naturales.Los sentimientos cumplen una función adaptativa, nos ayudan a dirigir la acción. Son fenómenos naturales y muchos de ellos genéticamente disefiados. (Por qué entonces todas las culturas, todas las morales, todas las religiones han evaluado los sentimientos, considerando que unos eran buenos y otras malos, proclamando que había que fomentar unos y prahibir los otras? Siempre se ha juzgado a los hombres por sus talantes afectivos: «Ése es un hombre de malos sentimientos.» (Por qué malos? (e cómo podemos juzgar moralmente unos fenómenos naturales que, para mayor contradicción, se presumen involuntarios? Si yo no elijo mi amor, ni mi odio, ni mis miedos, ni mis alegrias, (tiene algún sentido sometelos a evaluación moral?Hay varias contradicciones que han empantanado a todos los estudiosos de la vida afectiva:• Primera contradicción: consideramos que nuestro modo de sentir y de desear es lo que mejor nos define. «Si quieres conocer a una persona», escribió San Agustín, «no le preguntes lo que piensa sino lo que ama.» Los afectos constituyen nuestro núcleo más personal y peculiar, mucho más que el modo de comportarnos o que el repertorio de nuestros conocimientos. Pero si esto es así, lo más propio nuestro no nos pertenece, escapa a nuestra voluntad .• Segunda contradicción: los sentimientos, los afectos, los deseos, son irracionales y, sin embargo, fundan nuestra motivación. Es posible, entonces, actuar racionalmente?• Tercera contradicción: desconfiamos y a la vez elogiamos el sentimiento. La insensibilidad nos repugna en los otros y en nosotros mismos. Santo Tomás de Aquino, siguiendo a Aristóteeles, considera que la incapacidad de disfrutar de lo sensible o de interesarse por ello no es só lo un defecto, sino un vicio, es decir, una verdadera carencia (2-2, 142, 1; 153,3 ad 3).La pasión enajena, pero sólo tiene valor lo que se hace apasionadamente, si damos crédito a Regel: «Si llamamos pasión al interés en el cual la individualidad entera se entrega, con olvido de todos los intereses múltiples que tengo o puedo tener, y se fija en el objetivo con todas las fuerzas de su volunntad, y concentra en ese fin todos los apetitos o energías, debeemos decir que nada grande se ha realizado en el mundo sin la pasión.»No es de extranar que con tantas contradicciones los psicólogos hayan oscilado entre considerar las emociones como adaptativas o como catastróficas. Por todas partes encontramos juicios contradictorios sobre la afectividad. Mais si las emocioones se apoderan de nuestra persona, mais si las extirpamos. Malo si sentimos, malo si no sentimos.Hay varios criterios que podemos utilizar para evaluar nuestros sentimientos desde el punto de vista ético, es decir, en cuanto que afectan a nuestra felicidad objetiva.Primer criterio: Son malas los sentimientos que anulan la libertado Ésta fue la gran preocupación de la época griega, del pensamiento oriental, de muchas de las grandes religiones.(...)Libertad significaba autonomia. EI sabio griego deseaba ponerse a salvo de la tirania de las cosas. No quería que le perturbasen ni la posesión ni la carencia. Por ello predicaba el desinterés, la ataraxia, la apatheia. Si todo lo que deseo me esclaviza, es mejor no desear nada. Si la esperanza es madre de la decepción, mejor vivir sin esperanza.Esta misma aspiración a la autosuficiencia y la libertad está presente en muchas filosofias orientales. Dice Sri Khrisna: «Aquel que vive desprovisto de toda ansiedad, libre de deseos ysin sentido del "yo" y de lo "mío", alcanza la paz.»
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Labirinto sentimental
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December 7 2009, 1:18pm | Comments »
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Substitutos? Naaah!
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Apareceu no cinema um filme chamado "Substitutos" ("Surrogates" no original em inglês). Segundo esse filme, os robô viveriam por nós apesar de comandados pelo nosso cérebro através de uma ligação remota. Ficção científica e show-business. O habitual em Hollywood.Podem ver aqui o trailer do filme:É preciso saber distinguir a ficção da realidade. Os robôs representados no filme "Surrogates" estão fora do nosso alcance, isto é, não são possíveis hoje nem é realista admitir que serão tecnicamente possíveis em menos de 30 anos. No entanto, a robótica actual tem sido usada para ajudar as pessoas. Não para as substituir, mas para permitir que realizem tarefas de forma mais simples e mais confortável. Um BOM exemplo é a utilização de robôs para melhorar a performance física daqueles que perderam qualidades motoras: por acidente, doença ou devido à idade. A Honda, por exemplo, lançou recentemente um protótipo que permite auxiliar a locomoção humana.:-)
December 7 2009, 12:11pm | Comments »
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Histórias para ler no regaço
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Saiu há dias este belo livro. Belo como objecto estético em si mesmo. Belo pelas estórias maravilhosas. Belo pelas ilustrações variadas. Belo pelo projecto que o gerou, pelo fim a que se destina. Tive o privilégio de ler todas as histórias antes de serem aqui reunidas. E de me deixar, desde logo, embalar. E será tanto mais belo quanto mais largo for o círculo de leitores.
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December 7 2009, 11:49am | Comments »
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Professores? Mas o que é isso?
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Do outro lado do Atlântico, chega à caixa de correio do De Rerum Natura a brincadeira que, a seguir, se reproduz. O ano é 2.209 D.C. - ou seja, daqui a duzentos anos - e uma conversa entre avô e neto tem início a partir da seguinte interpelação:“Vovô, por que o mundo está acabando?”. A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E no mesmo tom vem a resposta:“Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.“Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?”O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.”.“Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?”“Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.”“E como foi que eles desapareceram, vovô?”“Ah, foi tudo parte de um plano secreto e genial, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa. Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer: «estou pagando e você tem que me ensinar, ou «para quê estudar se meu pai não estudou e ganha muito mais do que você», ou ainda «meu pai me dá mais de mesada do que você ganha.» Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas particulares, as quais, mais interessadas nas mensalidades que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo gerenciar a relação com o aluno. Os professores eram vítimas da violência física, verbal e moral que lhes era destinada por pobres e ricos. Viraram saco de pancadas de todo mundo. Além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular, diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de idéias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais ninguém precisou ir à escola para estudar a sério. Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo esquecidos e ninguém mais queria se dedicar à profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas bem sucedidas eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão, sindicalistas... Ah, mas teve um fator chave nessa história toda. Teve uma época longa chamada ditadura, quando os milicos colocaram os professores na alça de mira e quase acabaram com eles, que foram perseguidos, aposentados, expulsos do país, em nome do combate aos subversivos e à instalação de uma república sindical no país. Eles fracassaram, porque a tal da república sindical se instalou, os tais subversivos tomaram o poder, implantaram uma tal de educação libertadora que ninguém nunca soube o que é, fizeram a aprovação automática dos alunos com apoio dos políticos... Foi o tiro de misericórdia nos professores. Não sei o que foi pior «os milicos» ou os tais dos «subversivos».“Não conheço essa palavra. O que é um milico, vovô?" “Era, meu filho, era, não é. Também não existem mais..."
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December 7 2009, 11:23am | Comments »
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Conselho Geral lança debate público sobre Reestruturação dos Saberes na Universidade de Coimbra, 10 de Dezembro na Reitoria
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091207_4
No cumprimento do estipulado no art. 70º dos Estatutos da Universidade de Coimbra, o Conselho Geral, através de Comissão própria, vai organizar um debate "aberto e profundo sobre a reestruturação dos saberes" na Universidade, no dia 10 de Dezembro de 2009, às 11 horas, na Sala do Senado (Reitoria) .
O documento aqui disponibilizado , resultante de um cruzamento de pontos de vista diferentes, tem fundamentalmente como objectivo abrir a discussão. Não são ainda apresentadas propostas nem soluções, entendendo a Comissão que não é o momento para o fazer.
Da primeira fase do debate que agora se inicia, deverão resultar contributos de toda a comunidade universitária, em torno de um conjunto de questões identificadas e que exigem reflexão, as quais se podem sintetizar da seguinte forma: a) Dispersão/fragmentação dos saberes A Universidade terá de reflectir sobre a melhor forma de reorganizar ou criar sinergias em áreas do saber que se apresentam dispersas no seu tecido. b) Articulação saberes tradicionais/saberes emergentes A Universidade terá de reflectir sobre a melhor forma de manter/criar um todo harmonioso e complementar entre as áreas estabelecidas e as áreas emergentes dos saberes. c) Ligação Ensino/investigação A Universidade terá de reflectir sobre a melhor forma de projectar a criação de conhecimento nela desenvolvida nos diversos níveis de ensino, nomeadamente segundos e terceiros ciclos. d) Faculdades/unidades orgânicas (dimensão/configuração) A Universidade terá de reflectir sobre a organização e o desenho mais adequado para as suas Unidades Orgânicas. Serão esses contributos que a Comissão de Reorganização dos Saberes terá em conta na elaboração de uma proposta a ser posta à discussão de toda a Universidade numa segunda fase de debate. Neste sentido, apela-se a uma ampla participação da comunidade universitária.
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December 7 2009, 10:01am | Comments »
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Opinião: a transparência na A.P. é um caminho que não deve ficar a meio
http://diario2.com/opiniao-a-transparencia-na-a-p-e-um-caminho-que-nao-deve-ficar-a-meio-3751
O caso do adjudicação do site das comemorações do centenário da República é um excelente pretexto para estudar os mecanismos por que se deve reger a transparência da Administração Pública e do relacionamento da sociedade civil com a sua Administração. Retiro do caso algumas conclusões, independentes do seu desenvolvimento posterior e numa altura em que se aguardam comunicados que esclareçam o assunto. Desde logo, a principal conclusão: o caminho, em boa hora passado à prática pelo anterior Governo, de publicar em linha os contratos celebrados pelo Estado, é um caminho que não deve ficar a meio. Uma informação deficientemente prestada pode ser pior que informação nenhuma. A segunda conclusão prende-se com a baralhação dos meios de comunicação tradicionais, quando confrontados com um ambiente onde a fonte oficial — o Estado — começa a disponibilizar informações que até então só se conseguiam através do trabalho dos jornalistas ou de algum cidadão prejudicado que, incomodando toda a gente, lá conseguia chegar aos jornais com as suas fotocópias de certidões. A terceira conclusão que tiro tem a ver com a qualidade da participação cívica dos portugueses online. A esmagadora maioria do que li eram comentários superficiais, destituídos de interesse e complementares da confusão, tendo faltado já não digo alguma capacidade de colocar lucidez na avaliação dos negócios do Estado, mas ao menos o respeito que a coisa pública merece. Deficiente descrição do contrato abre campo à especulação Como noticiámos no Diário2 (99 500 euros por um site), o Estado contratou directamente um serviço relacionado com o site das comemorações do Centenário da República. As boas notícias: o contrato está acessível no Base, o Portal dos Contratos Públicos onde é comunicada a informação sobre todos os contratos celebrados ao abrigo do Código dos Contratos Públicos. Foi assim, aliás, que a sociedade deu por ele em primeiro lugar. A iniciativa do Base é um passo decidido no caminho da transparência e da abertura ao escrutínio público dos negócios do Estado. As notícias menos boas: a descrição do contrato é pouco mais que inútil, abrindo campo a um mar de especulações — muitas delas lógicas, outras simples escapes de pessoas com alguma pedra o sapato relativamente a algum dos contratantes. O ajuste directo 75.140 está deficientemente descrito. Sabemos que o objecto do contrato é a “Prestação de serviços de degign com vista à criação e desenvolvimento do Portal Centenário da República” (sic) e que foi celebrado em 30 de Junho de 2009 com o preço contratual de 99.500 euro e um prazo de execução de 120 dias. Esta informação encerra um potencial destrutivo que contraria o espírito do próprio Base, e da legislação — comunitária e nacional — em torno dos contratos públicos. A sua leitura sintética foi: o Estado pagou 99.500 euro por um site. E a visita ao site em questão só avoluma a incredulidade: o site é produzido com softwares de código livre, sem custos de licenciamento nem desenvolvimento. Escusado será dizer que a especulação (ou, se preferirem, a análise baseada numa informação sintética e insuficiente) levou a conclusões nefastas. Igualmente escusado é dizer que ninguém se deu, até agora, ao trabalho de raciocinar em sentido contrário. Abaixo produzo alguns exemplos de raciocínios que podem muito bem justificar aquele custo. A execução técnica está a cargo do Sapo. Isto implica, desde logo, que a empresa do designer Henrique Cayatte não deverá ter estipulado o uso de software. Mas tem mais implicações. Uma vez que não surge como contratante directo, como aparece o Sapo metido nisto? As notícias esclarecem alguma coisa. Há um protocolo entre a PT e a Comissão das Comemorações, no âmbito do qual o Sapo divulgará o evento nos seus canais. Bem, então quais são os papéis do Sapo e da Henrique Cayatte – Design, Lda? São estanques u têm alguma complementaridade? Com se relacionam? O Sapo é, de alguma forma, sub-contratado pela firma de design? As respostas trariam alguma luz sobre a justiça, ou injustiça, da verba considerada escandalosa. Uma vez que os acordos não estão publicitados — como eu considero que deviam, senão na totalidade, pelo menos em parte, uma parte que não deixasse margem a equívocos — torna-se fácil especular. Duração e conteúdos: “especulações positivas” Há dois outros pontos negligenciados pela especulação destrutiva. As comemorações do centenário vão durar praticamente 2 anos. Se o contrato com Henrique Cayatte prevê algum tipo de acompanhamento das mudanças (o discurso do presidente da PT em relação ao envolvimento do Sapo no site é entusiástico em relação a imensas mudanças ao longo das comemorações) então a divisão da verba pelos 24 meses (ou mesmo por 18) torna-a menos “escandalosa” – para não dizer normal e até preço de “amigo”. O outro ponto prende-se com os conteúdos. O site já tem um número apreciável de páginas, que além da versão HTML terão depois versões para mobile, redes sociais, e o que mais Zeinal Bava se lembrou de dizer. A ficha técnica do site das comemorações do centenário indica 2 pessoas para os conteúdos, ambas aparentemente integradas na própria comissão das comemorações. Até que ponto depende a produção de conteúdos daquele contrato? E a formatação gráfica de muitos deles, corre por conta daquele contrato? Ou de outro? É que não há mais nenhum contrato, entre os cerca de vinte relacionados com o centenário, onde tal pareça caber, pois mais nenhum tem a ver com o site. Dou-me ao trabalho de produzir estas especulações positivas, por assim dizer, por três razões. Primeiro, porque sempre me exercitei a pensar contra as correntes de opinião dominantes. Segundo, porque a carneirada em geral incomoda-me. Gosto de saber se o rebanho se dirige para algum sítio que tenha justamente deliberado, ou se anda às escuras, picado pelos cães. E terceiro, porque prezo os princípios democráticos da transparência, do escrutínio público, da abertura e da participação do cidadão, que foram já começados a estabelecer em Portugal pelos executivos desta década. Espero com a contra-corrente provocar um sorriso nos meus leitores e despertar-lhes a consciência para que, doravante, reflictam um pouco antes de fazer julgamentos sumários baseados num escasso título. A contrário do paradigma anterior, em que os jornais faziam a papinha, no ambiente de informação livre e aberta temos os ingredientes em bruto e há que os maturar.
December 7 2009, 9:31am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Comerciais divertidos e... tecnológicos.
http://dererummundi.blogspot.com/2009/12/comerciais-divertidos-e-tecnologicos.html
Intel inside: imagine the possibilitiesWhat we mean by a star at IntelTeam Work at IntelCo-worker at IntelSony robot:-)
December 7 2009, 8:02am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
A Universidade de Coimbra e a Universidade Católica assinam protocolo para programas avançados com diploma comum, dia 9 de Dezembro na Sala do Senado
http://www.uc.pt/tomenota/20091207_3
Para mais informações: http://www.uc.pt/media_uc/pr_0912/091203A1.pdf
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December 7 2009, 7:13am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Aprenda a educar cães-guias para cegos, dia 10 de Dezembro no Museu da Ciência
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091207_2
Para mais informações: http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=24&iId=144&iAreaFirstAccess=1#iItem_144
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December 7 2009, 5:53am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Estádio Universitário - Agenda do Feriado
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091207
Para mais informações: http://www.uc.pt/estadiouniversitario/agendaferiado
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December 7 2009, 5:20am | Comments »


