Notícias e artigos mais interessantes do dia: Google opens up Buzz firehose API fonte: arstechnica.com Google has launched several new APIs for its Buzz social networking service this week. One of the most significant additions is a new, real-time "firehose" feed that will allow third-party developers to consume all public Buzz messages. The firehose, which [...]
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Google opens up Buzz firehose API (mais 1 link)
http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/google-opens-up-buzz-firehose-api-mais-1-link/
July 21 2010, 3:44am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
O nacionalmasoquismo
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/o-nacionalmasoquismo.html
Novo texto de João Boavida, na sequência de outros sobre Jorge de Sena, já publicados no De Rerum Natura."Sabe de Hegel, de Sartre, de fenomenologiamas andou na Rua da Sofia.É inteligente, arguto, viajadomas vive sempre com a aldeia ao lado.Que há nestes portugueses que é como um sarro azedo,um cheiro de vinagre ou carrascão de medo,a que se agarram quais lapas ao Penedoda Saudade? Não há filosofiaque salve quem andou na Rua da Sofia"Este é um poema de Jorge de Sena, aparecido há pouco numas Dedicácias (Guerra e Paz) e “dedicado” a alguém de Coimbra. É muito interessante porque tem várias contradições, muito à moda de Sena, mordaz para tudo o que é português. Tal como todos nós.Jorge de Sena, já o disse aqui, é um dos grandes vultos da literatura e da cultura do nosso século XX. Talento multiforme, riquíssimo, mas de verbo violento e ácido, algo truculento, às vezes mesmo caótico, apoiado numa energia imensa e numa capacidade intelectual fora do vulgar. É curioso que não tenha resistido a lançar a sua ferroada a Coimbra, servindo-se de alguém que «é inteligente, arguto e viajado», mas que, apesar disto, tem o grande defeito de viver «sempre com a aldeia ao lado». E mais, que «sabe de Hegel, de Sartre, de fenomenologia» mas, olha que azar, «andou na rua da Sofia». Nada a fazer, portanto.Bem gostava de saber quem lhe teria inspirado o poema. Algum amigo, professor de filosofia – domínio que Sena expressamente admirava e lamentava não possuir, ele que tinha muitos talentos e que tanto gostava de os atirar à cara dos outros.Mas, por que razão é que alguém, «arguto, culto e viajado» não se salva só porque tem a aldeia ao lado? Sena, que andou por várias cidades do mundo com livralhada e filharada às costas, à procura de uma cátedra de literatura portuguesa, não nos perdoava, pelos vistos, o vivermos (alguns) na Rua da Sofia, digamos assim. Mesmo que viajados e filhos de um povo que anda, e sempre andou, pelo mundo inteiro, esgravatando pela vida.Talvez que o problema seja desse alguém ter a “sorte” de ter uma cátedra aqui, em Coimbra, e ele não (embora tenha estado perto disso, diga-se). Ou de ser versado em Hegel, fenomenologia e outras filosofias, coisa que ele admirava e invejava. Os humanos, mesmo os superiores, têm destes ressentimentos.E por que não a filosofia na Rua da Sofia? Rua pensada para a cultura, cheia de colégios, que poderia servir de modelo a muitas cidades universitárias de hoje. E que só a falta de vista do Antigo Regime não transformou em prolongamento ideal da Universidade de Coimbra, no século XX. Libertando-a, é claro, dos acrescentos militares, administrativos, comerciais e outros que mais, que os séculos lhe foram pondo em cima. De qualquer modo, talvez nenhum lugar em Portugal se adequasse tanto, em filologia, ideia, história e arquitectura, à filosofia, como a Rua da Sofia.Mas o problema de Sena poderá ser só, afinal, a necessidade de dizer mal de nós próprios, mesmo que, para isso, tenha que ser injusto atacando-nos no que de melhor temos. Há, em tudo isto, uma paranóia, que nós não vemos, mas que os estrangeiros descobrem logo, e consideram bastante estranha nos portugueses. E, já agora, que diria do grande Emanuel Kant, o maior filósofo da modernidade, que em toda a longa vida quase não saiu da sua cidadezinha de Könisberg?
July 20 2010, 3:57pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Umas tantas falácias sobre uma Ordem dos Professores
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/umas-tantas-falacias-sobre-uma-ordem.html
“Nem tudo o que enfrentamos pode ser mudado; mas nada pode ser mudado se não for enfrentado” (James Baldwin, 1924-1987).Dois comentários feitos ao meu último post – “Sindicatos Docentes ‘versus’ Ordem dos Professores” (18/07/2010) – justificam o texto que ora publico.Começo por me penalizar por a minha mensagem sobre a criação de uma Ordem dos Professores não ter sido suficientemente eloquente para suscitar um diálogo polémico entre os que defendem a sua criação e aqueles outros que estão contra a sua criação como se fosse uma espécie de blasfémia. Aliás, esta apatia não pode deixar de me espantar por saber que catorze ordens profissionais estão criadas e outras tantas forcejam por aparecer à luz do dia como, por exemplo, a dos assistentes sociais. Do primeiro comentário, da autoria de José Batista da Ascenção, retenho e congratulo-me pelo libelo corajoso sobre a apatia da classe docente por um associativismo de declarado interesse público pela assunção da tomada em mãos dos professores da responsabilidade de actos próprios da profissão. Reza ele:“Agora divididos e rastejantes é que não vamos longe. Nem ninguém nos respeita, se nós próprios nos não respeitarmos. E respeitarmo-nos é (também) tomar consciência de que a nossa profissão é tão nobre e tão antiga que muitas outras recentemente surgidas não têm história, nem substância nem interesse que justifique qualquer ascendência (a que eu chamo parasitismo) sobre a nobre missão de ensinar”. Do segundo comentário, de Lelé Batita, transcrevo: “Na linha do anterior comentador, defendo a dignificação da profissão docente. Se isso tiver de passar pela criação de uma Ordem, como existe noutras carreiras de formação superior, que venha ela. Sem prejuízo da existência de sindicatos”. Ora, o facto de haver uma ordem profissional não invalida, de forma alguma, a existência e, muito menos, a necessidade de sindicatos porque as respectivas funções são de natureza diferente. Embora correndo o risco de me repetir, recordo que a própria Constituição Portuguesa salvaguarda, de forma inequívoca, o papel do sindicalismo português : “As associações públicas só podem ser constituídas para a satisfação de necessidades específicas, não podem exercer funções próprias das associações sindicais e tem, organização interna baseada no respeito dos direitos dos seus membros e na formação democrática dos seus órgãos” (artigo 267.º, n.º 4).A falácia mais usada sobre o impedimento para a criação de uma Ordem dos Professores tem como argumento, tão frágil como uma simples bola de sabão, a ignorância, lato sensu, sobre o conceito de profissão liberal que poucos contestam no caso dos médicos que trabalham, por exemplo, em exclusividade, em hospitais públicos ou clínicas privadas.Como escreveu alguém, “é necessário elaborar uma ideia, antes de se intentar uma definição”. Sem dúvida que a doutrina de Lopes Cardoso, ex-bastonário da Ordem dos Advogados, ajudará a essa compreensão quando escreve:“É necessário que, mesmo quando exercida em regime de contrato de trabalho, essa profissão [liberal] seja reconhecida socialmente como relevando de grande valor precisamente porque exigindo, pelo menos, uma independência técnica e deontológica incompatível com uma relação laboral de pleno sentido. Com efeito, como tem sido definido doutrinalmente, a noção jurídica de subordinação aparece no direito moderno como perfeitamente compatível com a independência técnica do assalariado. Ela significa apenas uma dependência na organização geral e administrativa do trabalho”(“Cadernos de Economia”, Publicações Técnico-Económicas, Ldª., ano II, Abril/Junho de 94). Verifica-se assim, definidos que estão os contornos contemporâneos de profissão liberal, que ela já nada tem a ver com a distinção que na Roma Antiga se estabelecia entre profissões livres e servis. Porém, se se quiser continuar a comparar o actual professor, devidamente habilitado com uma antiga licenciatura universitária ou um actual mestrado para este nobre mister, como o antigo escravo grego ao serviço dos filhos dos patrícios romanos haverá razões para considerar a docência como uma profissão servil, logo não liberal!E isto é tanto mais espantoso, e não menos injusto, por uns tantos licenciados de outras profissões de idêntica, ou até bem menor, exigência académica, serem senhores do seu destino e dos seus pares. Outros, escravos submissos, ou manifestantes sindicais na via pública, à vontade e arbitrariedades do Estado no recrutamento de docentes não reconhecidos e sancionados pela classe. A fazer fé em Erasmo, quando nos diz que “a principal esperança de uma Nação reside na educação apropriada da sua juventude”, este estado de coisas não poderá deixar de ter consequências desastrosas para a juventude portuguesa deficientemente formada e, ipso facto, correndo o sério risco de se tornar vítima inocente da verdadeira chaga social do desemprego numa sociedade cada vez mais globalizada e exigente por não pactuar com medidas do foro estatístico que pretendem transformar em êxito o verdadeiro fracasso de uma política educativa que devia envergonhar os seus responsáveis estatais por um ensino que não ensina e passa diplomas de pechisbeque. E tudo isto, como escreveu o reputado académico e sociólogo António Barreto, em nome “de fazer entrar o maior número de estudantes, sem consideração pelo mérito; formar técnicos de medíocre qualidade, sem zelar pela qualidade das instituições; e transmitir à população a ideia de que o acesso à universidade é um direito de todos, tal como a protecção na velhice e na doença”. Nunca mais aprendemos!
July 20 2010, 3:14pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
ACORDO DAS BIBLIOTECAS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA COM A BIBLIOTECA NACIONAL DE PORTUGAL
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/acordo-das-bibliotecas-da-universidade.html
Informação recebida do Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade de Coimbra:Bibliotecas da Universidade de Coimbra vão disponibilizar gratuitamente os seus serviços aos utentes da Biblioteca Nacional de Portugal durante o fecho da Sala de Leitura Geral.A Biblioteca Geral (BGUC), associada à rede de Bibliotecas da Universidade de Coimbra, a pedido da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), com a qual desde sempre tem colaborado, vai passar a disponibilizar os seus serviços de forma mais alargada aos utentes da BNP, durante o período de fecho da Sala de Leitura Geral da BNP, de 15 de Novembro de 2010 a 31 de Agosto de 2011. Assim, os portadores de cartão de leitor da BNP terão direito gratuitamente a um cartão da rede de Bibliotecas da Universidade de Coimbra, que lhes permitirá não só o acesso à leitura presencial como o usufruto de outros serviços, como o empréstimo domiciliário, tanto da BGUC como das outras bibliotecas da rede.A BGUC tem quase 500 anos de história, com uma longa tradição de abertura ao público (pelo menos desde 1559). Reparte-se por dois edifícios, sendo a Biblioteca Joanina, construída no início do século XVIII, pela sua riqueza arquitectónica e decorativa, Monumento Nacional. O edifício joanino alberga um riquíssimo conjunto bibliográfico constituído por obras impressas que vão do século XVI ao início do século XIX, que tem vindo a ser objecto de tratamento técnico informatizado.A BGUC tem, desde há muito tempo, o benefício do Depósito Legal, e tem incorporado, ao longo dos anos, aquisições e doações várias, que lhe trouxeram um progressivo e vultuoso crescimento, tanto em monografias, como em periódicos, em manuscritos, iconografia, etc. Alberga bibliotecas pessoais notáveis como as de Oliveira Martins, Lopes de Almeida e Luís Albuquerque. Alguns dos mais valiosos fundos do país encontram-se à sua guarda, como uma primeira edição de “Os Lusíadas”, manuscritos originais de Almeida Garrett, as Tábuas do Roteiro da Índia de D. João de Castro, a música do Mosteiro de Santa Cruz, o espólio de Carolina Michaelis de Vasconcelos e do Instituto de Coimbra. No total, a BGUC possui mais de um milhão de volumes, dos quais cerca de um quarto são de fundo antigo. Desde 2008 que alargou ao público em geral o empréstimo domiciliário de obras publicadas depois de 1970.A BGUC e as cerca de 70 bibliotecas da Universidade de Coimbra dispõem de um catálogo comum com acesso na Web e de um serviço de empréstimo comum, num trabalho coordenado pelo Serviço Integrado de Bibliotecas da Universidade de Coimbra (SIBUC). O número total de volumes da rede de bibliotecas excede os dois milhões, boa parte dos quais fundo antigo, estando actualmente cerca de 1,2 milhões no catálogo informático comum (existem catálogos mais antigos, em fase de reconversão). O mesmo serviço disponibiliza na Web a biblioteca de fundo antigo da Universidade “Alma Mater”, recentemente inaugurada com 4000 itens, e o repositório de produção científica corrente da Universidade de Coimbra “Estudo Geral”, com 7500 itens.
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July 20 2010, 12:55pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Bibliotecas da Universidade de Coimbra colaboram com a Biblioteca Nacional de Portugal
http://www.uc.pt/tomenota/2010/20100720_2
Para mais informações: http://www.uc.pt/sibuc/destaques/Comunicado_Imprensa
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- Universidade de Coimbra
July 20 2010, 8:30am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
1500 palavras
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/1500-palavras.html
Uma amiga que vive em Lisboa, contou-me a seguinte situação a que ontem assistiu “ao vivo e a cores”:Estava um varredor de rua a ler arevista dum jornal, que tinha encontrado no lixo.Passou um conhecido e perguntou-lhe com ar chocado "Estás a ler?".O varredor responde "Sim, estou a ver o que dizem...".E o amigo: "Para quê? Não percas tempo com isso, que nunca dizem nada de jeito..."Esta situação, que fala por si, fez-me lembrar a conversa tida no último programa Um certo olhar, da Antena 2 da rádio, onde se discutia a queda de venda de jornais impressos no nosso país. A intervenção de Miguel Real, um dos comentadores, infelizmente não surpreende, mas esclarece: sem afirmar que a única causa dessa queda é a qualidade do nosso ensino, não deixou de a invocar como muito importante. O essencial da sua intervenção pode ler-se de seguida:Estudos recentes de linguistas indicam que os jovens entre os 12 e 18 anos usam a Língua Portuguesa de forma pragmática e recorrem apenas a cerca de 1500 palavras para se expressarem. Um aluno no final do Ensino Secundário, a entrar para a Universidade trabalha no seu dia-a-dia com este vocabulário reduzido. Ora, para ler os livros de Eça de Queiroz é necessário dominar 20.000 a 30.000 palavras e para ler José Saramago e Lobo Antunes é necessário dominar mais. Estamos perante um enorme desfasamento de vocabulário, que traduz um problema não apenas de ordem quantitativa mas também de estrutura mental (…). Isto significa que quem se torna leitor de jornais aos 20 anos não consegue entender a maior parte dos textos.A leitura de obras obrigatórias na escola, apesar do carácter aparentemente sacrificador, têm um efeito altamente disciplinador da memória, do conhecimento, da história, da estrutura das narrativas...O descuido deste exercício prejudica a compreensão, fundamantal em todas as áreas, nomeadamente na Matemática. O facto de a educação se ter, desde há 15 ou 20 anos, aligeirado, infantilizado, tornando-se cada vez mais simples, tem implicações no nível lexical, semântico e conceptual dos portugueses.
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July 20 2010, 7:51am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Universidade de Coimbra inaugura novo complexo de ténis e recebe abertura do Campeonato Europeu Universitário
http://www.uc.pt/tomenota/2010/20100720
Para mais informações: http://www.uc.pt/media_uc/pr_1007/100720A1.pdf
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- Universidade de Coimbra
July 20 2010, 7:47am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Portugal ganha página oficial no Facebook
http://diario2.com/portugal-ganha-pagina-oficial-no-facebook-5028
Portugal passou a ter uma página com domínio oficial "Portugal" no Facebook. A atribuição foi formalizada no sábado passado. Com esta página, e à semelhança da França, Portugal é um dos primeiros países a quem o Facebook liberta a designação do nome do país como endereço numa página da plataforma.
July 20 2010, 2:30am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
De volta às escolas pequenas
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/de-volta-as-escolas-pequenas.html
Sobre a dimensão das escolas, vale a pena ler o artigo de Clara Viana publicado no jornal Público de ontem, dia 19 de Julho, onde se refere que, nesta matéria, Portugal tomou recentemente as decisões contrárias àquelas que os Estados Unidos e Inglaterra estão a tomar e que países como a Finlância já haviam tomado.Enquanto em Portugal se fecham a eito as escolas pequenas, independentemente de funcionarem mal ou bem e sem se dar qualquer atenção ao conhecimento disponível sobre a cultura organizacional; outros países, apostados em melhorar os níveis de aprendizagem e de comportamento ou de manter os que conseguiram, socorrem-se de estudos credíveis que evidenciam o erro que é constituirem-se mega-agrupamentos, independentemente dos recursos tecnológicos ou outros que neles existam.
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July 19 2010, 6:35pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Tempo de balanço
http://terrear.blogspot.com/2010/07/tempo-de-balanco.html
Estou a concluir a leccionação em duas Pós-Graduações em Supervisão Pedagógica e Avaliação de Docentes e no mestrado em Ciências da Educação - Ensino Especializado da Música. Tempo de dar voz aos alunos para que escrevam razões e sentimentos sobre o tempo passado, as aprendizagens (não) realizadas, as questões que ainda gostariam de colocar. Tempo de balanço, de auto e hetero-avaliação. Tempo de escuta. De aprendizagem. De triangulação de dados. Para que a justiça e a justeza possam ser uma realidade. E as marcas que se increvem no tempo, nos sejam gratas. E, sem dúvida, que há aqui um sentimento de dever (bem) cumprido. Mas nada disto existiria se não fossem os alunos (na sua implicação e dedicação) e que são a razão de ser do professor (que nunca deixa de ser aluno). E, por isso, também lhes é devida uma palavra de gratidão.
July 19 2010, 4:41pm | Comments »


