Quando aprenderemos?Aqui.
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Music Education Can Help Children Improve Reading Skills
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December 6 2009, 12:48pm | Comments »
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Não esquecer !
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(excerto de um diapositivo de uma apresentação que aqui já disponibilizei, da autoria do actual Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Ventura) Os professores usarão a informação obtida através do processo deavaliação para a melhoria do seu desempenho profissional se aconsiderarem fidedigna e válida.(Danielson e McGreal, 2000)“Não se deve esperar que a avaliação de professores melhore osresultados dos alunos, mas sim que leve os professores aquestionar por que motivo os seus alunos não aprendem mais e oque poderão fazer para melhorar a situação”(Avalos e Assel, 2006: 265)“Que ninguém duvide: o que decide o futuro de muitas crianças ede muitos jovens não são as leis, nem os programas, são, sim, osbons professores. O reforço do seu prestígio e da sua culturaprofissional são determinantes para qualquer programa demelhoria da escola”.(Nóvoa, 2006: 12)“O governo não deve prescrever soluções para as escolas, masantes concentrar-se em proporcionar incentivos”.(Hanushek, 2002)
December 6 2009, 12:39pm | Comments »
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CERCADOS PELO FOGO
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Informação recebida das Edições MinervaCoimbraNo dia 10 de Dezembro, pelas 17h00, no Auditório do Departamento de Engenharia Mecânica, da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra será apresentado o livro Cercados pelo fogo - Parte 2, da autoria de Domingos Xavier Viegas. A apresentação será feita pelo Dr. Duarte Nuno Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses.Sobre o livro:Depois de publicado em 2004 um volume com este mesmo título, neste relatam-se e analisam-se acidentes ocorridos nos incêndios florestais que ocorreram em Portugal e Espanha no ano de 2005, causando várias mortes. Trata-se de um trabalho de investigação científica levado a cabo pelo autor e pela sua equipa, que visa melhorar a segurança pessoal de cidadãos comuns e dos próprios bombeiros. Assim, destina-se ao público em geral, constituindo uma leitura indispensável para todos aqueles que trabalham ou vivem junto da floresta e aqueles que estejam empenhados na defesa da Natureza e da Vida.Sobre o autor:É licenciado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico e doutorado em Aerodinâmica pela Universidade de Coimbra em 1981. Desde 1992 é professor catedrático do Departamento de Engenharia Mecânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia desta universidade. Entre outras funções que exerce, é membro do Conselho Nacional de Educação e director do Laboratório de Estudos sobre Incêndios Florestais.
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December 6 2009, 11:59am | Comments »
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Razões e Regras da Mudança
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Cinco razões Pelas Quais a Mudança Não resultou1. O seu propósito não era suficientemente convincente - o staff não o sentiu seu e não o podia reproduzir de cor por palavras suas. 2. Não a desenvolveu correctamente. Não estavam envolvidos todos os agentes educativos. 3. Não começou a usá-la imediatamente – os valores, a missão e as crenças não se tornaram parte de todas as decisões e acções. 4. Não alinhou as pessoas – algum pessoal encarou o plano estratégico como opcional e não como o modo como todos devem agir. 5. Não alinhou a sua organização – o sistema não mudou de acordo com a nova visão, mas permaneceu o status quo.Cinco regras para uma Mudança Bem Sucedida1. As pessoas necessitam de uma razão convincente para mudar.2. As pessoas precisam de sentir a mudança como sua.3. As pessoas precisam de ver que os seus líderes querem de facto a mudança.4. As pessoas precisam de ter uma imagem correcta daquilo a que a mudança se assemelhará para elas pessoalmente.5. As pessoas precisam de apoio organizacional na mudança.Adaptado de “Why Change Doesn’t Happen and How to Make Sure it Does”, de C.Schwahn e W. Spady, 1998, Educational Lidership, 55(7), p. 45-47. Laura Erlauder, obra citada
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December 6 2009, 10:41am | Comments »
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Implementar Ideias Relevantes Compatíveis com o Cérebro
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Tempo Para a Tarefa• Não espere que os alunos prestem mais do que 20 minutos de atenção a uma forma de instrução.• Controle as mudanças de atenção dos alunos com um novo método de ensino antes que as atenções deles mudem sem a sua intervenção.• Torne a aprendizagem interessante e divertida para que os alunos se queiram manter a trabalhar nessa tarefa.• Mantenha os alunos envolvidos chamando-os aleatoriamente e não apenas àqueles que levantam a mão.Necessidade de Mais Tempo• Utilize regularmente a revisão através da aplicação. Alguns conceitos precisam de 24 repetições antes de estarem dominados.• Incorpore um tempo para a reflexão nas práticas diárias da sala de aula. Este permite aos cérebros dos alunos desenvolverem um significado e relevância pessoal a partir dos conceitos apresentados pelo professor.• Integre os conceitos de uma disciplina noutras áreas académicas. Faz sentido para o cérebro e liberta tempo para raciocínios de nível elevado e aplicação meticulosa das competências nas aulas.• Use a regra 20-2-20: Volte a explicar no período de 20 minutos, reveja e aplique no período de 2 dias, reflicta e volte a aplicar no período de 20 dias.• Faça com que todos os minutos contem para a aprendizagem!Períodos de Tempo Oportunos para a Aprendizagem no Tempo de Vida de um Indivíduo• Partilhe com os pais quais as idades oportunas para determinadas aprendizagens e desenvolvimento. Eles são os principais professores dos seus filhos, pelo menos nos primeiros cinco anos de vida.• Não considere como “palha” no currículo da Escola Básica a música, as artes, o teatro, a educação física e as segundas línguas. Adiar a instrução destas áreas para a Escola Secundária dificulta o seu pleno domínio pelos alunos.Períodos de Tempo Oportunos para a Aprendizagem num Dia do Aluno• Organize o horário das turmas tendo em conta os ritmos circadianos; maximize os tempos mais despertos do cérebro.• Ensine a matéria mais importante logo de manhã.• Incorpore uma aprendizagem muito activa no período de baixo rendimento do dia (início da tarde) para manter o corpo e o cérebro envolvidos na aprendizagem.• Faça rodar os horários diários de instrução dos alunos para que não seja sempre ensinada a mesma disciplina no período de baixo rendimento do dia.Períodos de Tempo Oportunos para a Aprendizagem numa Aula do Professor• Pense nas aulas em blocos de tempo de 22 ou 44 minutos, dependendo da idade dos aprendizes.• Utilize os primeiros 10-20 minutos (primeiro horário nobre) de cada aula para ensinar a informação nova e mais importante. Não desperdice esse tempo com revisões ou tarefas não instrutivas.• Altere o modo de aprendizagem durante os 2-4 minutos do período de baixo rendimento no meio da aula.• Utilize os últimos 10-20 minutos (segundo horário nobre) de cada aula para ligar a nova informação à aprendizagem passada ou para aplicação dos novos conceitos.Obra citada infra
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December 6 2009, 10:21am | Comments »
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Sugestões de Organização e de Instrução para Professores
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Quando o tempo é limitado, os professores têm que fazer com que todos os minutos contem para a aprendizagem. As ideias que se seguem não são novas nem nada de espantar, mas a simples recordação de rotinas eficazes na prevenção do desperdício de tempo na sala de aula.• Verifique a presença dos alunos depois de começarem a trabalhar – não os faça perder tempo com uma chamada.• Quando estiver a reunir os recursos ou a mudar algo no retroprojector peça aos alunos para partilharem com o colega do lado a coisa mais importante que eles acabaram de ouvir vindo de si – não os faça permanecer sentados sem trabalhar nesse minuto.• Integre áreas de disciplinas académicas – por exemplo, não ensine o sujeito e o predicado com frases de exemplo irrelevantes. Utilize frases que proporcionem informação factual sobre a Guerra Civil – se for essa a matéria a ser estudada na aula de Estudos Sociais.• Estabeleça a rotina de ter um problema do dia (uma revisão do dia anterior ou uma previsão do que vai ser dado nesse dia) no quadro, sobre o qual os alunos trabalharão imediatamente após a entrada na sala – não lhes permita que percam tempo a conversar com os colegas à medida que se sentam.• Ofereça um programa de apoio escolar durante o intervalo a nível da escola básica ou durante o período de estudo, na escola secundária.• Utilize práticas reflexivas para gravar a aprendizagem na memória, fazendo uso da regra 20-2-20 (descrita no exemplo abaixo indicado). Não espere que após ter ensinado algo uma vez, o aluno domine essa matéria de imediato. Por outro lado, não insista na prática de um certo tema, dum modo simplista e repetitivo esperando uma compreensão profunda por parte do aluno.EXEMPLO: COMO UTILIZAR A REGRA 20-2-20 NA REFLEXÃO E APLICAÇÃONíveis do Segundo e Terceiro Ciclo e SecundárioObjectivo: Aumentar a aplicação pelos alunos dos novos conhecimentos e competências.Cenário: A professora Balogh percebeu que rever a informação do dia anterior da mesma forma que a tinha ensinado aos seus alunos do básico e secundário não estava a produzir uma compreensão profunda dos conceitos ou a promover a aplicação das novas competência. Ela queria que os alunos tivessem a repetição e a prática suficientes dos novos conceitos para que os aprendessem bem por forma a poderem demonstrá-lo utilizando esse conhecimento mais tarde. A professora começou a implementar a regra 20-2-20 praticamente em todas as áreas de disciplinas académicas. Os alunos da professora Balogh estavam a aprender profundamente a nova informação, conseguiam aplicar os conceitos mais tarde e não necessitavam de uma revisão diária repetitiva e consumidora de tempo.Procedimentos:20= Nova explicação dentro de 20 minutosNos primeiros 20 minutos de uma aula (por volta daquela hora em que a atenção dos alunos está diminuída, de qualquer forma) pede aos alunos para voltarem a explicar o que acabaram de aprender. Isto pode assumir a forma de uma breve discussão na turma, uma sessão de partilha com um companheiro, um desenho para mostrar a um colega ou uma explicação escrita no caderno do aluno. Existe sempre uma forma de retorno ligada a esta reflexão/experiência de re-explicação, numas vezes da professora Balogh e outras vezes de um colega. Isto permite aos alunos saberem se estão no caminho certo.2= Revisão e Aplicação no Prazo de 2 diasNo prazo de dois dias a partir da aprendizagem inicial, a professora Balogh exige aos seus alunos a revisão e aplicação da nova informação. Isto assume normalmente a forma de um mapa cerebral, uma peça escrita, desenvolvimento de um problema relacionado para que um colega resolva ou uma breve demonstração das competências recentemente adquiridas.20= Reflexão e Mais Aplicação Dentro de 20 DiasNo prazo de 20 dias, normalmente no fim da unidade da área da disciplina, a professora Balogh pede aos alunos para reflectirem sobre o que aprenderam. Eles aplicam os novos conceitos ou competências num projecto mais envolvente, tal como um debate, uma representação, uma peça escrita ou um modelo. Estes produtos são partilhados geralmente com toda a turma ou com um pequeno grupo dentro da turma. Eric Jensen, Obra citada infra
December 6 2009, 10:10am | Comments »
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HOME
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Creio que já aqui divulguei. Mas vale a pena repetir. Versão portuguesa.Por lembrança de TMM.
December 6 2009, 9:42am | Comments »
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O nosso nível de literacia
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A pedido dos coordenadores do Plano Nacional de Leitura foi recentemente realizado um estudo cujo objectivo era caracterizar o nível de literacia na leitura dos portugueses.Como se saberá, este tipo de literacia envolve competência para ler fluentemente e compreender o que se lê, de modo a dar resposta a problemas concretos.Tal estudo, realizado pela Data Angel e coordenado por Scott Murray, foi apresentado no passado dia 3 de Dezembro na Fundação Calouste Gulbenkian, confirmando os dados a que chegou outros apurados em estudos anteriores: são graves as deficiências nas competências de literacia da nossa população.Em concerto, e de modo muito sumário, este estudo evidenciou que em cada cinco sujeitos apenas um possui um nível médio de literacia. O que é o nível mais baixo do conjunto de países investigados.Uma notícia mais completa, da autoria de Isabel Teixeira da Mota, pode ler-se aqui.
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December 6 2009, 6:37am | Comments »
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Rede fénix - Tempo de atenção, descentração, aprendizagem
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Hoje, (ontem, sábado) num dia de chuva, mais de 100 professores se reuniram na UCP Porto para criarem mais oportunidades de aprendizagem aos seus alunos. Tempo para rever os fundamentos antropológicos, os princípios da acção pedagógica, os desafios, os problemas, as soluções possíveis. Tempo de histórias e metáforas. Tempo de reafirmação das vontades e inteligências. De sementeira. Num dia que começou e acabou chuvoso.
December 5 2009, 5:41pm | Comments »
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Aparição, há cinquenta anos
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Texto de João Boavida quando faz cinquenta anos que o romance Aparição de Vergílio Ferreira foi dado à estampa.Ainda ninguém se lembrou, que eu saiba, mas decorre este ano, 2009, o quinquagésimo aniversário da publicação do romance Aparição, de Vergílio Ferreira. Estamos todos fartos de comemorações, mas nestes tempos de publicações às toneladas é justo falar deste livro pelo grande impacto que teve: local e nacional, à esquerda e à direita.O livro produziu, na Évora do final dos anos cinquenta, em que decorre a acção, algum burburinho, com o reconhecimento das pessoas que teriam inspirado as personagens, e inferências sobre realidade e ficção, o que foi e não foi, como foi e como terá sido. Mas o importante não estava aí. A sua grande influência foi na literatura portuguesa do século XX, porque veio abanar o mundo literário de então e os padrões dominantes. Sobretudo os de um realismo social – o neo-realismo – que entendia a literatura como forma de denúncia e combate das injustiças sociais e das formas de exploração pelo capital e pelo latifúndio, impondo uma arte ao serviço dessa luta e remetendo o estético e formal para uma segunda linha. O que acabava por influir nos cânones de apreciação com esquemas psico-afectivos, culturais e estéticos que dominavam os editores, os críticos e os leitores.Vergílio Ferreira introduziu a problemática do Eu, na linha de Albert Camus, André Malraux, Jean-Paul Sartre, é certo, mas com uma preocupação estética que afirma como prioritária. Poderemos dizer que é nessa síntese da importância do formal com a temática humanista que assenta a importância da sua renovação e se encontra a explicação para as ondas de aceitação e de rejeição que o livro provocou.Agora parece-nos simples, mas estas situações causam em geral polémica e controvérsia que só o tempo acalma. Vergílio Ferreira trouxe para a literatura o tema do homem, colocou o homem concreto, a evidência do sujeito com sua fragilidade e grandeza no centro das preocupações estéticas e dos temas importantes, segundo ele, acabando por criar novos cânones de produção e apreciação. É certo que seguia os existencialistas, como disse, mas estes respondiam com a angústia do homem concreto e sua afirmação à cegueira das ideologias que, em nome do Homem e da Humanidade em abstracto o tinham esquecido provocando, e continuando a provocar a sua destruição em quantidades assombrosas, e impensáveis depois do Iluminismo e do Racionalismo.Ora, para uma certa ortodoxia política e cultural então dominante, que vivia e sofria a ditadura salazarista e sonhava derrubá-la, o livro era uma manifestação da ideologia burguesa decadente e servia os interesses da política instalada. Muitos outros, porém, perceberam a sua novidade e importância, separando as coisas. Daí as polémicas directas e indirectas que provocou. Para o realismo social a problemática do eu existencial, a angústia individual na base do eu como produtor de arte, era o sinal de uma alienação moral e social inaceitáveis, porque o eu era insignificante, não tinha significado, não devia ter face aos grandes e imparáveis movimentos de libertação dos povos. As problemáticas individuais só atrapalhavam e as preocupações estéticas em excesso confundiam escondendo o essencial.Ao revalorizar o formal, afirmando o seu valor intrínseco Vergílio Ferreira demonstrou, mais uma vez, que o essencial da arte está na força que emana dos criadores e não nos cânones que de fora lhes querem impor, ou manter para além do que a própria arte manda. A qualidade de Aparição mostra que ele tinha razão. A arte deve impor-se por si e o estético – no sentido de perfeita harmonia entre a forma e o conteúdo - é o grande e único critério. O resto é lixo que o tempo varre.João Boavida
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December 5 2009, 1:59pm | Comments »

