Deveriam ser encorajados todos os esforços susceptíveis de favorecer a constituição de uma verdadeira comunidade educativa que unisse numa troca de informações ou de serviços os pais e os educadores (o que acontece com alguma frequência nos estabelecimentos privados), ao mesmo tempo que deveria ser claramente delimitado o domínio próprio da competência dos professores. A escola aberta deveria tornar-se uma espécie de casa comum, centro de encontro entre diferentes gerações e diferentes meios sociais, nomeadamente entre os antigos residentes e os recém-imigrados, por meio de cursos de alfabetização, por exemplo. Seria um lugar onde poderia ser aprendida e exercida, sobretudo nas pequenas aglomerações, a propósito de acções práticas de entreajuda ou de apoio, particularmente em relação a pessoas idosas ou inválidas ou através de actividades associativas reunindo gerações diferentes (actividades artísticas, desportivas, clubes de tempos livres, etc.), uma moral da responsabilidade, da solidariedade e do respeito de outrem: seriam essas as aulas práticas da educação cívica. Com efeito, estas actividades colectivas constituiriam a oportunidade para inculcar um certo número de princípios da existência social: por exemplo, que a vida colectiva, especialmente a de uma classe activa e orientada para um projecto comum, é impossível sem certas restrições que cada um deve impor a si próprio; que não se pode trabalhar em comum numa mesma actividade sem uma disciplina mínima ...Pierre Bourdieu, ibidem
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A Constituição de uma Verdadeira Comunidade Educativa
http://terrear.blogspot.com/2009/12/constituicao-de-uma-verdadeira.html
December 4 2009, 12:48pm | Comments »
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A abertura na autonomia e pela autonomia
http://terrear.blogspot.com/2009/12/abertura-na-autonomia-e-pela-autonomia.html
Os estabelecimentos escolares deveriam convidar pessoas do exterior a participar nas suas deliberações e actividades, coordenar a sua acção com a de outras instituições de difusão central, passando assim a constituir o centro de uma nova vida associativa, lugar de exercício prático de uma verdadeira instrução cívica; paralelamente, seria necessário consolidar a autonomia do corpo docente, revalorizando a sua função específica e reforçando a competência dos professores. (...)A escola não pode nem deve ser o único lugar de formação. Não pode nem deve pretender ensinar tudo já que a transmissão dos saberes não pode, nem de facto nem de direito, ser monopolizada por uma única instituição, é necessário ter em conta a rede de lugares de formação complementares, no interior da qual deve ser definida a função específica da escola. Dada a crescente importância das acções de difusão cultural que se exercem fora da instituição escolar - não só através da televisão, mas também do teatro, do cinema, dos centros de juventude, dos centros culturais, etc. -, ver-se-ia certamente aumentar o rendimento da acção escolar se esta se integrasse consciente e metodicamente no universo das acções culturais exercidas através de outros meios de difusão. Nesse sentido, seria indispensável, quer à escala nacional, quer à escala das pequenas unidades locais, estabelecer a articulação entre todas as formas de difusão cultural e favorecer, pelo menos ao nível das pequenas cidades, a coordenação da acçâo escolar, não apenas com a das diferentes instituições de difusão cultural (bibliotecas, museus, orquestras, etc.), mas também com a dos diferentes agentes de produção e de difusão culturais (professores, artistas, escritores, investigadores ... ). Isso implicaria a superação dos obstáculos técnicos, financeiros e sobretudo burocráticos ou jurídicos (nomeadamente no domínio da responsabilidade civil), para não falar das resistências psicológicas, em resumo, obstáculos de toda a ordem que actualmente bloqueiam esse tipo de intercâmbio, impedindo em particular a participação benévola ou remunerada no ensino de personalidades do mundo artistico, científico ou profissional. (...)A função própria da acção escolar e a escolha dos conteúdos ensinados devem ser repensadas tendo em conta o conjunto das instituições de difusão complementares e concorrentes, quer para evitar as duplicações, quer para concentrar o esforço pedagógico nos domínios em que a acção da escola é insubstituível. A escola deve dirigir prioritariamente os seus esforços no sentido da inculcação das disposições gerais e transponíveis que só pela repetição e exercício podem ser adquiridas. Com efeito, só ela pode transmitir, por um lado, os instrumentos intelectuais que condicionam não só a compreensão de todas as mensagens e a integração racional de todos os conhecimentos, mas também a síntese critíca dos saberes susceptíveis de serem adquiridos por outras vias, saberes ou semi-saberes frequentemente dispersos e fragmentários, e, por outro, as condições mais ou menos aleatórias da sua aquisição, Pierre Bourdieu, obra citada infra
December 4 2009, 12:43pm | Comments »
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A diversificação das formas de excelência
http://terrear.blogspot.com/2009/12/diversificacao-das-formas-de-excelencia.html
O ensino deveria mobilizar todos os meios de combater a visão monista da "inteligência" que leva a hierarquizar as diferentes formas de realização das capacidades em relação a uma delas, devendo assim multiplicar as formas de excelência cultural socialmente reconhecidas. Se o sistema escolar não detém o perfeito domínio da hierarquia das competências de que é o garante, já que o valor das diferentes formações depende fundamentalmente do valor dos postos a que dão acesso, não é, contudo, desprezávelo efeito de consagração que ele exerce. Esforçar-se por aumentar ou abolir as hierarquias entre as diferentes formas de aptidão, no funcionamento institucional (por exemplo, os coeficientes) como nos espíritos dos professores e dos alunos, seria um dos meios mais eficazes (nos limites do sistema de ensino) de contribuir para a redução das hierarquias puramente sociais. Um dos vícios mais notórios do actual sistema de ensino consiste no facto de este tender, cada vez mais fortemente, a conhecer e a reconhecer uma única forma de excelência intelectual, aquela que a secção C (ou S) dos liceus (1) e o seu prolongamento nas grandes escolas científicas representam. Pelo privilégio cada vez mais absoluto que confere a uma determinada técnica matemática, tomada como instrumento de selecção ou de eliminação, o sistema de ensino tende a apresentar todas as outras formas de competência como inferiores. Os detentores destas competências mutiladas estão, assim, condenados a uma experiência mais ou menos infeliz, não só da cultura que receberam, como da cultura escolarmente dominante (residindo aí, sem dúvida, uma das origens do irracionalismo que actualmente floresce. Quanto aos detentores da cultura socialmente considerada como superior, também eles se acham cada vez mais condenados, excepto no caso de um esforço inaudito e de condições sociais muito favoráveis, à especialização prematura e a todas as mutilações que ela acarreta. Por razões intrinsecamente cientificas e sociais, seria necessário, não apenas combater todas as formas, mesmo as mais subtis, de hierarquização das práticas e dos saberes, nomeadamente as que se estabelecem entre o "puro" e o "aplicado", entre o "teórico" e o "prático" ou o "técnico", particularmente fortes na tradição escolar francesa, mas também impor o reconhecimento social de uma multiplicidade de hierarquias de competência distintas e irredutíveis. Quer o sistema de ensino, quer a investigação, são vítimas, a todos os níveis, dos efeitos desta dívisão hierárquica entre o "puro" e o "aplicado", divisão que se estabelece entre as disciplinas e no seio de cada disciplina e que é, em grande parte, uma forma transformada da hierarquia social entre o "intelectual" e o "manual". Daí resultam duas perversões que importa combater metodicamente por uma acção sobre as instituições e sobre as mentalidades: em primeiro lugar, a tendência para o formalismo que esmaga certos espíritos; em segundo lugar, a desvalorização dos saberes concretos, das manipulações práticas e da inteligência prática que lhes está associada. Um ensino harmonioso deveria realizar um justo equilíbrio entre, por um lado, o exercício da lógica racional, através da aprendizagem dum instrumento de pensamento como a matemática, e, por outro, a prática do método experimental, sem esquecer nenhuma das formas de destreza manual e de habilidade corporal. A tónica poderia ser posta nas formas gerais de pensamento pelas quais, ao longo dos séculos, se foram constituindo as ciências e as técnicas. Se a matemática nasceu na Grécia, a nossa ciência só póde constituir-se verdadeiramente 2000 anos depois num tecido cuja teia seria a teoria, frequentemente de tipo matemático, e a trama a experimentação, graças a um vaivém incessante da hipótese teórica à experiência que a infirma ou a confirma.Pierre Bourdieu, em texto antológico e ainda muito actual (Proposições para o ensino do futuro). A realidade continua a resistir a um horizonte e a uma prática muita mais educativa e emancipadora.
December 4 2009, 12:24pm | Comments »
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Os 'realistas'
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Destacamos a opinião do médico J.L. Pio Abreu no "Destak" de hoje:Desde há algum tempo que em Portugal apareceram uns espécimes de sucesso. Classificam-se a si próprios de realistas mas, na verdade, são uns pessimistas desbragados. Para eles, tudo vai mal e não há solução para este país. O seu sucesso pessoal vem da procura que têm na Comunicação Social, onde assinam colunas e programas. Literalmente, alimentam-se daquilo que escrevem ou dizem. Imagino que leiam ou oiçam as suas próprias opiniões e, tão deprimidos ficam, que a próxima sairá mais negra ainda.Os realistas-pessimistas têm história. No passado estiveram perto do poder, com oportunidade de aplicar na prática as ideias que apregoavam. Resta saber se o conseguiram ou não, porque uma coisa é dizer, outra é fazer. Mas todos saíram de lá e nota-se que estão zangados. Chega-lhes agora o palco mediático e o convencimento de que alguém tome por boas as suas negras profecias.Como a mudança é permanente e o futuro uma incógnita, os pessimistas até podem estar certos. Não pelas razões que aduzem nem com o fim que profetizam, pois cada um tem a sua opinião. Mas temos pela frente o aquecimento global, a superpopulação, a falta de água, os terramotos, o princípio da entropia e, evidentemente, o facto mais do que seguro de que todos nós haveremos de morrer.Não faltam realidades para os argumentos pessimistas. De facto, as pessoas saudáveis são pouco realistas e preferem as suas ilusões. Mas são essas pequenas ou grandes ilusões que nos fazem viver e, com altos e baixos, alcançar o que antes parecia impossível.J. L. Pio de Abreu
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December 4 2009, 9:25am | Comments »
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Venha ao Encontro INOV C, dia 15 de Dezembro, no Hotel Quinta das Lágrimas
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091204_2
Para mais informações: http://www.uc.pt/gats/projectos/INOVC/index
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December 4 2009, 4:45am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Estádio Universitário - Agenda do fim de semana
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091204
Para mais informações: http://www.uc.pt/estadiouniversitario/agendadefimdesemana/
December 4 2009, 4:35am | Comments »
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Portugal no Oriente
http://terrear.blogspot.com/2009/12/portugal-no-oriente.html
Dois livros que se devem à dedicação e inteligência de um amigo (António Aresta) que conheci - também no Oriente, no caso, na Escola Portuguesa de Maputo -. Dois livros que nos ajudam a compreender a nossa condição "em pedaços repartidos" pelo mundo - e sobretudo, justamente, pelo oriente, onde continuamos a povoar muitas memórias e a ser memória. Marcos de encontros, de convivências, de prematura globalização. Pena não encontrarmos neste rectângulo o que nos afirmou e distinguiu longe.
December 4 2009, 3:34am | Comments »
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A MAIOR EXPERIÊNCIA DO MUNDO
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Minha crónica publicada no "Sol" de hoje (imagem do CERN):A mensagem, vinda dos arredores de Genebra, na Suíça, chegou através do Twitter a todo o lado: “A new record. Both beams in LHC reach 1.18 TeV at 00:42 on 30 November.” Acabava de ser batido um recorde do mundo da Física, com a ultrapassagem do limite da energia de um teraelectrão-volt (1 TeV) por partícula para cada feixe de protões que circulam, em sentidos contrários, no Large Hadron Collider (LHC), em português Grande Colisionador de Hadrões, na European Organization for Nuclear Research (CERN). O recorde anterior pertencia ao Fermilab, perto de Chicago, nos Estados Unidos, e a nova marca significava um primeiro êxito para a maior experiência do mundo, depois do contratempo que foi a reparação de uma avaria ao longo de um ano.O que significa a energia de 1 TeV? O prefixo tera vem do grego e significa monstro. Um tera é, de facto, um número monstruoso: um milhão de milhões, isto é, um número que se exprime pelo algarismo um seguido de doze zeros: 1 000 000 000 000. O electrão-volt (1 eV), uma unidade muito usada na Física, é a energia adquirida por um electrão quando submetido à tensão eléctrica de um volt. É uma energia típica da Física Atómica, ao passo que o milhão de electrões-volt (um megaelectrão-volt ou 1 MeV) é uma energia típica da Física Nuclear. A energia que acaba de ser obtida na maior experiência do mundo, realizada com a maior máquina do mundo, não é fácil de imaginar: é cerca de um milhão de vezes maior do que a energia necessária para arrancar um protão de um núcleo atómico.Mas a experiência realizada no sítio onde foram filmadas cenas de “Anjos e Demónios” ainda só vai no início. Planeia-se atingir em cada feixe – na experiência, há dois feixes de protões que chocam frontalmente, tendo já sido registadas as primeiras colisões – a fantástica energia de 7 TeV. O Natal e Ano Novo vão, no CERN, ser passados a trabalhar para que 2010 seja um grande ano para a ciência. No próximo ano saberemos mais sobre o Universo, tanto sobre a sua constituição como sobre a sua origem.
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December 4 2009, 1:59am | Comments »
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ENTREVISTA DE HANSEN SOBRE O AQUECIMENTO GLOBAL
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Execrtos de entrevista publicada no "The Guardian" ontem, o climatologista James Hansen (na foto), director do Nasa Goddard Institute for Space Studies em New York, USA:"The scientist who convinced the world to take notice of the looming danger of global warming says it would be better for the planet and for future generations if next week's Copenhagen climate change summit ended in collapse."(...) "In Hansen's view, dealing with climate change allows no room for the compromises that rule the world of elected politics. "This is analagous to the issue of slavery faced by Abraham Lincoln or the issue of Nazism faced by Winston Churchill," he said. "On those kind of issues you cannot compromise. You can't say let's reduce slavery, let's find a compromise and reduce it 50% or reduce it 40%.He added: "We don't have a leader who is able to grasp it and say what is really needed. Instead we are trying to continue business as usual."(...) "Hansen has emerged as a leading campaigner against the coal industry, which produces more greenhouse gas emissions than any other fuel source.He has become a fixture at campus demonstrations and last summer was arrested at a protest against mountaintop mining in West Virginia, where he called the Obama government's policies "half-assed".He has irked some environmentalists by espousing a direct carbon tax on fuel use. Some see that as a distraction from rallying support in Congress for cap-and-trade legislation that is on the table.He is scathing of that approach. "This is analagous to the indulgences that the Catholic church sold in the middle ages. The bishops collected lots of money and the sinners got redemption. Both parties liked that arrangement despite its absurdity. That is exactly what's happening," he said. "We've got the developed countries who want to continue more or less business as usual and then these developing countries who want money and that is what they can get through offsets [sold through the carbon markets]."
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December 3 2009, 3:46pm | Comments »
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Os livros de Novembro/Dezembro 2009
http://dererummundi.blogspot.com/2009/12/os-livros-de-novembrodezembro-2009.html
Informação recebida da editora GradivaDavid S. Landes, A Revolução no TempoDo autor de A Riqueza e a Pobreza das Nações, outra monumental obra de referência que é um grande prazer de leituraNo século XVI, as necessidades da Igreja e da força de trabalho urbana conduziram a uma «revolução no tempo». Dois séculos depois, proliferava a produção de relógios. O autor mostra como os relógios e a evolução tecnológica no seu uso e fabricação tiveram um papel determinante na formação do mundo moderno. Nesta obra verdadeiramente brilhante, o autor relata essa evolução num tom que capta continuadamente a atenção do leitor.José Lopes da Silva e Palmira Ferreira da Silva, A Importância de Ser Electrão - O átomo e as suas ligações: um olhar sobre a evolução da QuímicaEscrito por dois grandes especialistas, este livro destina-se aos leitores que gostam de se manter informados sobre o estado actual da ciência. Descreve a constituição dos átomos e das moléculas e fornece o enquadramento histórico da evolução do nosso conhecimento acerca destes. Ao revelar as potencialidades que se prefiguram neste campo, torna-se uma obra igualmente interessante para especialistas. Divulgação científica que todos lêem com prazer.António Costa Canas e Maria Eugénia Ferrão (coords.) A Matemática no Tempo do Mestre José VizinhoUma visão abrangente do contexto social e cultural do tempo de Mestre José Vizinho, com uma perspectiva da vida e obra deste grande pensador português, assim como dos avanços científicos ocorridos no Portugal renascentista, nomeadamente no campo das navegações, devidos a elementos das comunidades judaica e árabe.Constantino Sakellarides, Nós e a Gripe - Informação, Conhecimento e Bom SensoPara seleccionar e sistematizar a informação relevante sobre um tema de que tanto se tem falado e de que ainda se falará, um livro claro, sucinto e corajoso que pretende esclarecer os principais pontos a ter em conta na eventualidade de uma pandemia de gripe. Eminentemente prático, de fácil consulta e linguagem acessível.Ana Gomes de Almeida, Ana Paula Guimarães e Miguel Magalhães (coords.), Artes de Cura e Espanta-Males - Espólio de Medicina Popular recolhido por Michel GiacomettiO formidável espólio que ainda hoje se encontra no Museu da Música Portuguesa finalmente trazido à luz do dia e comentado por médicos especialistas, poetas, artistas, investigadores, professores. Um livro notável, no qual a riqueza etnográfica das rezas, ladainhas e orações é exposta a olhares actuais de especialidades variadas. Uma obra de referência.Larry Gonick, História da Humanidade em Banda Desenhada - Da Alvorada da China à Queda do Império RomanoContinuação muito aguardada desta original colecção que se propõe contar a História a uma luz diferente: bem-humorada sem deixar de ser rigorosa. Uma excelente prenda de Natal para jovens de idade ou de espírito!Alexandre Honrado e Raquel Pinheiro (ilustr.), Quem dá prenda ao Pai Natal?De um autor consagrado, a única e verdadeira história do Natal do Pai Natal que, afinal, veste de azul. Desvendem este e outros segredos bem guardados até agora, num livro soberbamente ilustrado que apelará irresistivelmente aos mais pequenos.
December 3 2009, 12:34pm | Comments »


