Pode-se afirmar que os professoresformam os seus alunos como os oceanosformam os continentes: retirando-se.(Santos Guerra, parafraseandoHolderlin)Esta é uma profissão singular: trabalhar para a sua inutilidade, trabalhar para queo outro seja autónomo, trabalhar para ser dispensável. Libertar o aluno das trevasda ignorância e das dependências que quase sempre escravizam. Trata-se, pois,de fundar uma pedagogia da libertação.Uma pedagogia preocupada com a libertação e a autonomia não pode deixar de i) fazer uma identificação do que é dispensável ensinar e aprender, prescindindode tudo o que sobretudo visa operar a distinção e a segregação escolar;ii) seleccionar o que é socialmente relevante, nunca descurando a empregabilidadesocial dos saberes (que não dispensa a dimensão ética e estética); iii) implicar os educandos na procura dos problemas e das soluções, organizando situaçõesdidácticas de participação, de pesquisa, de produção de conhecimento;iv) diversificar as fontes de informação;v) multiplicar os canais de comunicação, os sistemas de entreajuda e complementaridade;vi) clarificar as metas ou os objectivos a alcançar e os caminhos e recursos que poderão sustentar um trabalho progressivamente mais autónomo;vii) clarificar ab initio os critérios de avaliação, as condições de êxito e inêxito, as regras do jogo avaliativo;viii) valorizar a função reguladora, emancipadora e democrática da avaliação que deve ser muito mais importante do que a função classificativa/certificativa;ix) reconhecer e valorizar as inteligências múltiplas e saber que o sucesso tem de ser conjugado no plural, porque não há um, mas vários sucessos; e a escola tem de os ver, reconhecer e valorizar. E esta é uma prática fundamental se queremos combater a visão "monista" da inteligência; x) criar e adoptar múltiplos instrumentos de avaliação, relegando o teste escrito (os dois por período) para um plano mais secundário;xi) exercer a autoridade no seu sentido pleno e original de fazer crescer o outro em responsabilidade e autonomia;xii) dispensar a ameaça que inibe e o medo que paralisa;xiii) procurar fundar uma comunidade exigente e solidária…Também por estas razões, este é, como disse Bourdieu, o primeiro de todos os ofícios: o mais exigente, o mais necessário, o mais sensível, o mais delicado, o mais difícil. Um ofício que deveria merecer um outro suporte social e político, um outro olhar. Porque sem ele a vida social será impossível.
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Uma pedagogia da libertação
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December 3 2009, 11:01am | Comments »
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O ESTATUTO DA CARREIRA DOCENTE, A MINISTRA ISABEL ALÇADA E OS SINDICATOS DOCENTES
http://dererummundi.blogspot.com/2009/12/o-estatuto-da-carreira-docente-ministra.html
“A primeira igualdade é a justiça” (Jonh Kenneth Galbraith, 1908-2006)Pelo que que tem sido largamente noticiado pela comunicação social, a actual ministra da Educação, Isabel Alçada, e os sindicatos dos professores encontram-se em negociações para a revisão do Estatuto da Carreira Docente, embora correndo o perigo dessas negociações se eternizarem. Ou mesmo se gorarem pelas ameaças constantes da Fenprof em abandonar a mesa das negociações, atrasando, com isso, as reformas necessárias num sector vital para o país, como sejam o desenvolvimento social, cultural e económico da sua gente que não pode estar ao sabor de um sindicalismo saudoso de épocas tumultuosas do passado.Numa espécie de “casa roubada trancas à porta”, acaba de ser publicado um estudo sobre A Dimensão Económica da Literacia em Portugal que nos diz que “o futuro económico de Portugal está em risco e um dos caminhos para encontrar uma solução que permita ao país ser mais competitivo passa pelo investimento na literacia” (Público, o3/12/2009).Dada as características habituais da luta laboral dos sindicatos docentes temo que o que se discute continue a ser uma questão de euros e de igualar desiguais numa hora em que o ministro da Economia, habitualmente respirando optimismo por todos os poros, nos adverte que “o País vive um momento difícil que exige responsabilidades” (Jornal de Notícias, 02/12/2009).Talvez por pessimismo, não tenho detectado grande nem pequena vontade em melhorar os caminhos tortuosos da educação. O sucessivos ministérios da Educação têm-se limitado em encarar os problemas pela rama, e em função das idiossincrasias dos seus titulares, e os sindicatos têm-se, por seu lado, posicionado ao serviço de interesses da respectiva clientela que se compaginam em tornar o magistério numa massa igualitária em que os medíocres se acolhem à sombra daqueles que ainda ousam lutar por uma educação melhor e mais justa porque, para isso, queimaram as pestanas em noites insones de estudo.Como escreveu António José Saraiva, uma referência incontornável da cultura portuguesa, “nestas condições a caça ao diploma tornou-se em Portugal generalizada e premente, consistindo em obter o acesso a um estatuto social privilegiado com o menor esforço possível”. Mas trata-se de um vício consentido pela tradição nacional, e perpetuado em nossos dia, que encontra raízes queirosianas no século XIX: “É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política de acaso, política de compadrio, política do expediente.” (O Distrito de Évora, 1867).Radica-se, portanto, em mim a dúvida se tudo não ficará na mesma, ou quase na mesma, por os mandantes dos legisladores se limitarem a dar-lhes orientações no sentido de limarem as rugosidades de textos ásperos que possam causar atritos laborais na continuação de um destino sem espinhos dos professores e dos alunos com se estivessem a fazer uma obra de que o país se deverá orgulhar no futuro pela isenção de quem julga ( mesmo com a sinceridade que a política não consente) não ceder a pressões contrárias ao interesse nacional. Ou quer, apenas, fazer passar essa imagem para a opinião pública.Não acredito, portanto, que se aproveite uma ocasião soberana como esta para se acabar com a guerra entre meio-irmãos, filhos do mesmo pai - o ensino superior - e de mães diferentes - a universidade e a tutela politécnica -, destinados à docência dos diversos níveis do ensino não superior, criando, assim, uma ambiente desconfortável quer para un quer para outros , embora com o beneplácito de sindicatos com clientelas que beneficiam deste “statu quo” igualitário.Ora, seria fácil resolver este problema atribuindo às escolas superiores de educação a formação de educadores de infância e professores dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico e concedendo os ensinos do 3.º ciclo do básico e do secundário aos alunos saídos das faculdades. Mas bem eu sei que uma mudança neste sentido daria azo ao choradinho do elitismo como se a defesa das elites não fosse coisa boa e justa pela referência que faz ao escol intelectual duma sociedade capaz de impulsionar o desenvolvimento de um país mergulhado na “apagada e vil tristeza” de ser, em muitos e variados aspectos, uma das lanternas vermelhas da Comunidade Europeia.Ora aqui é que começam os trabalhos para a ministra da Educação ao dizer, em Bruxelas, "estar empenhada na criação de um sistema de avaliação de professores que recompense o esforço e a qualidade”. (Diário Económico, 26/11/2009). Espero bem que, uma vez mais, se não cumpra o aforisma de que “de boas intenções está o inferno cheio”. Aliás, tenho dificuldade em compreender como os “teóricos” da educação que se eternizam nos lugares de cúpula sindical, sem viverem na carne os problemas dos professores que se sentem ultrapassados por medíocres acarinhados pelo poder político e pelo próprio ambiente escolar ou porque pertencem ao mesmo partido, ou ao mesmo clube ou por causas outras quejandas que tanto tem desprestigiado o ensino oficial não superior, quando comparado com um ensino privado que não contemporiza com a mediocridade do respectivo corpo docente.A propósito, ou mesmo a despropósito,concedo, como foram avaliados os dinossauros do dirigismo sindical que chegaram ao topo da carreira docente afastados das escolas e da função docente? Entretanto, professores bem mais credenciados academicamente e de grande experiência pedagógica marcam passo numa acesso congelado a escalões mais elevados da carreira docente a que tem direito de facto e de jure.Quanto mais tempo estará este país preso ao atavismo de ver uma meritocracia substituída pela mediocracia em que “o pensamento representa um capital inútil e um fardo embaraçoso para jornadear pelo caminho da vida” ( Manuel Laranjeira, O Norte, 1908)?Para tanto seria necessário retirar a razão a Albert O. Hirschman: “Sempre que se propõe uma reforma, é verdade que, primeiro, a reforma não vai alterar em nada o que já existe, segundo que a reforma vai produzir efeitos exactamente contrários aos que pretende ter, e, terceiro, que a reforma vai prejudicar o que havia de positivo na reforma anterior”. Mas, o caso é bem mas grave. O Estatuto da Carreira Docente com as alterações que lhe têm sido feitas criou um Frankenstein de “cadáveres adiados” (Fernando Pessoa) que, paradoxalmente, lhe serviram de sopro de vida licenciosa que se deseja perpetuada, embora se jure a pés juntos o contrário.E o pior disto tudo, é que os seus nefastos efeitos só se virão a projectar no futuro, deixando atrás de si uma geração de verdadeiras cobaias de laboratório de pedagogias em que se fazem experiências, como, se por vezes, elas não fossem "o nome que damos aos erros que cometemos", como escreveu Oscar Wilde. Com os "computadores Magalhães" a inundarem as nossas escolas e posto nas mãos ávidasde alunos em idades cada vez mais jovens, corre-se o risco dos seu cérebros em formação se automatizarem, como o acontecido na própria adultícia na opinião de Erich Froom (académico de psiquiatria, 1900-1980): “O perigo do passado era que os homens se tornassem escravos; o perigo do futuro é os homens tornarem-se autómatos”.Receio mesmo que estejamos a entrar na época do “tecnolês”, em analogia com o “eduquês”. O futuro o dirá, mas serão dias vindouros de consciência tranquila pelos erros que se andam a cometer hoje?Post Scriptum: Estão inseridos neste texto excertos de um comentário meu em resposta a um comentário de Manuel Nunes de Castro, referente ao post “Nuno Crato, a Escola e as Novas Tecnologias” ( 01/12/2009).
December 3 2009, 9:20am | Comments »
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Porque é que os cientistas estrangeiros ficam em Portugal?
http://dererummundi.blogspot.com/2009/12/porque-e-que-os-cientistas-estrangeiros.html
Excerto de um artigo do i:Fazer ciência em Portugal. Moscas, surf e boa comidaGostam de praia e estranham tantos coffee breaks."Sabemos que há países que estão à frente de Portugal em termos científicos. Mas eu quis um equilíbrio entre trabalhar bem e viver bem. Aqui a comida é muito boa, as mulheres são muito giras." (....)"É com a mesma graça que o japonês Masayoshi Murakami, 32 anos, sabe dizer "Bairro Alto", lugar de eleição em Lisboa. Veio há um ano e meio para Portugal quando o líder do laboratório onde estava, em Nova Iorque, aceitou trabalho no programa de neurociências da Fundação Champalimaud, instalado no IGC. Estuda os mecanismos básicos por detrás das decisões impulsivas. Rendeu--se às praias e ao facto de não ter de pagar 5 euros por uma cerveja, como fazia em Tóquio."Texto completo aqui.
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December 3 2009, 5:47am | Comments »
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Venha comemorar o 10º Aniversário - o Eco Veículo sai do laboratório e mostra-se à comunidade!
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091203_5
Para mais informações: http://www.uc.pt/fctuc/noticias/n20091202n01
December 3 2009, 5:30am | Comments »
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O MENSAGEIRO DAS ESTRELAS
http://dererummundi.blogspot.com/2009/12/o-mensageiro-das-estrelas.html
Por incrível que seja, nesta data em que se comemoram os 400 das primeiras observações astronómicas de Galileu realizadas com o telescópio, não há edição portuguesa disponível de "O Mensageiro das Estrelas" ("Sidereus Nuncius"), o livrinho que o sábio italiano publicou, em latim, em 1610 para anunciar as suas descobertas.Sei que o nosso grande historiador de ciência Henrique Leitão prepara uma edição a sair no próximo ano, mas até lá foi uma boa surpresas encontrar na última edição da edição brasileira da "Scientific American" distribuída em Portugal, uma reedição da tradução em português publicada em 1987 pelo Museu de Astronomia e Ciências Afins do Brasil, com tradução, introdução e notas de Carlos Ziller Camenietzki. Só foi mudado o título da edição de 1987, que era "A Mensagem das Estrelas" para "O Mensageiro das Estrelas". Deixo aqui o título completo do encantador livrinho, onde se descrevem os movimentos das luas mais próximas de Júpiter:"O MENSAGEIRO DAS ESTRELAS, desvendando grandes e muito admiráveis espetáculos, e convidando à sua contemplação a todos, especialmente aos filósofos e astrônomos, tais como foram observados por GALILEU GALILEI, Nobre Florentino, professor de Matemática na Universidade de Pádua, como auxílio de um ÓCULO ASTRONÓMICO, há pouco inventado por ele, na superfície da Lua, em inumeráveis Estrelas Fixas, na Via Láctea, em nebulosas e sobretudo em QUATRO PLANETAS, que giram com admirável rapidez em torno de JÚPITER em diferentes distâncias e períodos, os quais ninguém conhecia antes do Autor havê-las descoberto recentemente, e que decidiu denominar ASTROS MEDÍCIOS".
December 3 2009, 5:20am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
O Museu da Ciência da Universidade de Coimbra comemora os três anos de existência no dia 5 de Dezembro
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091203_2
Para mais informações: http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=18&iId=157&iAreaFirstAccess=1#iItem_157
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December 3 2009, 3:21am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
O Forum Cidadãos "Europa no Mundo" terá lugar dia 10 de Dezembro na Faculdade de Direito
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091203
Para mais informações: http://www.ceis20.uc.pt/ceis20/site/index.php?target=showContent&id=368&id_lingua=1
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December 3 2009, 2:34am | Comments »
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Gráfico interactivo: números da web social projectados ao segundo
http://diario2.com/grafico-interactivo-numeros-da-web-social-projectados-ao-segundo-3716
Gary Hayes decidiu fazer um contador notável: números projectados da utilização dos social media. O gráfico interactivo, em formato de widget para ser usado por qualquer publicação web (e embebido mais abaixo) parte de números concretos. Eis alguns deles: * 20 horas de video enviadas por minuto para o YouTube (fonte YouTube blog Agosto 09) * Twitter tem 18 milhões de novos utilizadores por ano e 4 milhões de tweets enviados por dia (fonte TechCrunch Abril 09) * 900.000 posts publicados por dia em blogs (fonte Technorati State of the Blogosphere 2008) * mil milhões de visualizações diárias no YouTube Garys Social Media Count
December 3 2009, 2:30am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... pauloquerido.net
Quais são as vantagens e desvantagens das novas tecnologias para o jornalismo?
“…Sou aluna do 3º ano de Ciências da Comunicação da UTAD. Esttou a fazer um trabalho sobre jornalismo, seria possível responder-me a algumas perguntas?” Como vê o jornalismo de hoje? Com alguma preocupação. O jornalismo está numa fase negativa, descaracterizado, sem uma boa imagem de si mesmo. A forma como as empresas de jornalismo têm reagido em função das mudanças na distribuição e no consumo leva os profissionais à desorientação — quando não mesmo a abandonarem o barco. Quais acha que são as vantagens e desvantagens das novas tecnologias para o jornalismo? Não vejo desvantagens directas para o jornalismo. Só indirectas, na medida em que o reforço do poder editorial e retransmissor do indivíduo, a par da ausência de geografia, aniquila o anterior negócio de transporte das notícias, que permitia pagar os salários dos jornalistas. Será necessário encontrar modos alternativos de financiar a actividade. Vantagens, vejo muitas. As tecnologias são (podem ser, quando usadas nesse sentido) ajudas importantes para melhorar a eficácia da recolha de informação, do seu processamento e ainda da sua distribuição. Qual a importância das redes sociais como Twitter, Facebook, etc? As redes sociais são importantes na medida em que as pessoas estão lá. É lá que se concentra, hoje, uma enorme quantidade de olhos, de atenção. Além de serem, elas próprias, objecto de notícia, as redes sociais são uma plataforma de acção (na recolha como na difusão) e de relacionamento (conquista e manutenção de audiências). O que mudaria na forma como o jornalismo é feito hoje em dia? Eu? Nada ;) Nunca me passou pela cabeça ser capaz de mudar um processo global e tão plural como o jornalismo. Sei que o jornalismo precisa encontrar o seu caminho na rede, na Internet. Esse caminho passa por tomar a tarefa de dirigir a narrativa da realidade (cf. http://pauloquerido.pt/media/3437) . Mas também passa pelo data journalism (compilar e processar grandes quantidades de informação de interesse público), pelo link journalism (linkar as melhores reportagens e notícias, sejam de quem forem, e não as reproduzir usando a própria marca, reservada para as investigações originais, próprias), pela Reportagem Assistida por Computador, e outras novidades permitidas pelo ecosistema reticular. E por uma relação aberta com as audiências e as tecnologias das redes.
December 3 2009, 1:01am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
A Cozinha é um Laboratório
http://dererummundi.blogspot.com/2009/12/cozinha-e-um-laboratorio.html
Informação recebida da editora Fonte da palavra sobre um livro que acaba de sair:Título: A Cozinha é um LaboratórioAutor: Margarida Guerreiro e Paulina MataPrefácio: Maria de Lurdes ModestoPreço: 14,00 €Com este livro gostaríamos de mostrar às pessoas que cozinham que a maior parte das directivas culinárias que têm recebido ao longo da vida têm uma razão – mas que também as há que não têm razão alguma. É importante questioná-las, tentar compreendê-las... As alterações que os alimentos sofrem durante os processos culinários têm justificações de base científica que a maior parte das pessoas desconhece. Daí que cada passo duma receita possa ser compreendido à luz de conhecimento científico. A cozinha é mesmo um laboratório! Compreender o que se passa quando preparamos um belo bife grelhado, com ovo a cavalo e acompanhado de batatas fritas pode não trazer grandes melhorias no resultado final, mas dá, por certo, algum prazer intelectual e faz-nos entender que as tais instruções são o resultado de um trabalho baseado no método da tentativa e erro levado cabo ao longo de anos e anos. Certamente já lhe disseram que a curiosidade matou o gato. Não vá nessa... Não tenha medo! Vamos decifrar conjuntamente alguns dos enigmas culinários que nos têm perseguido.
December 2 2009, 6:22pm | Comments »



