Para mais informações: http://www.museudaciencia.pt/index.php?iAction=Actividades&iArea=16&iId=143&iAreaFirstAccess=1#iItem_143
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Cultura Científica no Museu da Ciência, no âmbito da Semana da Ciência e Tecnologia, de 21 a 28 de Novembro
http://www.uc.pt/tomenota/20091117_2
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November 17 2009, 8:11am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Colóquio: Livro e Leitura entre os Jovens, dia 17 de Novembro no TAGV e dia 18 na Faculdade de Letras
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091117
Para mais informações: http://www.uc.pt/imprensa_uc/noticias/coloquio
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November 17 2009, 7:20am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
A Arte de Ouvir
http://terrear.blogspot.com/2009/11/arte-de-ouvir.html
(para que este blogue se não transforme num repositório excessivamente científico) Lembro-me do livro de contabilidade do meu pai. Ao lado esquerdo ficava a página do “Deve”, onde ele anotava os pagamentos feitos, dinheiro que não era mais seu. Ao lado direito estava a página do “Haver”, onde se registravam as “entradas”, sua pequena riqueza. Na alma também se encontra um livro de contabilidade. Tanto assim que o Vinícius escreveu um poema com o título “O Haver”. Ele já estava velho e fazia um balanço final do que restara. “Resta”: é assim que cada verso se inicia. “Resta essa intimidade perfeita com o silêncio… Resta esse sentimento de infância subitamente desentranhado… Resta essa vontade de chorar diante da beleza.. Resta essa comunhão com os sons…. Resta essa súbita alegria ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem história…”Quem diria que o som de passos na madrugada poderia ser parte da herança de felicidade um poeta! Os poetas são seres muito estranhos. Ficam felizes com nada. A poesia se faz com nadas…Bem disse o Manoel de Barros: “Todas as coisas cujos valores podem ser disputados no cuspe à distância servem para poesia. As coisas que não servem para nada têm grande importância”… Fernando Pessoa sofria da mesma peculiaridade auditiva do Vinícius. Lembro-me de um verso seu que não consegui encontrar, que é mais ou menos assim: “Por esse barulho do vento nos meus ouvidos valeu a pena eu ter nascido”. Se o verso não foi dele fica sendo meu porque eu já tive a mesma experiência várias vezes. Caminhando sozinho no silêncio das árvores o vento me sussurra segredos de felicidades: “Assim a brisa nos ramos diz sem o saber uma imprecisa coisa feliz…” (Fernando Pessoa ).Ouvir os sons do mundo é uma felicidade que somente os artistas recebem por nascimento. Os outros têm de aprender. Para isso há de haver os mestres da escuta. Como John Cage que compôs uma curiosa peça para piano. É assim: o pianista faz precisamente o que fazem todos os pianistas. Entra no palco, encaminha-se para o piano, assenta-se, regula a distância do banco, concentra-se – e não faz o que todo pianista faz. Ele não toca! Não, não! Não está certo! Eu errei! O pianista toca sim. Ao piano ele executa o silêncio. O piano toca uma grande pausa! Cage faz o piano tocar silêncio para que se ouçam os delicados sons do mundo que não seriam ouvidos se o piano tocasse: as batidas do coração, a respiração, o ranger de uma cadeira, uma tosse, um sussurro… “Há quem não ouça até que lhe cortem as orelhas”, disse Lichtenberg. O não fazer é a forma suprema de fazer, afirma a filosofia Tao. Fazer nada é estar à espera. Por isso se aconselha meditação, que nada tem a ver com a meditação ocidental. A meditação ocidental é falar baixo os próprios pensamentos de uma forma metódica. O piano toca. Mas a meditação oriental é silenciar os próprios pensamentos para que os sons do mundo possam ser ouvidos. O piano não toca. Pra que serve isso? Pra nada. Não é ferramenta. Não tem utilidade. É coisa da caixa de brinquedos. Só dá felicidade.O mundo está cheio de música. Há os sons que não existem mais, que estão perdidos na memória. Meu amigo Severino Antônio, poeta de voz mansa, sugeriu aos seus alunos que um passo primeiro para a poesia seria chamar do esquecimento os sons que um dia ouviram e que não se ouvem mais. A música do realejo, o canto do carro de bois, o apito das fábricas, das locomotivas, o “din-din” dos bondes, o canto dos galos, o repicar fúnebre dos sinos, o crepitar do fogo nos fogões de lenha, a gaita do sorveteiro, a buzina das charretes… Parece que a poesia fica guardada nos sons que não mais se ouvem. Há também os sons da cidade, os gritos dos vendedores, o vozerio nas feiras, a algazarra das crianças ao sair das escolas, os bate-estacas das construtoras, o canto dos pardais, os rádios ligados dos trabalhadores, o latido ardido dos poodles… E há os sons da natureza: o assobio do vento, o barulho da chuva, os mantras das cachoeiras, o canto dos pássaros, dos sapos, dos grilos ( tantos hai-kais sobre os grilos…), dos galos, o barulho das ondas…“Todo homem – até mesmo o rico – é poeta entre os quinze e os vinte anos. A nova educação deverá fazer do homem um poeta em todas as idades, sem que lhe seja necessário escrever versos. Viver a poesia é muito mais necessário e importante do que escrevê-la” – assim disse Murilo Mendes. Poesia é música. A primeira poesia que se ouve é uma canção de ninar. Depois, é a música do mundo…“Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram”, escreveu Cummings. Acordar os ouvidos! Não me consta que essa tarefa tenha sido jamais mencionada em tratados sobre a educação. É compreensível. Para isso os professores teriam que ser artistas, pianos que não tocam nada e que só fazem ouvir. Quando isso acontecer, quem sabe, os nossos jovens aprenderão a identificar o canto dos pássaros e ficarão subitamente alegres “ao ouvir na madrugada passos que se perdem sem memória…”Rubem Alves
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November 17 2009, 5:39am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
O LIVRO E A LEITURA ENTRE OS JOVENS
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/o-livro-e-leitura-entre-os-jovens.html
Hoje começa em Coimbra um colóquio com o título que está em cima. Publicamos sobre ele um artigo do organizador do Colóquio, João Gouveia Monteiro, que saiu antes no "Diário de Coimbra":Escrevi há tempos uma crónica intitulada “O Elogio da Leitura”. O objectivo era chamar a atenção para a perda de hábitos de leitura convencional regular entre os jovens. Com consequências nefastas em termos da sua expressão escrita e oral. Esta crónica suscitou diversos comentários e por isso regresso ao tema.Não nego que os nossos jovens não leiam mais. Por exemplo, é seguro que lêem muito mais periódicos. E também lêem muito mais em suporte informático. O que eu digo é que eles, em média, lêem pior, que há uma clara infantilização da leitura. E a prova é que a sua capacidade de expressão por escrito se está a degradar fortemente. Pelo menos entre os jovens que frequentam a Faculdade de Letras, disso não tenho a menor dúvida. E se é assim em Letras…Reconheço que hoje os nossos adolescentes têm capacidades de diversa natureza que superam em muito as da minha geração. Por exemplo, do ponto de vista técnico, do manejo de equipamentos electrónicos essenciais para a satisfação de múltiplas necessidades. Isso é verdade. Mas devemos por isso desvalorizar a degradação de um domínio tão estruturante quanto é a capacidade de expressão oral e escrita? Em que profissão é que isso não lhes será essencial? Em que medida é que a própria formação humanística do indivíduo, do cidadão, não se ressente da perda de qualidade nessas duas vertentes nucleares? A questão é muito complexa e não se resolve com receitas simples. Tem decerto que ver com o panorama da escola pública. E com o aumento de ofertas muito apetecíveis, que vendem aos nossos jovens muito prazer por pouco esforço. A própria forma como hoje a maioria das famílias encara a utilização da televisão ajuda a distorcer as prioridades: a caixa que mudou o Mundo, e que podia ser um instrumento extraordinário de elevação do nível cultural dos cidadãos, é quase sempre um factor de alienação. Entre novelas de baixa qualidade, jogos de futebol em catadupa e programas de informação convertidos em reality shows, a hipotermia cultural é certa. Mas poucos são os que resistem a um zapping sem rumo e oferecem aos filhos um bom livro, um bom programa gravado ou um bom filme. E, no entanto, é seguro que, nestas alternativas, existiria muita matéria para seduzir pela positiva e para instruir sem bocejo os nossos jovens. Uma outra alternativa consistiria em instituir em casa, com os atractivos que se revelassem razoáveis, uma espécie de Plano Paternal de Leitura, paralelo ao Plano Nacional de Leitura. Seria tão bom que livros como O Principezinho, Mobby Dick, Emílio e os Detectives, O Meu Pé de Laranja Lima ou, noutro género, os Contos de Hans Christian Andersen ou O Mundo de Sofia, entre muitos outros, não faltassem na formação literária, cultural e afectiva dos nossos meninos.Estou convicto disto e vou defendê-lo no Colóquio sobre o Livro e a Leitura entre os Jovens que a Imprensa da U.C., a Direcção-Geral da AAC e a Biblioteca Geral vão promover este Novembro, no TAGV (dia 17 às 17h00) e na Faculdade de Letras (dia 18 às 14h30). Quero ver os nossos escritores, jornalistas, editores, responsáveis culturais, professores, os nossos jovens, porem o dedo numa chaga que alastra perigosamente. João Gouveia Monteiro.
November 17 2009, 5:38am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
VEM AÍ O FIM DO MUNDO? TALVEZ MAS NÃO EM 2012
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/vem-ai-o-fim-do-mundo-talvez-mas-nao-em.html
Terça-feira é o dia das páginas de ciência do "New York Times", que muitos consideram o melhor jornal do mundo (e cujos artigos o jornal "I" por vezes traduz). Hoje vale a pena ler o artigo do jornalista e escritor de ciência Dennis Overbye sobre o fim do mundo: aqui.
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November 17 2009, 4:36am | Comments »
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HUMOR - FIM DO MUNDO 3
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/humor-fim-do-mundo-3.html
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November 17 2009, 2:26am | Comments »
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HUMOR - FIM DO MUNDO 2
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/humor-fim-do-mundo-2.html
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November 17 2009, 2:25am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
HUMOR - FIM DO MUNDO 1
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/humor-fim-do-mundo-1.html
November 17 2009, 2:24am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
Vida no universo: uma inevitabilidade cósmica?
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/vida-no-universo-uma-inevitabilidade.html
Informação recebida da Fábrica Ciência Viva de Aveiro:ASTRONOMIAS – Ciclo de palestrasVida no universo: uma inevitabilidade cósmica?20 Novembro 2009 l 6ª feira l 21h30-22h30Francisco CarrapiçoUniversidade de Lisboa, Faculdade de Ciências, Departamento de Biologia Vegetal, Centro de Biologia Ambiental, Lisboa (fcarrapico@fc.ul.pt)Estamos sós no universo? A busca insistente duma resposta para esta pergunta tem inquietado o Homem desde os primórdios da humanidade. Ao contemplar o firmamento numa noite sem nuvens, o Homem inevitavelmente sentiu que estava perante algo que o transcendia e que obrigatoriamente tinha uma componente divina. O nosso conhecimento e mentalidade evoluíram, mas o fascínio pelo desconhecido continua bem vivo quando olhamos para o céu numa noite estrelada. Onde anteriormente víamos deuses e deusas, hoje vemos galáxias, estrelas e planetas, mas continuamos sem uma resposta coerente para a ancestral questão da existência, ou não, de vida no universo.Será, de facto, a Terra o único corpo celeste a conter organismos vivos no universo? A visão antropocêntrica da vida no cosmos tem sido expressa em numerosos ritos sociais e religiosos que estabelecem a ligação estreita entre o Homem e o seu eventual criador divino. Todos os livros sagrados das principais religiões que existiram e existem, defenderam ou defendem esse primado. O homem e a mulher, bem como todos os outros organismos vivos do nosso planeta seriam os únicos seres que habitariam o cosmos.Mas será de facto assim? A resposta pode ser encontrada através da investigação efectuada e em curso no domínio da Astrobiologia. Esta ciência pode ser definida como um novo campo multi e transdisciplinar do conhecimento dedicado ao estudo da origem, evolução e distribuição da vida no universo e, por consequência, no nosso planeta. Neste sentido, estes estudos deverão ser considerados como elementos reguladores da nossa própria dimensão no universo, com as inevitáveis consequências na maneira como o Homem se posiciona no complexo sistema cosmológico de que faz parte e naturalmente na relação que estabelece com a Terra e com todas as comunidades biológicas que a povoam.Nota: a entrada é gratuita. Aos pais que venham com filhos propomos que, enquanto decorre a palestra, estes possam realizar outra actividade que decorra na Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro.contactos 234 427 053 ou fabrica.cienciaviva@ua.pt
November 17 2009, 2:04am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
CRÍTICA DO NACIONALISMO ECONÓMICO
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/critica-do-nacionalismo-economico.html
Informação recebida da Antígona sobre um novo livro:CRÍTICA DO NACIONALISMO ECONÓMICOKarl MarxTradução de José Miranda JustoPrefácio de José NevesNovidade Novembro 2009141 pp | pvp €14,00 | ISBN 978-972-608-208-8Este volume inclui dois textos de Karl Marx: o primeiro é um dos seus escritos menos conhecidos, redigido em 1845, e, em rigor, não é mais do que um esboço de uma recensão crítica à obra O Sistema Nacional da Economia Política, volumoso livro da autoria de Friedrich List, publicado na Alemanha em 1841, e que rapidamente alcançou sucesso editorial a nível internacional.O segundo texto é o discurso proferido por Marx em Janeiro de 1848, «Discurso Sobre a Questão do Comércio Livre». Aqui, Marx procura desmontar o argumento de acordo com o qual o comércio livre, na medida em que aumentaria os salários e diminuiria o preço do pão, beneficiaria o partido dos trabalhadores. De acordo com Marx, em qualquer dos casos – proteccionismo ou comércio livre –, a liberdade era entendida como a liberdade de um explorar um outro, a liberdade de um país explorar um outro país ou de uma classe explorar uma outra classe, uma ideia já veiculada no primeiro texto.No início do século XXI, é digno de atenção o regresso a um Marx que censura o proteccionismo com tanto ou maior empenho do que o que empresta à crítica do comércio livre.Imagem: from Die Brennessel, http://www.calvin.edu/academic/cas/gpa/brenn1.htmCaption: "A Scene from the 'Good Old Days.'"The claim is that Marxism was leading German workers to their destruction before Hitler's takeover.(23 January 1934)
November 17 2009, 1:53am | Comments »



