Para mais informações: https://woc.uc.pt/darq/event/dataEvent.do?elementId=188
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Colóquios de Outono: Repensar a Antropologia e Arquitectura, 23 e 24 de Novembro no Auditório da Universidade
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091116_5
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November 16 2009, 3:44pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Formação Avançada na UCP
http://terrear.blogspot.com/2009/11/formacao-avancada-na-ucp.html
Candidaturas de 16 a 27 de NOVEMBRO - LISBOA Ficha de Inscrição:http://www.porto.ucp.pt/fep/pg_ce_lx/Anote-se que esta oferta formativa permitirá equivalência ao primeiro ano de Mestrado nas mesmas áreas e que os candidatos aprovados poderão transitar para um segundo ano de preparação da Dissertação.Os depoimentos dos professores que estão a concluir a 1ª edição de um dos Cursos (SPAD) são a evidência da mais valia desta oportunidade.Do corpo docente destaque para António FonsecaGlória RamalhoJoaquim AzevedoJosé Afonso BaptistaJosé LagartoJosé Matias AlvesMaria do Céu RoldãoRodrigo Queiroz e MeloVítor AlaizAs inscrições são limitadas e ordenadas por análise curricular.
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November 16 2009, 3:24pm | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
A Rede UC já está no Facebook. Descubra esta nova forma de ligação entre a Universidade de Coimbra e os seus Antigos Estudantes
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091116_3
Para mais informações: http://www.facebook.com/pages/________________________/Rede-UC/196488884941?v=wall.
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November 16 2009, 8:31am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
1759-2009 - Os Jesuítas e Portugal (História e Cripto-História), dia 17 de Novembro na Faculdade de Letras
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091116_2
Para mais informações: http://www.uc.pt/fluc/noticias/os_jesuitas_e_portugal
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November 16 2009, 8:24am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Semana da Ciência e da Tecnologia, de 21 a 27 de Novembro no Centro de Neurociências e Biologia Celular
http://www.uc.pt/tomenota/2009/20091116
Para mais informações: http://www.cnbc.pt/documentos/documento_show.asp?IdDoc=12
November 16 2009, 8:19am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... dererummundi.blogspot.com
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/polemica-e-razoes-com-e-sem-razao-nossa.html
A polémica e razões com e sem razão “A nossa vida é aquilo que os nossos pensamentos fizeram dela” (Marco Aurélio, 121-180). Razão teve Goeth: “Qualquer ideia proferida desperta outra ideia contrária”. Julgo residir aqui reside a semente deitada à terra da polémica nem sempre bem sucedida quando em húmus de teimosia por não ser “possível discutir com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos”, em citação de Karl Popper.Não quero com isto dizer, por experiência de vida, que a polémica seja sempre um campo de peleja de bons costumes e discussões bem intencionadas em que o manejo destro e elegante do florete deve substituir os golpes violentos e desajeitados da espada que chegou a ser a arma de séculos passados para sustentar argumentos em que a força da razão deixava cair o lábaro aos pés da razão da força. E de que dois vultos maiores da nossa literatura foram protagonistas, Antero de Quental e Ramalho Ortigão na “Questão Coimbrã”.A própria definição de polémica , “herdada da arte da guerra” (Vitorino Nemésio) nos diz da belicosidade que lhe está subjacente: “Polémico (a) adj. (do grego ‘polémicos’, belicoso, derivado de ‘polemos’, guerra)” – António de Morais Silva, Dicionário da Língua Portuguesa. Mas para que não paire a sombra pesada de eu mais não ter feito que tornar-me refém de um hábito que, quase diria, estar-me na massa do sangue, confesso, com o “segredo” de uma confissão pública, que mais não fiz do que ser eu próprio no perfil que de mim próprio traço (embora saiba do perigo em ser observador e observado, em simultâneo) como aprendiz dessa difícil arte. E por que o fiz e o faço ainda? Porque entendo pessoalmente que o refúgio na tibieza do nosso silêncio, em conceito colhido e adaptado de Sophia de Mello Breyner, “equivale a deixar crer que se não julga e que nada se deseja e, em certos casos, isso equivale, com efeito, a não se desejar coisa alguma”,Em observância a Fialho - “a luta é legítima; eu não respeito as suas ideias, respeito-o a si” -, na polémica fui entusiasta na argumentação, firme nas convicções, retumbante no grito de revolta que levei à planície calma dos indiferentes ou ao palácio ardiloso dos poderosos sem, jamais, esquecer no adversário a pessoa a respeitar. Discuti ideias, contradisse opiniões, mas nunca procurei desabonos desnecessários nos homens que entendi falhos ou diminuídos de razão.Mas porque vivi em época madrasta da vigência da censura ( e mesmo hoje numa liberdade de expressão condicionada pelo medo da ameaça de processos judiciais mesmo que a razão nos faça companhia), sempre que defendi acalorados pontos de vista em letra impressa, sofri ameaças, veladas ou à luz do descaro público. Outras vezes, pedi a exoneração de cargos por me não curvar à vontade de vizires ou, à boa maneira camiliana, “não respeitar os tolos”.Merecedor de benevolência pública, me entendo! Mesmo quando cruzei ferros, empunhando na mão o verbo ou a pena (e, recentemente, o teclado do computador mesmo sem a preocupação em ser moderno por ser a única coisa que não podemos evitar, segundo Salvador Dali), em desatino de que me penitencio numa idade em que não deve ser desculpado o moço ardor por causas que nos arrebatam em entusiasmo juvenil despropositado.Quis sempre caminhar na vida com o arrimo que busquei, quantas vezes, em esforçada e vã busca daquilo que eu tinha como verdade! Hoje órfão da utopia de a ter como minha, desapossado de certezas, reverencio Ortega Y Gasset quando nos diz que “a verdade, do ponto de vista da verdadeira cultura, não é o mais importante de decidir; cultura é, frente ao dogma, discussão permanente”.António Gedeão, perante a teimosia dos que só vêem aquilo que querem ver, ainda que chamados à realidade por um humilde e dedicado Sancho Pança, legou-nos estes versos de difícil subtracção para as nossas teimosas maneiras e conveniências de torcermos as questões : “Onde Sancho vê moinhos / D. Quixote vê gigantes. / Vê moinhos? São moinhos. / Vê gigantes? São gigantes”.Hoje, e cada vez mais, interiorizo em mim, a razão que assiste ao axioma de que “quem feio ama bonito lhe parece”, bem presente em D. Quixote ao transmutar uma feiosa Aldonsa numa formosa Dulcineia. E se a ilusão do sentido da visão nos pode enganar, mais nos pode enganar o sentimento de termos razão mesmo quando não temos razão nenhuma. Mas, muito raramente, a vaidade tem a humildade em o reconhecer!
November 16 2009, 3:47am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... terrear.blogspot.com
Parar com a cegueira, destruir a lógica da soma negativa
http://terrear.blogspot.com/2009/11/parar-com-cegueira-destruir-logica-da.html
Texto de Joaquim Azevedo:Estive em Trancoso, na sexta-feira passada, para celebrar com a comunidade escolar da Escola Profissional de Trancoso os vinte anos da celebração e homologação do contrato-programa que criou esta escola, justamente no dia 13 de Novembro de 1989. Foi um momento particularmente agradável, em que recordamos boas memórias e o muito trabalho realizado em conjunto, entre muitos e bons parceiros locais e os serviços do Ministério da Educação. Esta escola nasceu inflamada pelo entusiasmo de promover o bem comum na comunidade local, pela mão de quatro instituições locais, talvez as mais activas há vinte anos, cresceu contra o vento (que ali sopra muito forte e desabrigado), hoje tem mais de trezentos alunos e um bonito edifício, que dorme junto à velha muralha, num colorido de tijolo que namora o escuro granito que o tempo docemente endureceu.Mas tinha de aparecer o momento da quebra do entusiasmo, como que uma fatalidade que surge sempre que se celebra um avanço social neste país. Percebi, pelo que disseram os responsáveis da Escola, nas suas intervenções públicas e privadas, que esta Escola acolhe jovens de vários concelhos da Guarda e ainda outros de Concelhos de Viseu e de Bragança. E que a Escola corre o risco de perder a sua procura e definhar, pois está a ser remetida para o modelo de uma escola meramente concelhia, em termos de raio da sua acção, ao mesmo tempo que se estão a abrir agora cursos profissionais em escolas secundárias, em concelhos limítrofes, em áreas idênticas e em escolas estas que muito poucas condições reúnem para criar esta oferta. Importa parar para pensar. Disse para comigo: isto não pode(ria) ser verdade! O Ministério da Educação tutela os dois tipos de escolas e ordena o que é entendido como sendo as “duas redes” de cursos de nível secundário. Os serviços regionais do ME conhecem melhor que os centrais aquilo que estão a fazer e as consequências daquilo que estão a fazer. Não tem havido encontros inter-concelhios, a rede de nível secundário não é pensada em conjunto, articuladamente, explorando complementaridades, na procura de boas taxas de procura e de mais sucesso escolar. Até quando se persiste neste erro? Não há “duas redes”, há o mesmo ME e a mesma rede de “serviço público de educação”, neste caso de ensino de nível secundário. A principal pergunta que deve presidir a todo o planeamento da rede escolar de nível secundário será sempre: que condições temos de criar, em qualquer local do país, o Estado, o sector solidário e as instituições privadas, para acolher todos os jovens que terminam o ensino básico, proporcionando-lhes percursos que os possam conduzir a uma formação de qualidade e a um bom clima de realização pessoal e elevados níveis de desempenho escolar? A resposta não pode ser esta: primeiro, nem sequer dialogar nem provocar o diálogo entre os principais actores locais (o sistema ditatorial deixou marcas muito profundas na actuação da administração pública!); segundo, sobrepor ofertas, retirando o “tapete” a escolas (sejam estatais ou privadas ou do terceiro sector) que construíram os seus percursos com imensas dificuldades, criaram o seu corpo docente, construíram instalações, apetrecharam-se com equipamentos e edificaram sólidas relações com as comunidades locais (o desrespeito é confrangedor, a resignação dos actores locais também, o medo das represálias da administração ainda mais o é!); terceiro, não aproveitar todas as riquezas existentes para andar para diante e criar ainda melhores possibilidades de desenvolver respostas educativas para todos os jovens, entre os 16 e os 18 anos (agora incluídos também na dita “escolaridade obrigatória”). Somos um país rico, que esbanja recursos de um modo que arrepia, e de tal modo o faz que caminha, ano após ano, para uma pobreza crescente que vai oprimir o quotidiano das próximas gerações. Não posso calar o que vejo e pressinto e que tanto compromete o presente e o futuro do nosso país. E não colhem argumentos como o de que as escolas secundárias também têm direito (e até têm o dever, digo eu) de oferecer cursos profissionais (e até outras ofertas mais flexíveis, quando quiserem mesmo criar oportunidades educativas de qualidade para todos os jovens). Todas as instituições que podem contribuir para que estas oportunidades educativas sejam criadas para todos os jovens portugueses, sem qualqur excepção, devem ser chamadas a intervir no “serviço público de educação”, através de processos participados, do envolvimento social e do debate no espaço público. Sejam elas privadas, estatais ou do terceiro sector. Mais, melhor será que o sejam, na sua mais variada expressão social e organizacional, pois é em grande parte da capacidade de juntar estes sectores da sociedade portuguesa que as respostas podem vir, de facto, a melhorar de qualidade. Como também não colhe o argumento de que é a DRE ou é o ME que “obrigam” a fazer assim. Muitas vezes este argumento funciona como uma boa desculpa! Mas, se for esse o caso, temos de desobedecer, com inteligência e elegância, com participação e reconhecimento, no espaço público e não em negociatas e trocas de favores e influências, com propostas construtivas, com responsabilidade social, com maioridade cívica, com muito empenho e sentido de convocação e com a união dos esforços de todos os interessados. Por favor, não destruam a pouca e tão ténue riqueza que já existe no país, em todos os sectores. Aproveitem tudo e somem as partes. Juntos podemos fazer muito mais do que de costas voltadas ou a caminhar em paralelo. O resultado será sempre maior do que a soma das partes envolvidas. Quem tem responsabilidades de regulação que as assuma, aos diversos níveis, que participe e convoque à participação, que apresente soluções e não apenas problemas, que congregue e estimule, pois precisamos de muito mais actos democráticos para sobrevivermos como democracia. Temos de resistir e combater estas loucuras que crescem diante dos nossos olhos. Amanhã será sempre tarde. Joaquim Azevedo15 de Novembro de 2009
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November 16 2009, 2:52am | Comments »
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Classica Digitalia - 8.º Volume da série Humanitas Supplementum
http://dererummundi.blogspot.com/2009/11/classica-digitalia-8-volume-da-serie.html
Os Classica Digitalia acabam de editar mais um volume (o sexto da série Humanitas Supplementum), que reúne desta vez grande parte das comunicações apresentadas durante o evento Eighth International Conference of the International Plutarch Society - IPS (Coimbra, 23 a 27 de Setembro de 2008), altura em que a Direcção da IPS passou a ser assegurada pela Universidade de Oxford.O volume reúne quase meia centena de contributos apresentados por conferencistas provindos de 36 universidades e de 12 países diferentes da Europa e da América.Como é prática dos Classica Digitalia, o e-book é disponibilizado em livre acesso e o descarregamento é gratuito aqui. A versão em volume tradicional impresso encontra-se também disponível (PVP: 40 Euros).Referência da publicação: José Ribeiro Ferreira, Delfim Leão, Manuel Tröster & Paula Barata Dias (eds): Symposion and Philanthropia in Plutarch (Coimbra, CECH/Classica Digitalia, 2009). 573 p.)
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November 16 2009, 2:27am | Comments »
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Os Resultados Escolares e o Efeito Escola
http://terrear.blogspot.com/2009/11/os-resultados-escolares-e-o-efeito.html
Um estudo. Aqui.
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November 15 2009, 1:40pm | Comments »
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Liderança, gestão e desenvolvimento
http://terrear.blogspot.com/2009/11/lideranca-gestao-e-desenvolvimento.html
Leadership and Management Development in EducationTony BushUma sinopse de um livro a ler.
November 15 2009, 1:26pm | Comments »

