Novo texto de João Boavida, antes publicado no diário As Beiras, sobre essa obsessão autárquica, mas não só, de cortar árvores de todos os tamanhos e tipos, e em todo o lado, cidade, aldeia, campo...À custa de não sermos capazes de fazer algo de válido, criamos frustrações em cadeia e por isso odiamos e tentamos destruir tudo o que nos faz sombra. Desde logo, obviamente, as árvores. Seres indefesos, que não respondem na mesma moeda, silenciosos, humildes ou magníficos na sua nobreza, que nos protegem, nos educam na beleza, nos repousam o olhar, nos refrescam, nos limpam o peito, nos dão quase tudo o que têm. Mas que nos fazem sombra. E por isso nos incomodam. Ou incomodam muitos, os que só gostam da própria sombra. Ou até mais da sua sombra do que de si próprios.Não encontro outra razão para a facilidade, o à vontade, a energia e o desembaraço com que se deitam abaixo, se abatem árvores que não fazem mal a ninguém. E mais, que fazem bem a imensa gente sem pedir quase nada, ou mesmo nada, durante anos e anos, gerações e gerações. Às vezes séculos. E até milénios.É fatal: não somos capazes de fazer obra de alguma envergadura - e às vezes de nenhuma - que não tenhamos que “limpar” antes o terreno levando à frente quantas árvores houver. Com frequência acabamos por não fazer lá nada, mas ao menos deixámos o terreno “limpo”. E a nossa obra fica por aí. Outras vezes tratamos tão mal as árvores, desprezamo-las de tal modo que elas entram em stress, dizem. Fazemos-lhe golpes irremediáveis para amores efémeros, furos definitivos para cartazes de um dia, garrotes assassinos para propaganda política inútil, e muitas outras ofensas por coisas de nada. Fazemos-lhe tantas que elas adoecem. Anos e anos a tratá-las sem cuidado, ou não as tratar, vidas inteiras sem pensar nelas, ou a brutalizá-las. E elas em silêncio. Segundo parece gemem, mas ninguém as ouve. Deviam responder na mesma moeda, mas não são capazes. E às tantas adoecem. E lá vem a ansiada necessidade de as abater. E então ficamos muito satisfeitos porque encontramos motivos suficientes para fazer aquilo que melhor fazemos, que é abater quem está indefeso.Cortam-se em todo o lado, por muitas razões. Todas as razões são boas para o abatopata. Construir qualquer coisa é um bom motivo. Mas nem é preciso. Basta andar a arranjar uma casa, construir um armazém, uma garagem, até uma escola. Fazer uns acrescentos a uma escola respeitável, uns arranjos importantes, é certo, e logo se arranjam boas razões para abater uns tantos cedros. Com muitos anos e bom porte, belos, bem alinhados, embora desprezados. E que tinham dignidade. Por que razão uma obra de remodelação precisa do sangue sacrificial de árvores que não incomodavam as obras nem os que as faziam?
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Os abatopatas
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July 17 2010, 12:49pm | Comments »
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A impossibilidade de criticar
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Como saberão os leitores, em 2005 realizaram-se pela primeira vez exames nacionais de Matemática no final do 9.º ano de escolaridade, cujos resultados foram devastadores: numa escala de um a cinco, apenas 24 896 (cerca de 29%), dos 84 980 alunos, conseguiram situar-se no nível três ou acima dele.Estes resultados não destoaram dos obtidos pelos alunos portugueses no Program for International Student Assessment (PISA) de 2003, dedicado à Literacia Matemática, no qual se situaram muito abaixo da média dos 41 países participantes e longe, muito longe, dos que obtiveram melhores resultados (Finlândia, China, Coreia).Tratando-se de indicadores credíveis, em 2006, a Ministra da Educação da altura tomou a decisão de levar a questão ao Parlamento, onde reconheceu abertamente que os alunos não estavam a adquirir as competências básicas em Matemática, e apelou às escolas para reflectirem sobre o estado do ensino e da aprendizagem e do que poderiam fazer para o transformar.Dessa reflexão emergiu o Plano de Acção da Matemática que, posteriormente, sofreu alterações quanto à sua abrangência, passando a ser designado por Plano da Matemática. Este inclui seis linhas de acção, cada uma delas consubstanciada num conjunto de medidas, num total de 15:1.ª Acção: Programa de Matemática: equipas para o sucesso: Medida 1: Elaboração de Planos de escola de combate ao insucesso na Matemática; Medida 2: Continuidade pedagógica das equipas de docentes nas escolas, que acompanharão os alunos ao longo de todo o ciclo. Só deste modo se pode dar coerência ao projecto de fixação dos docentes por 3 anos; Medida 3: Desenvolvimento, no âmbito do Plano a apresentarao Ministério da Educação, de projectos de trabalho conjunto entre os professores de Matemática e de Português; Medida 4: Equipamento das Escolas com Laboratórios da Matemática, através de financiamento à aquisição de materiais manipuláveis, meios informáticos, software específico e do apoio à organização destas actividades nas escolas. Este equipamento deve estar incluído nos planos de escola; Medida 5: Designação, por parte do Ministério da Educação, de um interlocutor privilegiado para acompanhar e estabelecer toda a ligação com cada escola envolvida no Projecto. Este interlocutor será nomeado de entre o conjunto de supervisores do Gave e, depois de colaborar com as escolas na elaboração do plano e com o Ministério da Educação na aprovação dos mesmos, acompanhará as escolas na implementação e monitorização do projecto.2.ª Acção: Promover a formação contínua em matemática para professores de todos os ciclos de Ensino do Básico e do Secundário: Medida 6: Continuação do Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores de 1.º Ciclo, iniciado no ano lectivo de 2005-06, em articulação com Instituições de Ensino Superior de forma a garantir o acompanhamento dos professores do 1.º Ciclo; Medida 7: Lançamento de um Programa de Formação Contínua em Matemática para Professores de 2.º Ciclo, também em articulação com Instituições de Ensino Superior a nível distrital; Medida 8: Apoio a Programas de Formação Contínua em Matemática para professores do 3º Ciclo e do Secundário;3.ª Acção: Novas condições de formação inicial de professores e de acesso à docência: Medida 9: Revisão das condições de formação inicial e acesso à docência, no sentido de garantir um reforço dos saberes da especialidade da docência nos planos de estudo e suprindo insuficiências que estão diagnosticadas no domínio da Matemática. Através destas orientações passará a ser exigido um número mínimo de créditos ECTS e a realização de um exame de acesso à docência.4.ª Acção: Proceder ao reajustamento e às especificações e ao reajustamento e às especificações programáticas para a Matemática em todo o ensino Básico: Medida 10: Reajustamento dos Programas de Matemática actualmente em vigor para os três ciclos do ensino básico, adoptando o Currículo Nacional do Ensino Básico como documento de referência; Medida 11: Definição, para o 1º Ciclo, de tempos mínimos para a leccionação das várias áreas curriculares, garantido um tempo de leccionação da Matemática compatível com o cumprimento dos programas e com a aquisição das competências definidas pelo Currículo Nacional do Ensino Básico.5.ª Acção: Criar um banco de recursos educativos para a Matemática. Medida 12: Compilação e divulgação na página do Gave de 1000 itens de exame para o exame de 9.º ano e de sugestões de trabalho, de forma a proporcionar uma maior familiaridade de professores e alunos com o tipo de exercícios proposto; Medida 13: Disponibilização de um portal de recursos educativos para a Matemática; Medida 14: Publicação de brochuras de apoio científico e pedagógico para professores para os vários ciclos do Ensino Básico.6.ª Acção: Proceder à avaliação nos manuais escolares de Matemática para o ensino Básico: Medida 15: Avaliação por peritos nacionais e internacionais dos manuais escolares de Matemática do 1.º ao 9.º ano do Ensino Básico.Ora, chegando este Plano ao fim da primeira fase, que estava prevista para um triénio, é natural que nos interroguemos acerca dos resultados da avaliação que tem sido feita, e dos dados importantes que tem, certamente, vindo a destacar. A procura que pessoalmente tenho feito dos relatórios redundou sempre em fracasso. O mesmo aconteceu ao jornal Expresso, que na sua edição de 3 de Julho (primeiro caderno, página 18), afirma o seguinte:"Não será no que respeita à avaliação do programa que o Plano da Matemática I poderá ser criticado. Ao longo dos seus três anos de vida, a comissão de acompanhamento produziu seis relatórios de avaliação intercalar (dois em cada ano lectivo), que foram, por sua vez, auditados externamente, e um documento final, entregue ao Ministério da Educação ainda em 2009. O problema é que é quase impossível conhecer as conclusões dessas avaliações. O Expresso pediu diversas vezes ao Ministério da Educação a divulgação do relatório final, mas sem sucesso. Nem tão pouco conseguiu uma explicação para o facto de o Ministério da Educação querer manter sigilo sobre o documento. O Expresso também não conseguiu saber qual o orçamento previsto para o Plano da Matemática II nem quanto foi efectivamente gasto no primeiro Plano."Como diz, e muito bem a jornalista Isabel Leiria, o desconhecimento do conteúdo dos documentos em causa, impedem um exercício intelectual de fundamental importância para o progresso do conhecimento e para a melhoria das práticas. Esse exercício é a crítica, a partir de informação disponível e de referênciais teóricos tidos por relevantes.
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July 17 2010, 5:00am | Comments »
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Las ratas chinas
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A veces es peor el remedio que la enfermedad. A veces se toman decisiones con la mejor intención y sucede que no sólo resultan inútiles sino que se convierten en contraproducentes. Damos por hecho que, por tener el buen deseo de haber hecho bien las cosas, los resultados van a ser los esperados. En todos los ámbitos de la vida, después de hacer un diagnóstico más o menos riguroso de la situación, tomamos decisiones que consideramos justas y racionales y que luego nos olvidamos de evaluar. Damos por hecho que el buen criterio o la buena voluntad resultarán suficientes. No siempre es así. Los hechos, que son muy tozudos, dicen luego si la decisión fue acertada o equivocada, eficaz o perniciosa. Por eso es necesario analizar, a corto y largo plazo, las consecuencias de las decisiones. Cuentan que en China se produjo una enorme invasión de ratas. La alarma se hizo mayor al saber que las ratas eran portadoras de una terrible epidemia. La proliferación fue tan grande que el gobierno decidió tomar cartas en el asunto y preparó rápidamente un decreto con la intención de acabar cuanto antes con la plaga. En él se anunció que se premiaría con una cantidad de dinero a todos los que se presentasen en el Ayuntamiento mostrando una rata muerta. Los empleados las recogerían y las quemarían para acabar con el problema. El dinero por cada rata muerta era tan abundante que las ratas, de entes amenazadores y repungantes, se convirtieron en bienes preciados, de manera que las personas las buscaban y las sacrificaban sin descanso. ¿Qué sucedió? Que los chinos descubrieron muy pronto que la cantidad de dinero percibida por las ratas capturadas y entregadas al Ayuntamiento era tan suculenta que decidieron dejar de plantar arroz y ponerse a criar ratas. El problema no se hizo esperar. Faltaban alimentos. Tenían mucho dinero, pero era un dinero que no les permitía satisfacer sus necesidades más perentorias. La medida parecía lógica, pero la realidad torció la intención del legislador. La pretensión de acabar con las ratas se convirtió en el principal modo de multiplicarlas. Si se hubiesen quedado tan tranquilos, sin ver cómo evolucionaba la realidad, hubieran sufrido graves consecuencias. Hay que estar atentos, pues, a la realidad. Hay que analizar qué es lo que puede cambiar la intención de quien decide. Intereses de otras personas se interponen, a veces, en la puesta en acción de una medida cargada de bondad y de lógica. Otras veces es la aparición de nuevas e inesperadas circunstancias lo que acaba pervirtiendo la voluntad benéfica de quien decide. Quizás, en algunas ocasiones, sea un malhadado azar. (Doy por supuesto en este caso que se ha hecho un diagnóstico riguroso y que se ha tomado la decisión de manera bienintencionada e inteligente. Ya sé que hay casos en que no es así). Me centraré en el campo educativo que es el que más me interesa y me preocupa. Y pondré algunos ejemplos tomados de manera escalonada, de lo más general a lo más particular. Pienso en las grandes reformas del sistema educativo. Algunas están inspiradas en la democratización, en la justicia y en la equidad. En definitiva, en el deseo de corregir, cuando no de eliminar, las desigualdades existentes. Pero luego viene la realidad con su pertinaz desarrollo de los hechos. Diversificar el currículo, por ejemplo, si no se pone dinero en la escuela pública, acabará dando más oportunidades a quien más oportunidades tiene ya en la escuela privada. Decía Papagiannis ya hace unos cuantos años que muchas reformas educativas que se emprenden para favorecer a los más desfavorecidos el sistema las acaba convirtiendo en reformas que favorecen a los más favorecidos. Hay que pensar. En algunos centros se ponen en funcionamiento medidas que pretenden eliminar los conflictos. Se instalan cámaras, se aumentan las amenazas, se endurecen los castigos. Y, a veces, lo que se consigue es que los alumnos aprendan a delinquir de manera más subrepticia, a extorsionar sin que les sorprendan, a molestar sin ser descubiertos. La escuela no es una institución coercitiva sino educativa y en ella se ha de tratar de enseñar respeto a la dignidad de las personas. ¿Qué sucederá cuando no tengan vigilancia, amenazas y castigos? Hay que pensar. El tercer nivel de concreción será un caso concreto. En una familia que conozco el hijo robó en la casa una determinada cantidad de euros. La orientadora de su centro supo de su boca que la finalidad era comprar un móvil porque no tenía amigos y pensaba que el móvil podría servirle de gancho. Los padres, desconocedores de la causa del robo, le habían prohibido las salidas durante todo el trimestre. De ese modo habían agudizado la crisis de soledad y la angustia por sus malas comunicaciones con los pares. Hay que pensar. La mecánica de las decisiones nos puede dejar encerrados en nuestra buena voluntad y en nuestro análisis preliminar. La carencia de dudas, la instalación en la certidumbre, el orgullo que nos conduce a pensar que no podemos equivocarnos, nos impide interrogarnos sobre las consecuencias de nuestras acciones. ¿Hasta cuándo ha de durar el seguimiento de las decisiones? No hay un plazo exacto porque depende de la naturaleza de la misma, de la edad de los destinatarios, de las características del contexto, del valor de la experiencia anterior. Pero sí se puede decir que no basta una preocupación por la reacción inmediata. Hay que darle tiempo al tiempo. Las prisas son malas consejeras. De la misma manera que los efectos deseados no aparecen, a veces, de forma inmediata, tampoco lo hacen los efectos perversos, que permanecen ocultos bajo diversas inofensivas apariencias. Hay que pensar.
July 16 2010, 11:00pm | Comments »
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HUMOR - COMPUTADORES 3
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O arco computacional.
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July 16 2010, 5:44pm | Comments »
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HUMOR - COMPUTADORES 2
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O ABC dos computadores.
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July 16 2010, 5:43pm | Comments »
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HUMOR - COMPUTADORES 1
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July 16 2010, 5:42pm | Comments »
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O BURACO NEGRO
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July 16 2010, 5:31pm | Comments »
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OS LIVROS DE JULHO DA GRADIVA
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/os-livros-de-julho-da-gradiva.html
Informação recebida da editora da Gradiva sobre novos livros disponíveis a disponíveis a 23 de Julho:Peter Carey, Parrot e Olivier na AméricaDo autor duas vezes premiado com o Booker, chega-nos uma improvisação sobre a vida de Alexis de Tocqueville, num retrato imensamente divertido da amizade impossível entre um amo e um criado. Esta serve de pretexto à exploração da aventura da democracia americana, na teoria e na prática, com uma inteligência e um espírito inventivo deslumbrantes. Um romance simultaneamente cómico e profundo, ideal para as suas férias.«Gradiva», nº 131, 488 pp., €25,00Tony Rothman, Tudo é Relativo e outras lendas da ciência e da tecnologiaFizeram-nos crer que Morse inventou o telégrafo, Bell inventou o telefone e Edison inventou a lâmpada, E se não fosse bem assim? Baseando-se a ciência em dados empíricos, é surpreendente descobrir como a sua história pode estar pejada de imprecisões e contrafacções. Neste livro lúdico e informativo, o físico Tony Rothman alia o talento de romancista ao rigor do cientista e propõe-se desmontar de vez mitos e crenças de séculos, atribuindo a César o que é de César. Imperdível.«Ciência Aberta», nº 184, 464 pp., € 18,50Cristina Albuquerque (coord.), Voar Sem Medo - Guia prático para voar confiante e descontraídoSe faz parte das 35 pessoas que em cada 100 têm medo de andar de avião, este livro é para si. Coordenado por uma especialista em aerofobia, com ampla experiência clínica no tratamento desta condição, e com contribuições das mais diversas áreas da aeronáutica, Voar Sem Medo é um livro claro e objectivo, que visa desmistificar as falsas ideias que provocam ou alimentam o receio de voar, e fornece ao leitor um conjunto de truques e sugestões que podem melhorar a ansiedade e fazê-lo encarar com maior naturalidade a sua viagem de negócios ou lazer.«Fora de Colecção», nº 333, 304 pp., €14,50
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July 16 2010, 4:59pm | Comments »
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TEORIA NAS BIOCIÊNCIAS
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Informação recebida do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa:O Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa tem a satisfação de dar a conhecer a publicação dos n.ºs 2 e 3 do vol.29 da revista Theory in Biosciences (da editora Springer) com o título Darwin evaluated by contemporary evolutionary and philosophical theories que reúne muitos dos textos apresentados num colóquio com o mesmo nome realizado pelo CFCUL em 23 e 24 de Abril de 2009 na FCUL e que tem por editores Nathalie Gontier, Francisco Carrapiço, Marco Pina, André Levy and Helena Abreu Nele se encontram os 17 artigos seguintes (pp.77-245): Darwin’s legacy Nathalie Gontier Playing Darwin. Part A. Experimental Evolution in Drosophila Margarida Matos Playing Darwin. Part B. 20 years of domestication in Drosophila subobscura Punctuated equilibrium in a neontological context Melanie J. Monroe and Folmer Bokma Punctuated equilibrium and species selection: what does it mean for one theory to suggest another? Derek Turner Saltational symbiosis Jan Sapp How symbiogenic is evolution? Francisco Carrapiço What is a species? Essences and generation John S. Wilkins New insights into molecular evolution: prospects from the Barcode of Life Initiative (BOLI) Filipe O. Costa and Gary R. Carvalho Pattern, process and the evolution of meaning: species and units of selection André Levy Evolutionary epistemology as a scientific method: a new look upon the units and levels of evolution debate Nathalie Gontier Computational evolution: taking liberties Luís Correia Human evolution and cognition Ian Tattersall Grammatical equivalents of Palaeolithic tools: a hypothesis Antonio B. Vieira Sensory exploitation and cultural transmission: the late emergence of iconic representations in human evolution Jan Verpooten and Mark Nelissen Language trees ≠ gene trees James Steele and Anne Kandler Taking evolution seriously in political science Orion Lewis and Sven Steinmo Os resumos e os conteúdos podem ser consultados em http://www.springerlink.com/content/h30434147v76/?sortorder=asc&p_o=0
July 16 2010, 4:58pm | Comments »
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GRUTAS NO VERÃO
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/grutas-no-verao.html
Informação recebida da Sociedade Portuguesa de Espeleologia (SPE):Com o apoio da Agência Ciência Viva a SPE organiza dez visitas geológicas a regiões cársicas num total de 62 sessões:- Grutas e nascentes do vale em canhão do Rio da Ota e de Alenquer;- Grutas da Praia da Adraga e Pedra d'Alvidrar, com a serra de Sintra à vista;- Passeio pela serra de Montejunto entre o Vale das Rosas e o anfiteatro de Pragança;- Grutas e Nascentes de Porto de Mós;- Do canhão da Caranguejeira, pelo menino do Lapedo, às fontes do rio Lis e ao Buraco Roto;- Da Arriba Fóssil da Serra dos Candeeiros às Grutas e Nascentes de Chiqueda;- As grutas que escondem as águas subterrâneas da Serra da Arrábida;- As nascentes dos rios Almonda e Alviela e a água que forma as grutas e os tufos calcários;- A Lapa da Ovelha, a Pincha de Minde e o Regatinho;- Do Olho da Mira à Pedra do Altar e às Ventas do Diabo;Consulte mais pormenores em http://www.spe.pt .
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July 16 2010, 4:56pm | Comments »






