Como é habitual, destacamos a crónica de sexta-feira de J.L. Pio Abreu no "Destak":Há quem o prefira à Lagareiro, mas é um prodígio da natureza. Tem olhos iguais aos nossos, pinta-se como nós e não tem coluna dorsal, como alguns de nós. Os machos morrem de amor e as fêmeas morrem pelos filhos. Parecidos connosco, se tivéssemos mais coragem. Têm um problema: às vezes são canibais. Mas os homens, além de às vezes também o serem, ainda fazem coisas piores. O polvo tem oito braços, pelo que toca em tudo. Algum humano que também o faça é logo acusado de polvo. Tem também um cérebro desenvolvido e uma inteligência que, sendo a maior dos moluscos, é comparável à dos primatas, ordem a que temos a honra de pertencer. Apesar de tudo, os humanos só respeitaram o polvo quando Paul, morador de um aquário em Oberhausen, conseguiu prever os vencedores dos jogos do Mundial de Futebol e deu antecipadamente o título à Espanha. Digo isto porque anda por aí toda a gente a fazer previsões desconcertadas: que pagam a dívida, que não pagam, que reduzem o défice ou não, que a produção aumenta, que ela se encolhe, que a bolsa sobe, que desce, que vai haver inflação, que afinal é recessão e talvez deflação, que os bancos vão falir, que acabam por se aguentar. Em geral desacertam, e só servem para alimentar desconfianças e jogos de apostas. É por isso que eu prefiro um polvo a todos os economistas. Qual Banco de Portugal, qual OCDE, qual Fundo Monetário Internacional, qual Comissão Europeia, qual Moody’s, qual Fitch, qual Standard & Poor’s? Que vão todos mas é fazer prognósticos depois dos jogos! Por mim, só me vou fiar no polvo.J. L. Pio de Abreu
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O Polvo
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July 16 2010, 4:51pm | Comments »
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Projecto Fénix inicia uma rede de apoio ao conhecimento
http://terrear.blogspot.com/2010/07/projecto-fenix-inicia-uma-rede-de-apoio.html
No início do seminário, um momento particularmente importante: a Fundação Ilídio Pinho e a Fundação Serralves (representadas pelos respectivos presidentes, Eng. Ilídio Pinho e Eng. Luís Braga da Cruz) assinaram com o Agrupamento de Beiriz, representado por Luísa Tavares Moreira, protocolos de colaboração e de apoio a todas as escolas da rede Fénix visando valorizar e reconhecer a importância da cultura e do conhecimento.
July 16 2010, 4:39pm | Comments »
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Encontro Nacional Projecto Fénix
http://terrear.blogspot.com/2010/07/encontro-nacional-projecto-fenix.html
Ontem, na FEP da Universidade Católica Portuguesa, mais de 460 participantes, ao longo de todo o dia, puderam "ver" diversos modos de construir o sucesso educativo. Sinais de esperança, apesar dos tempos de crise.
July 16 2010, 4:33pm | Comments »
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Inspiração, ontem, no seminário nacional Fénix
http://terrear.blogspot.com/2010/07/inspiracao-ontem-no-seminario-nacional.html
Segundo Roberto Carneiro, o Bom professor é o "que me leva a lugares onde nunca estive; o professor excelente é o que transforma o lugar onde estou".Um grande desafio que a todos nos interpela.(sobre o seminário aqui ainda escreverei logo que tenha tempo).
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July 16 2010, 6:59am | Comments »
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End of the news romantics (mais 2 links)
http://pauloquerido.pt/pessoal/leituras/end-of-the-news-romantics-mais-2-links/
Selecção de notícias e artigos: End of the news romantics fonte: http://www.bbc.co.uk For those brought up in the pre-digital era it's easy to lament the switch from prized paper to touchscreen ubiquity. But, in the first of a series about innovation, Andrew Marr says the future will be truly liberating for those who want to [...]
July 16 2010, 4:02am | Comments »
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“Estamos de luto”
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Circulam pela internet e caixas de correio electrónico textos e mensagens de professores, dando conta de (mais) escolas e de agrupamentos de escolas que têm sido extintos e de outros que terão, por estes dias, o mesmo destino.Detive-me no tom desses textos e mensagens e percebi que é, simultaneamente, de informação, de reivindicação, de apelo à consciência social e individual, mas também de simples desabafo, de rendição… na certeza de que nada nem ninguém parará esta mudança que vai ao arrepio de toda a lógica e conhecimento que temos acerca do que deve ser uma escola funcional.“Estamos de luto”, li num texto. Se as escolas, para o serem verdadeiramente, têm vida e identidade, esta é a expressão certa para traduzir o estado de espírito de quem as vê desaparecer.
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July 15 2010, 1:40pm | Comments »
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"Dicionário Histórico das Ordens e Instituiçõres Afins" e Ordem dos Professores (2)
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De Herodes para Pilatos, prosseguiu o SNPL a sua acção constante e concertada, de que dei notícia, na então minha qualidade de presidente da respectiva Assembleia Geral (de que me demiti aquando da entrada deste organismo sindical na chamada Plataforma de Sindicatos em comunhão com a Fenprof e mais de uma dezena de sindicatos ) num artigo, a página inteira, publicado no Jornal de Notícias, de 8 de Março de 2006, intitulado “Ordem dos Professores e AR”, que transcrevo na íntegra:"O exercício da política pode ser definido com uma só palavra dissimulação"- Benjamim Disraelli.Em 17 de Julho de 92, noticiavam os jornais a conferência de Imprensa dada pelo Sindicato Nacional dos Professores Licenciados (SNPL) para a criação de uma Ordem dos Professores (OP). Anos depois (20 Junho 96), é entregue pelo SNPL na Assembleia da República uma pequena brochura contendo uma Proposta de Estatutos da Ordem dos Professores. Em 25 de Fevereiro de 2004, apresenta a supracitada organização sindical, também aí, uma petição com 7857 assinaturas para a criação da OP. Finalmente, em 2 de Dezembro do ano passado, foi debatida, na Assembleia da República, a petição n.º 74/IX (2.ª) do SNPL e outros. No referido debate, a própria deputada do PCP, Luísa Mesquita, não se escusa em reconhecer: "Hoje, havendo condições para a inversão deste processo, a verdade é que, até hoje, apesar dos momentos críticos, mesmo de crise, na educação - e, sobretudo, no seio dos profissionais, os professores -, nunca se procedeu à codificação formal de regras deontológicas e para a tal formulação de uma ordem e de um código, considero que outros são os caminhos que os professores terão de percorrer para garantir, e mesmo exigir, a dignidade da função que exercem". O deputado do Bloco de Esquerda João Teixeira Lopes, numa intervenção blasé de cábula que não se dignou fazer os trabalhos de casa marcados por um professor demasiado permissivo ou até banazola, apresentou como motivo impeditivo para a criação da OP este esfarrapado argumento: "A docência é um serviço público e, como tal, compete ao Estado, antes de mais, definir os critérios de acesso à profissão, bem como os códigos ético e deontológico". Exemplo acabado de um atestado de menoridade passado aos professores pela incapacidade de se auto-regularem como o fazem outras profissões com o estatuto de serviço público como a dos médicos, por exemplo!Por seu turno, declarou o deputado João Bernardo, do Partido Socialista "A criação de novas ordens, no momento em que o poder das mesmas, em Portugal, precisa de ser reflectido e devidamente estruturado numa lei-quadro que estabeleça de forma criteriosa as suas funções e as suas competências, que não se confundam com os legítimos representantes dos interesses laborais das diversas classes profissionais, deve ser muito bem ponderada". Sendo este deputado vice-secretário- geral do SINDEP seria de estranhar não ser ele porta-voz de um determinado sindicalismo docente que vê na criação da OP um verdadeiro papão, pese embora a legislação existente não deixar lugar a dúvidas sobre as competências das ordens e dos sindicatos representando estes apenas uma percentagem da classe docente pulverizada por ideários políticos diferentes e/ou interesses profissionais dissemelhantes. A própria Constituição Portuguesa ressalva, no respectivo Art.º 267, n.º 3, que as associações públicas logo as ordens profissionais "não podem exercer funções das associações sindicais e têm organização interna baseada no respeito dos direitos dos seus membros e na formação democrática dos seus órgãos" . Por seu turno, o deputado Fernando Antunes, do PSD reconheceu que "a ambição de criar uma ordem dos professores surge, pois, aliada a um forte sentimento de união de classe, responsabilizando-a face a esse importante desígnio nacional que é a educação". Condiciona-a ao facto de "haver um longo caminho a percorrer, desde logo o preenchimento de premissas que julgamos absolutamente essenciais, como seja a existência de um amplo consenso entre todos os intervenientes no leque enorme de abrangência do exercício da docência". Ou seja, lança o apelo aos professores para que se manifestam se estão, apenas, atidos a interesses sindicais, como sejam reivindicações de natureza laboral estipuladas em lei (questões salariais, horários de trabalho, assistência social e idade de reforma) ou se, pelo contrário, estão também na disposição de contribuir para a dignificação da profissão de professor, respectiva titulação e melhoria do nível da Escola portuguesa no competitivo contexto da Comunidade Europeia numa altura em que o ensino anda nas bocas nacionais e em estudos comparativos com outros países europeus pelas ruas da amargura!.Finalmente, o deputado do CDS/PP Abel Baptista foi claro e incisivo na sua intervenção de que respigo: "Ao contrário do que diz o Partido Socialista, entendo que a criação da Ordem dos Professores acrescentaria, desde logo, a dignificação da actividade docente que, ultimamente, tem andado muito mal e sido criticada pelo actual Governo". E acrescentou: "Nesta medida, julgamos que a Ordem dos Professores pode e deve ser criada". Pelo exposto, em função (apenas) de factos que o jornalismo anglo-americano tem como sagrados, e ao contrário do que alguns querem fazer crer e deixaram em letra impressa, recentemente, em artigo de opinião nestas colunas (8.Fev.2006), "não foi a ideia de uma ordem para os profissionais docentes larga e duramente criticada" (sic.)! Apenas foi vítima de uma pontual ambiguidade parlamentar de "dar uma no cravo e outra na ferradura"! .Até aos dias de hoje, medeia uma década da primeira medida oficial do SNPL para a criação da OP. Se tivermos em linha de conta que a iniciativa para a criação da Ordem dos Economistas remonta ao início da década de 50, o caminho a percorrer pelos professores poderá e deverá ser facilitado se, sem peias sindicais ou de qualquer outra natureza, rejeitarem, como escrevi em tempos, "a submissão a uma tutela estatal, ulcerada de injustiça e com pústulas de compadrio, que parece não querer abdicar do papel de mãe galinha de medíocres, madrinha de oportunistas e madrasta dos de maior merecimento"! Segundo, o caderno “ípslon” do semanário Expresso (09/07/2010), que publica, em duas páginas com algumas gravuras, uma extensa e detalhada análise crítica deste dicionário histórico,” durante este ano serão ainda publicados os primeiros de oito dicionários reunindo os diferentes temas, com entradas mais desenvolvidas em relação à versão inicial”. É chamada, ainda, aí a atenção para “pormenores, todos eles, a merecer revisão nas futuras edições parciais”. Com toda a justiça e em nome da verdade dos factos, entendo que a acção do SNPL em prol da criação da Ordem dos Professores merece ser contemplada nessa revisão. Existem actualmente catorze ordens profissionais (e perfilam-se no horizonte outras), duas delas, aquando da sua criação, integrando parte de profissionais não licenciados, como por exemplo, as ordens dos enfermeiros e dos técnicos oficiais de contas..Apesar do filósofo espanhol e professor de Ética da Universidade Complutense de Madrid, Fernando Savater, ter considerado “professores e professoras como a corporação mais necessária, mais esforçada e generosa, mais civilizadora de quantos trabalham para satisfazer as exigências de um Estado democrático”, será, porventura, o ensino em Portugal uma actividade profissional a merecer pouca, ou nenhuma, atenção das entidades oficiais, do poder político e dos próprios profissionais?
July 15 2010, 12:39pm | Comments »
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"Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal" e Ordem dos Professores (1)
http://dererummundi.blogspot.com/2010/07/dicionario-historico-das-ordens-e.html
“Não há meias verdades” (George Bernanos, 1888-1948).Em notável e monumental obra editada pele “Gradiva”, acaba de ser publicado o “Dicionário Histórico das Ordens e Instituições Afins em Portugal” com cerca de 1.000 páginas da responsabilidade de uma equipa de 136 autores, coordenados pelo Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias e pelo Centro de História da Faculdade de Letras de Lisboa. De entre um conjunto diversificado de ordens que lhe dão corpo, desde as ordens religiosas à ordens profissionais, detive-me em análise cuidada sobre estas últimas , por me terem sempre merecido uma atenção especial e um estudo aturado. Desse estudo resultou, inclusivamente, a publicação de um livro, intitulado ”Do Caos à Ordem dos Professores” (Rui Baptista, edição do SNPL, Janeiro de 2004) que incidiu sobre três pontos essenciais: (1) o aberrante estatuto da carreira docente, qual leito de Procusta em que se esticam os professores menos ilustrados e se cortam as pernas aos mais habilitados para nele caberem todos os docentes com parca distinção das respectivas estaturas científicas; (2) a controversa definição de profissão liberal, stricto sensu e lato sensu; (3) o historial das ordens profissionais existentes à época.A partir de 1990, publiquei grande número de artigos opinião nos jornais, o primeiro dos quais, intitulado “Relatório Braga da Cruz, Estatuto e Ordem dos Professores” (Diário de Coimbra, O5/04/90), em que escrevi: “ Uma Ordem dos Professores? Por que não? Uma ordem profissional defende tradicionalmente o prestígio dos seus associados, o respectivo estatuto sócio-económico e os princípio s deontológicos pelos quais a profissão se deve reger. Este último facto parece intimidar os que se mostram saudosos da bagunça em que se obtiveram diplomas através de passagens administrativas e se fizeram curso de complemento de habilitações em escassos meses, e sabe Deus como!” A partir de 2007 começaram a ser publicados post´s da minha autoria neste blogue, de entre eles uns tantos sobre a Ordem dos Professores, de que destaco, como exemplo, uma dezena, a saber: “Do Caos à Ordem dos Professores” (15/07/2008); “A (Des)Ordem dos Professores” (03/08/2008); “Vital Moreira e as Ordens Profissionais" (18/05/2009); "A Ordem dos Professores na ordem do dia" (09/06/2009); “De volta à Ordem dos Professores (17/09/2009): “A Ordem dos Professores na ordem do dia"(09/06/2009); “Um singular combate às corporações” (06/10/2009); “A Ordem dos Professores e a política do compadrio” (09/11/2009): “Uma Ordem dos Professores?” (17/04/2010); “A Ordem dos Professores: breve historial das ordens profissionais” (21/04/2010); “Uma carta sobre a Ordem dos Professores” (11/05/2010).Da meia centena de páginas deste dicionário dedicadas às ordens profissionais, detive-me, com especial atenção, no parágrafo, insito na página 948, que transcrevo: “Os processos de criação [de ordens profissionais] não estiveram isentos de polémica. Actualmente, existem associações que reivindicam a criação de ordens profissionais como a Associação Pró-Ordem dos Psicólogos e a Pró-Ordem dos Professores” .Por ter sido escrito no ano 2.000, justifica-se a referência que é feita à reivindicação para a criação da Ordem dos Psicólogos, apesar desta associação de natureza publica ter sido criada pela Lei n.57/2008, de 4 de Setembro. Quanto à reivindicação da Associação Sindical Pró-Ordem dos Professores, hoc opus, hic labor est, pela simples razão desta associação ter conhecido a luz do dia apenas em 95 e o Sindicato Nacional dos Professores Licenciados (SNPL) ter sido criado três anos antes, em 3 de Julho de 92, com o objectivo da “ruptura com as orientações sindicais então existente, em oposição frontal à instituição de uma carreira única de professores, pois pretende revalorizar a profissão em todo o seu percurso, em consonância com os valores e as necessidades dos professores dos nossos dias”. Sindicato que na persecução inicial destes objectivos exerceu, durante alguns anos, uma longa e notável acção na defesa de uma Ordem dos Professores, sempre contrariada por uma forte acção sindical da Fenprof , das próprias instituições oficiais que tutelam os muitos milhares de docentes sem espírito de classe e, como tal, mais facilmente influenciáveis, e de “ um certo sector de esquerda que convive mal com a ideia de Ordem”, na opinião do jurista José António Barreiros.Assim, perfila-se, entendo eu, o interesse “histórico” em dar a conhecer publicamente os trâmites da acção do SNPL nesse sentido (e do organismo associativo que antecedeu a sua criação), devidamente documentados por transcrições de artigos de jornais, que fazem parte de um acervo de recortes em minha posse e à disposição de uma consulta sempre que solicitada, de que transcrevo o caminho seguido nesse longo e penoso processo, qual penhasco de Sísifo.Como prova inicial, começo por transcrever do Jornal de Notícias excertos de uma notícia aí publicada, em 27 de Maio de 1992: "A direcção da Associação Nacional dos Professores Licenciados (ANPL), reunida em Viseu, deliberou propor em Assembleia geral extraordinária de sócios, a realizar dentro de alguns dias, a constituição de um sindicato de professores licenciados”.(…) Nesta reunião, os dirigentes da ANPL, visivelmente descontentes, manifestaram a sua total disposição para avançar ‘decididamente’ com a constituição da Ordem dos Professores, tendo constituído uma comissão a que preside o coordenador distrital de Coimbra, dr. Rui Baptista”.Realizada esta assembleia geral, a ANPL deu lugar ao Sindicato Nacional dos Professores Licenciados, que passados poucos dias promoveu uma conferência de imprensa noticiada num jornal com o título “Professores querem Ordem”, de que transcrevo: “Para reflectir sobre a situação actual no ensino o Sindicato (SNPL) deu ontem uma conferencia de imprensa em Lisboa onde defendeu a necessidade da criação de uma Ordem para a classe” (Correio da Manhã, 17 de Julho 92). (CONTINUA)
July 15 2010, 11:53am | Comments »
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Ciência na UL: Os ouriços-do-mar e os segredos do cola e descola
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Romana Almeida Santos, investigadora na Unidade de Investigação em Ciências Orais e Biomédicas da Faculdade de Medicina Dentária da Universidade de Lisboa, apresenta-nos uma palestra intitulada «Biotecnologia Azul: Novos adesivos inspirados em ouriços-do-mar». É já na próxima sexta-feira, 16 de Julho, às 18h30, no Museu da Ciência da Universidade de Lisboa.Integrada no ciclo de palestras “Ciência em Português”, a iniciativa centra-se na possibilidade de criação de bioadesivos (inspirados em ouriços-do-mar), resistentes e eficazes em água, e que podem adquirir aplicações biotecnológicas e industriais.Sinopse: Já alguma vez pensou como se agarram os ouriços-do-mar às rochas para não serem arrastados pelas ondas? Fazem-nos através de órgãos adesivos especializados, que produzem secreções adesivas e “desadesivas”, colando-se e descolando-se repetidamente. Ao contrário da maioria das colas sintéticas, estes bioadesivos são resistentes e eficazes em água, pelo que podem vir a ter variadas aplicações biotecnológicas (ex. adesivo dentário) e industriais (ex. construção subaquática.
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July 15 2010, 4:10am | Comments »
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João Marques passando os olhos por... uc.pt
Conheça a programação da Universidade de Coimbra para celebrar o Centenário da República
http://www.uc.pt/tomenota/2010/20100715
Para mais informações: http://www.uc.pt/republica
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- Universidade de Coimbra
July 15 2010, 3:52am | Comments »



